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Da recuperação às melhores notas: como ajudamos a Carol a se superar na matemática

Uma das maiores satisfações da codeBuddy é demonstrar, todos os dias, como cada criança ou adolescente é dotado(a) de incríveis potenciais e capaz de uma superação sem limites.

Muitas vezes, quando encontram dificuldades na vida escolar, tudo o que as crianças precisam é de uma base, um incentivo, que provoque o engajamento específico do(a) aluno(a) com o conteúdo.

Em outras palavras, necessitam de formas de aprendizado que condizem com os seus interesses e personalidades, ao invés de sistemas padronizados e que exigem que todos(as) os(as) alunos(as) aprendam de forma similar.

Nos métodos de ensino tradicionais, os professores precisam cuidar para manter a atenção, disciplina e transferir o conteúdo para muitos(as) alunos(as). Assim, dificilmente conseguem trabalhar com as qualidades específicas de cada um(a).

É nesse contexto que casos como o de Carol acontecem. Uma aluna que demonstrou criatividade, inteligência e superação aqui na codeBuddy e que antes sofria para avançar nos conteúdos de matemática.

A questão é que quando uma base sólida de ensino é adaptada para gerar autonomia no aprendizado, as coisas mudam e quem antes sofria com algumas disciplinas pode se superar tremendamente.

Entenda como Carol, uma de nossas alunas brilhantes, saiu da recuperação para garantir ótimas notas em matemática.

Engajamento para fortalecer o conhecimento

A questão de Carol reverbera a de muitos(as) alunos(as) que encontram dificuldades para aprender disciplinas exatas, especialmente a matemática, que é uma tradicional vilã para algumas crianças.

Carol chegou a ficar de recuperação, o que parece um problema pequeno mas que pode significar uma verdadeira tempestade na vida de uma criança. Se esse problema ainda for acompanhado de situações como bullying e dificuldade de socialização, o desenvolvimento da criança pode ser mais prejudicado ainda.

A questão é que o aprendizado de matemática exige dos(as) alunos(as) um foco muito específico para que a passagem de conteúdos abstratos para a realidade concreta seja devidamente compreendida.

Para isso, os alunos(as), precisam sentir-se engajados com o que estão fazendo, de uma maneira em que a matemática possa fazer parte de suas vidas ao invés de problemas alheios às suas realidades. Sabemos na prática que transformar questões difíceis em desafios instigantes é uma ferramenta excepcional quando o assunto é melhorar as notas das crianças em matemática.

Foi nesse caminho que a Carol pôde superar seu problema com a matemática, com uma ajudinha da codeBuddy!

De mundo em mundo cria-se uma aluna destaque!

O depoimento de Carol deixa muito claro, seus passos na codeBuddy ajudaram no desenvolvimento de uma segurança incrível quanto a buscar seus objetivos.

A aluna já passou por quase todos os mundos que formam a nossa metodologia nos 3 anos que já está em parceria com a codeBuddy – cada mundo desenvolve uma habilidade tecnológica como a robótica, programação de games ou desenvolvimento de sites.

Isso significa que a Carol entrou em contato com diversas facetas da linguagem de programação, um aprendizado que direciona o raciocínio lógico para uma atividade concreta: criar uma solução funcional para resolver um problema.

No depoimento da aluna vemos a empolgação de ter apresentado seu projeto sobre bullying em um feira de tecnologia local.

Quando a atenção de alunos e alunas como a Carol é voltada para o desenvolvimento de um projeto real – como a criação de um app, jogo ou site – a matemática deixa de ser um bicho de sete cabeças para transformar-se em uma ferramenta.

Assim, a lógica deixa de ser um fim para tornar-se um meio de transformar o mundo.

Não é a toa que depois desses anos de educação tecnológica na codeBuddy, nossa aluna deixou de ficar de recuperação em matemática para garantir os melhores resultados no ensino tradicional.

Autonomia é a palavra-chave do processo

Você pode estar se perguntando, qual é o segredo de resultados educacionais tão positivos? Afinal, não é simplesmente usar games e tecnologia moderna para fazer as crianças e adolescentes desenvolverem habilidades importantes…

Bom, a Carol deu a pista de uma das peças chave no sucesso da codeBuddy em melhorar o desempenho dos(as) alunos(as) e ao mesmo tempo fazê-los(as) adorar estudar em nossa escola: autonomia.

