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6 perguntas sobre ensino de tecnologia para crianças que ouvimos sempre

É muito comum que pais e amigos nos procurem para entender o que de fato é o ensino de programação e robótica para crianças e jovens adolescentes e como funciona o ensino personalizado.

Pensando nisso, reunimos as 6 perguntas sobre ensino de tecnologia para crianças mais comuns e respondemos aqui. Tem uma dúvida que não foi respondida? Deixe um comentário!

1. Por que ensinar tecnologia para crianças e jovens adolescentes?

dúvidas dos pais: perguntas sobre ensino de tecnologia para crianças

O assunto não precisa ser complicado e sua importância não é um mito. Abaixo você confere o vídeo de Mitchel Resnick, criador da plataforma Scracth e um dos maiores nomes quando o assunto é ensino de programação para crianças.

Antes, adiantamos que não é papo furado: a tecnologia transformou mais o mundo nos últimos anos do que qualquer outra coisa. Desde avanços na medicina até respostas mais concretas sobre o universo e seus mistérios, não tem jeito, ela veio para ficar.

2. Com que idade eles devem começar a aprender?

Crianças brincando com blocos, estimulando raciocínio lógico

O tema já foi abordado outras vezes aqui no blog e a verdade é que não tem idade certa para começar a programar. A codeBuddy trabalha com alunos de 6 a 16 anos e muitas vezes recebe a pergunta: “mas meu filho não é muito novo para aprender isto?”.

Só que com os tablets e celulares chegando cada vez mais facilmente às mãos de crianças cada vez mais jovens, essa preocupação se apresenta cada vez mais como desnecessária. Explicamos o motivo:

É aprendendo a usá-la da maneira correta que seu filho ou filha pode usar a tecnologia de forma produtiva e eficiente, sem se deixar levar por vícios sem fim.

Adolescentes de todo o mundo que tiveram a oportunidade de aprender os detalhes da programação estão mudando a forma como encaramos o dia a dia com aplicativos que solucionam problemas cotidianos.

Além disso, é exatamente nessa época que o ser humano está mais propenso ao aprendizado, já que seu conhecimento de mundo vem daquilo que ele consome, absorve e pratica. Por que não direcionar o potencial do pequeno para resultados simples e disruptivos?

3. Programação não é só para meninos?

Senhora mentorando menina em estudo

Sem chance! Programação está muito longe de ser coisa de menino. Inclusive, precisamos ressaltar que mulheres foram importantíssimas no aprimoramento da tecnologia e na criação de computadores, por exemplo.

Pode apostar que, se sua filha é fã de computador, ela tem espaço nesse mundo de possibilidades e tem toda a chance de se tornarem makers capazes de fazer história.

Confere só o que as alunas codeBuddy pensam sobre o assunto:

4. Mas e se ele/ela não quiser trabalhar com isso depois?

Lembram aquela frase que diz que conhecimento nunca é demais, especialmente porque é aquilo que levamos para a vida e nunca pode nos ser tirado?

Se seu filho ou filha escolher trilhar um caminho distante da programação, não tem problema algum. Apesar de ser a promessa para o futuro, a programação é, acima de tudo, uma linguagem.

Assim como português, por exemplo, ela serve para comunicar e conectar pessoas. Um código pode colocar em imagem a mensagem que se quer passar e um jogo pode unir pessoas dos mais diferentes tipos em torno de um objetivo.

Tim Cook, CEO da Apple, afirmou que aprender a programar é mais importante que aprender inglês e, sem desmerecer a língua, é a tecnologia que permite que você converse instantaneamente e in English com aquele amigo que mora nos Estados Unidos.

Para completar, a programação e a robótica são formas divertidas de desenvolver as habilidades matemáticas e de raciocínio lógico, ambas tão importantes para a fase de vestibular e para a vida adulta.

5. Gamificação é só jogar em sala de aula?

Gamificação: perguntas sobre ensino de tecnologia para crianças

Não mesmo. O método é também conhecido como ludificação e traz diversão às coisas sérias, por isso que o nome começa com “game” (jogo, em inglês). No ensino, ele é usado para estimular os alunos mesmos em momentos difíceis, fazendo com que eles se empenhem nos estudos.

Mas como isso funciona?

A verdade é que existem diversas técnicas que permitem tornar a aula em um “jogo” e, portanto, divertida. Desde a criação de um sistema de pontuação para cada aula concluída até prêmios simbólicos por missão bem-sucedida, a gamificação veio para ficar.

Como isso acontece na codeBuddy?

Nossa metodologia toda gira em torno da gamificação. A autonomia que conseguimos por meio do ensino personalizado faz com que todas as aulas sejam estimulantes, guiadas por um mentor responsável por guiar, divertir e ensinar nossos estudantes.

Cada aluno faz parte de uma das três equipes que competem entre si em desafios de lógica e resolução de problemas, acumulando pontos e ganhando prêmios.

6. Qual a importância do ensino personalizado?

perguntas sobre ensino de tecnologia para crianças

Esqueça os modelos estáticos de séculos atrás. Eles não levam em consideração as diferenças de aprendizagem de cada aluno, nem reforçam seus pontos fortes e estimulam os fracos.

Uma escola que reconhece os diferentes tipos de inteligência permite que seus alunos aprendam no próprio ritmo e conforme sua curiosidade natural.

São os alunos que escolhem quais caminhos preferem seguir e quais assuntos merecem mais atenção, por isso dificilmente uma criança ou adolescente estará vendo exatamente a mesma coisa que outra(o).

O melhor: os esforçados decolam nas aulas sem dificuldade alguma! E, dica, ainda conseguem se dar bem em matérias das salas de aula convencionais.

E aí? Conseguimos responder algumas das suas perguntas sobre ensino de tecnologia para crianças com esse artigo? Responda nos comentários!


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