Na codeBuddy a gente privilegia a experiência do aluno(a) acima de tudo.

Isso significa que são os(as) próprios alunos(as) que irão ditar o ritmo de seu aprendizado do conteúdo na prática, resolvendo problemas para chegar cada vez mais perto de seus objetivos.

É claro que os(as) instrutores(as) da codeBuddy são peças essenciais nesse processo. É por isso que trabalhamos com um sistema de ensino personalizado, na qual cada instrutor(a) cuidar apenas de 6 alunos por vez.

Mesmo com tanta foco na singularidade de cada aluno(a), os(as) instrutores(as) não devem nunca fazer nenhum procedimento para os alunos. Eles(as) apenas informam, guiam e incentivam, deixando toda a prática para os(as) alunos(as).

Pronto! Assim a gente resolve os problemas que citamos lá em cima nesse texto, àquela dificuldade dos alunos engajarem-se com o conteúdo da matemática e dos professores do ensino tradicional conseguirem dar a atenção devida para caso em específico.

O mundo codeBuddy é um verdadeiro universo!

Seja para aprender lógica e matemática, desenvolvimento de apps, robótica ou programação de jogos, nossos cursos são cuidadosamente preparados para oferecer as melhores vantagens para o futuro de nossos alunos e alunas.

O caso de Carol é um dos inúmeros em que grandes talentos são desvendados em nossas aulas!

Mas não acredite apenas no que estamos dizendo! Conheça os cursos da codeBuddy agendando uma aula experimental grátis.

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Como ajudamos o Davi a desenvolver uma mentalidade empreendedora

Aqui no blog da codeBuddy a gente aborda com frequência as habilidades que o ensino de tecnologia e programação podem ajudar a cultivar em nossos(as) alunos(as). Uma dessas habilidades é a mentalidade empreendedora!

Costumamos dizer que a as crianças possuem uma mentalidade empreendedora que vem de fábrica. Afinal, elas podem se tornar muito empolgadas, cheias de energia e extremamente focadas quando estão com a atenção voltada à projetos com os quais se sentem engajadas.

Para você entender bem o impacto desse sistema de educação capaz de formar pequenos empreendedores, nada melhor do que apresentar os resultados com nossos alunos!

É por isso que hoje separamos o caso de Davi, um de nossos brilhantes alunos que se tornou um precoce adepto ao empreendedorismo digital.

Davi Gouveia

O caso de Davi

Se você assistir o vídeo de Davi apresentando o pitch de sua startup, a Trade, é possível que fique de boca aberta. Enquanto muitos adultos estão por aí fazendo cursos e mais cursos buscando uma maneira de criar e vender ideias inovadoras, esse menino demonstra uma desenvoltura de dar inveja.

Mas não é só na fala e na apresentação que fazem de Davi um exemplo incrível das potencialidades guardadas na infância. De nada adiantaria a capacidade de falar bem se a ideia não fosse boa, não é mesmo?

Não é o caso. Mesmo com apenas 16 anos de idade, vemos que Davi soube encontrar um problema maior a ser resolvido: a dificuldade de prestadores de serviço de divulgarem seus trabalhos e conectarem-se com clientes. Davi ainda esbanja citando índices de desemprego e trabalho informal que participam do problema que ele buscou resolver com a Trade.

Davi traçou uma solução que fosse capaz de facilitar empresas e clientes a conectarem-se de maneira simples e segura. Foi assim que o sistema de cadastro e pesquisa de serviços foi criado. Seu projeto é completo, com linguagem visual, chat entre usuários e classificação das empresas pelos clientes.

A ideia demonstrou-se ótima! Esse tipo de startup está em grande ascensão no mercado mundial. Veja o caso de empresas como Uber, que ajudam clientes e prestadores de serviço a se comunicarem. O Davi está dentro do jogo e a sua ideia é um empreendimento promissor.

Uma ideia boa para resolver um problema conhecido. Tudo isso ainda foi amarrado com uma execução primorosa. Davi cita as qualidades da experiência do usuário em seu projeto, o uso de banco de dados e as funções de chat e rankeamento são um floreio mais do que necessário para destacar o projeto.

O menino pensou em tudo!

Como a codeBuddy ajuda a desenvolver a mentalidade empreendedora dos alunos?

Todas as qualidades que Davi apresentou ao criar um projeto tão instigante em sua startup são trabalhadas e aplicadas no ensino de tecnologia e programação.

Falamos bastante delas em nossos artigos aqui no blog, desde a importância da criatividade até o raciocínio lógico desenvolvido em atividades tecnológicas.

Veja abaixo algumas das habilidades da mentalidade empreendedora presentes no ensino de programação.

Resolução de problemas

Um dos principais pontos que observamos no empreendimento de Davi é a capacidade de identificar e solucionar um problema comum.

O aprendizado de programação de computadores passa, necessariamente, pela resolução de problemas. Seja qual for, um app nada mais faz do que nos ajudar a fazer algo. Alguns trabalham para melhorar a comunicação entre as pessoas, outros para ajudar na hora de fazer exercícios, outros para facilitar a locomoção ou, como no caso de Davi, para permitir maior dinâmica e facilidade no mercado de bens e serviços.

Assim, o ensino de programação passa pela habilidade de solucionar problemas maiores, mas isso não para por aí.

Uma das maiores qualidades do aprendizado de programação como didática é ensinar as crianças a aprenderem com os erros ao invés de sentirem-se fracassadas ou deprimidas. Um erro em um programa nada mais é do que um desafio a ser superado.

Agora, qualquer biografia de empresários(as) bem sucedidos(as) irá trazer episódios em que foi preciso transformar uma situação difícil em uma oportunidade para o sucesso.

A programação ajuda a encontrar esses problemas e oferece uma ferramenta para resolvê-los. Assim, a criança entende que um obstáculo é uma oportunidade para aprender e inovar e não desistir. Essa é uma grande força motriz no desenvolvimento de uma mentalidade empreendedora.

Criatividade

A criatividade é uma qualidade essencial no empreendedorismo. Inovar significa “pensar fora da caixa”, traçar novos caminhos, aproveitando as características do caminho.

O ensino de programação ajuda desenvolver essa habilidade totalmente abundante nas crianças!

Isso ocorre porque uma ferramenta de possibilidades inimagináveis é entregue em suas mãos para que resultados incríveis possam ocorrer. A sensação de que é possível criar e colocar uma ideia no mundo é irresistível para as crianças.

Existem alunos que se interessam em produzir jogos ou apps relacionados a questões sociais, como já apresentamos aqui, e assim, conduzem experimentos incríveis. Com isso melhoram as habilidades matemáticas em grandes passos. Outros, como o Davi, direcionam suas atenções para o mundo profissional e demonstram uma grande capacidade para o mundo dos negócios.

Independentemente da área que a criança goste mais, a programação pode oferecer um terreno fértil para que o futuro seja plantado.

Eloquência e habilidades sociais

Parece difícil de imaginar que o ensino de programação de computadores possa ajudar em habilidades de comunicação.

No entanto, nosso sistema de ensino permite que os alunos superem inseguranças e mantenham um contato próximo com professores e colegas, de uma forma que todos aprendam em conjunto.

A atmosfera criativa, além disso, incentiva que os alunos interajam para ajudarem mutuamente ao invés de competindo.

Somos testemunhas de que quando as crianças sentem-se bem sucedidas com seus projetos, a alegria e o entusiasmo fazem com que se tornem grandes comunicadores. No futuro isso pode significar que as crianças tornem-se grandes líderes, capazes de manter a calma em situações complexas e de inspirar as outras pessoas a se tornarem mais criativas.

Com resultados como a startup de Davi, vemos que a empolgação e o conhecimento são ótimos incentivos para uma fala bem feita e bem articulada.

Um ensino para o futuro

Esses exemplos são apenas algumas das qualidades envolvidas na mentalidade empreendedora. Naturalmente, elas se unem para gerar confiança, criatividade e uma criança capaz de se tornar um grande profissional no futuro.

Conheça os cursos da codeBuddy ou entenda melhor como funciona nosso sistema de ensino!

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Qual a idade certa para começar a programar

Se você acompanha o blog da codeBuddy, já deve saber que somos grandes entusiastas da programação para crianças e adolescentes, e mostramos como é uma forma eficaz e divertida de educar sobre tecnológica e lógica.

No entanto, quando o assunto são crianças, é natural que os pais comecem a se perguntar qual é a idade certa para começar a programar.

Afinal, quando é cedo ou tarde para inserir os filhos em um contexto de aprendizado que envolve o uso de equipamentos tecnológicos?

Pensando nessa questão, nós da codeBuddy resolvemos responder essa pergunta de acordo com nossa experiência educacional positiva.

Vamos lá?

Quando é o melhor momento para as crianças entrarem em contato com a tecnologia?

É um fato consumado: vivemos em uma era de onipresença da tecnologia nas mais variadas áreas da vida. Seja na hora de nos comunicarmos, de consumirmos conteúdos midiáticos ou até nas transações bancárias, ficou normal fazer operações pelo celular ou por gadgets como tablets e computadores.

Esse é um dos maiores fatores a serem considerados na hora de decidir matricular uma criança em um curso de programação de computadores.

Afinal, quando é o momento ideal para as crianças começarem a sequer entrarem em contato com telas e mecanismos digitais?

O primeiro ponto importante é que as crianças dessa geração já estão nascendo e crescendo em mundo altamente tecnológico. Existem pesquisas que estimam que a idade média em que as crianças estão ganhando seus primeiros celulares é 10 anos de idade.

É claro que existem exemplos de crianças que desde mais cedo já estão assistindo desenhos ou jogando em tablets e celulares.

Especialistas em educação infantil recomendam, a despeito das estatísticas, que o uso da tecnologia deve ser monitorado por pais ou adultos a partir dos 13 anos de idade. Essa faixa etária condiz com o limite etário sugerido pelas maiores redes sociais, como Facebook e YouTube e condizem com as limitações governamentais que dizem respeito à propaganda voltada para crianças.

O ensino de programação pode acompanhar o desenvolvimento pré-escolar das crianças

Apesar das recomendações de especialistas, existem crianças entre 3 e 4 anos de idade que já estão usando os aparelhos de seus pais para consumirem conteúdo infantil, da mesma forma que a TV se consolidou.

No entanto, crianças nessa faixa etária estão ainda compreendendo o funcionamento do mundo em termos táteis e sensíveis. Isso significa que a experiência de brincar ao ar livre ou com brinquedos físicas é essencial.

Considerando a novidade da exposição infantil para as tecnologias, devemos considerar que existe muito ainda a ser compreendido a respeito do envolvimento das crianças com telas.

Quando as crianças começam a ir para a escola, alguns dos conceitos primários, como a leitura, escrita e raciocínio lógico, começam a ser desenvolvidos por meio das disciplinas básicas.

A partir dessa idade, podemos dizer que o ensino tecnológico pode ser uma boa maneira de inserir as crianças em um modelo educacional moderno e inovador, sem o prejuízo de uma exposição precoce às tecnologias digitais.

No entanto, é importante salientar que existe uma diferença muito grande entre aulas de programação, acompanhadas por instrutores, do uso livre dos aparelhos tecnológicos.

A educação tecnológica, ao contrário, pode permitir que o contato futuro das crianças com a tecnologia seja feito de maneira mais consciente e positiva.

Porque aprender a programar desde cedo?

Partimos do pressuposto que a tecnologia é um fator inevitável em nosso mundo. Assim, na hora de pensar em qual a idade certa para começar a programar, consideramos que essa instrução será necessária para que a criança aprenda a lidar com as novidades tecnológicas.

Com a tecnologia presente em todos os cantos, é natural que as crianças comecem a expressar um interesse por ela desde cedo. Os pais que buscam privar totalmente esse contato podem gerar uma sensação de deslocamento e isolamento, especialmente pelo fato de que as outras crianças irão falar abertamente sobre seus jogos, gadgets e até mesmo redes sociais.

A ideia de incentivar o aprendizado da programação desde cedo vem da constatação recente de que a linguagem de programação estão aos poucos se tornando uma segunda língua universal.

De fato, o aumento crescente da vida virtual nos mais variados momentos da vida cotidiana pode exigir, no futuro, a linguagem de programação enquanto um letramento similar ao aprendizado de inglês.

Entenda qual é a idade certa para começar a programar

O ensino de programação, acompanhado de disciplinas escolares tradicionais, pode significar um aumento considerável da criança do pensamento matemático, da criatividade e até mesmo de habilidades sociais.

Não é a toa que o ensino de tecnologia para crianças tem crescido muito em termos de popularidade.

Considerando tudo isso, sugerimos que a idade mínima para começar a aprender programação gira em torno de 7 anos de idade.

No entanto, a verdadeira idade certa para uma criança ou adolescente começar a programar é justamente o momento em que esse interesse pela tecnologia começa a aparecer.

Na codeBuddy temos alunos e alunas que obtém resultados incríveis nos cursos voltados à todas as faixas etárias, desde 7 à 16 anos de idade.

Uma criança com 10 anos de idade pode apresentar grandes qualidades lógicas e simplesmente amar desenvolver seus próprios jogos e aplicativos. De modo similar, um(a) adolescente de 16 anos pode começar o aprendizado e desenvolver sites, jogos e aplicativos de deixar qualquer um de boca aberta!

A experiência codeBuddy demonstra que, para além da idade, o que importa é a paixão que os(as) alunos demonstram pela potência criativa do ensino de programação.

Experimentar para aprender!

Se você ainda tem dúvidas se seu filho ou filha está em uma boa idade para aprender a programar, não exite em procurar a codeBuddy e agende agora mesmo uma aula experimental gratuita! Será uma honra.

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Conheça 6 benefícios do ensino de robótica para crianças

Para quem acompanha o blog da codeBuddy não há surpresa, abordamos frequentemente a respeito da importância crescente da tecnologia em nosso mundo e da entrada cada vez maior dessa realidade no mundo da educação.

Seja por meio do ensino de programação, do uso de jogos ou mesmo quando pensamos no empreendedorismo contemporâneo, o ensino de tecnologia passou a ser uma disciplina capaz de ajudar no desenvolvimento de saberes que envolvem matemática, raciocínio lógico, ciências e até liderança.

O ensino de robótica é capaz de unir todos esses fatores em uma didática engajante e divertida. Além disso, o mundo da robótica tem crescido imensamente com o mercado de drones e outros mecanismos automatizados.

Aprender robótica significa que até crianças entre 6 e 10 anos poderão dar seus primeiros passos para superar o medo da matemática ou de disciplinas de exatas sem nem perceberem que não estão apenas brincando.

Dizemos isso inspirados em nossos alunos aqui na codeBuddy, que demonstram-se verdadeiramente apaixonados pelos resultados de seus projetos de robótica.

Para quem quer entender mais sobre a importância do ensino de robótica, separamos essa lista com os 6 benefícios mais importantes do ensino de robótica.

A robótica ajuda no aprendizado da programação de computadores

É um fato que nosso mundo está a cada dia mais “computadorizado”. Digamos que todas as grandes áreas que movimentam a economia estão diretamente ligadas a programas e apps capazes de analisar e interpretar dados.

O mundo das finanças, por exemplo, precisa de programas capazes de gerar previsões de investimentos. O marketing, que antes trabalhava com TVs e rádios, hoje precisa lidar com dados de redes sociais e canais de busca. Podemos seguir nessa linha e dar vários exemplos da importância que a linguagem de programação tem em nosso mundo…

Mas o que queremos salientar nesse momento é o modo como a robótica ajuda a desenvolver as habilidades de um(a) excelente programador(a) de computadores.

A robótica é capaz de gerar uma demonstração real e facilmente entendível do que está dando certo ou errado em um programa. É uma passagem incrivelmente didática e interessante entre o mundo virtual e o real.

Ademais, uma criança que tenha aprendido robótica desde cedo obterá uma vantagem incrível no futuro em qualquer área relacionada a tecnologia.

A robótica pode tornar-se uma paixão

O medo de errar e a dificuldade natural de alguns temas pode afastar muitas crianças de disciplinas que envolvam matemática ou ciências. Além deste receio, a educação tradicional, que utiliza aulas expositivas e problemas abstratos, pode piorar a situação do aluno(a) nessas áreas fundamentais.

O ensino de robótica pode ajudar a criança a desenvolver um verdadeiro prazer ao praticar atividades que envolvem habilidades de engenharia e matemática. Os(as) estudantes divertem-se muito em projetos de robótica e percebemos em nossas aulas que a vontade de fazer dar certo alimenta muito mais o espírito do trabalho em grupo do que a competição entre as crianças.

O aprendizado de robótica ajuda a criança a ficar mais confiante

Um grande remédio para a falta de motivação é justamente a empolgação com um projeto realmente interessante.

Quando estão construindo um robô as crianças querem verdadeiramente que seus projetos deem certo. Assim, buscar solucionar problemas complexos e inovar acaba tornando-se uma atividade focada e produtiva.

Todo esse esforço motivado irá facilitar muito a vida da criança em disciplinas complexas e ajudará a desenvolver uma autoconfiança que durará a vida toda.

O ensino de robótica ajuda a desenvolver o pensamento computacional

Chamamos de “pensamento computacional” a habilidade de uma pessoa conseguir “pensar como um computador”.

Uma das características de um robô é que ele precisa ser programado com instruções exatas. Isso significa que cada atividade que o robô precisar realizar deverá ser quebrada em passos lógicos e muito bem definidos.

O aprendizado desse tipo de raciocínio ajuda incrivelmente no desenvolvimento de habilidades cognitivas, como o pensamento sequencial.

Esse tipo de habilidade não é útil apenas para a aplicação no mundo da tecnologia. O pensamento computacional significa encontrar as melhores soluções para problemas complexos de maneira concentrada e eficaz. Isso pode ajudar a criança a lidar com, basicamente, qualquer área em sua vida.

A robótica contribui para o envolvimento da criança com a comunidade

Muitos projetos envolvidos no ensino de robótica não são apenas exercícios para ganhar nota ou aprender alguma nova habilidade. Desde os graus mais básicos do aprendizado as crianças podem ser encorajadas a desenvolverem soluções para problemas reais.

De fato, as crianças são naturalmente criativas e capazes de enxergar questões que envolvem os adultos de maneiras inovadoras.

Quando pensamos no mundo da robótica, os projetos desenvolvidos podem ser uma forma das crianças aprenderem que podem inspirar outras pessoas por meio de suas ações. A participação em eventos ajuda a criar o gosto por esse tipo de expressividade muito bem vista em futuros líderes.

Projetos de robótica podem ser apresentados em feiras de tecnologia, museus ou eventos como o desafio Change the World – Game Xp, promovido pela codeBuddy.

Até mesmo adultos ao verem um robô são capazes de pensar “eu nunca seria capaz de fazer isso”. Quando uma criança começa a mostrar para a outra como fez seu próprio robô ou game, ela está mandando uma mensagem poderosa que diz “nós podemos fazer qualquer coisa!”

Trabalho em equipe e liderança

Nem todos os alunos(as) que aprendem robótica irão necessariamente seguir uma carreira no ramo. Porém, podemos dizer que as habilidades aprendidas com a robótica serão úteis em qualquer ramo.

Para fazer um robô movimentar-se e agir como o esperado o trabalho em equipe é essencial. Os(as) alunos(as) aprendem encontrarem erros e desenvolverem soluções em conjunto.

Na codeBuddy esse processo ainda é salientado por nossa metodologia de ensino personalizado, criada para garantir a autonomia das crianças em seus aprendizados.

Em suma, o aprendizado de robótica é uma maneira divertida, engajante e capaz de desenvolver habilidades importantes para qualquer criança que esteja crescendo e vivendo em meio a era tecnológica em que vivemos. 
Quer conhecer esse mundo de perto? Agende uma aula experimental e descubra a codeBuddy!

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Autonomia no aprendizado: o ensino codeBuddy e o empreendedorismo

Sim, acreditamos que a época em que vivemos exige uma revisão do modo como as crianças aprendem a interagir e atuar no mundo. Esse crescimento é essencial para que limites sejam ultrapassados, inovações sejam postas em prática e um futuro mais brilhante para as crianças seja possível. Tudo isso começa justamente na autonomia no aprendizado.

Na codeBuddy buscamos unir tudo isso em um modelo de ensino que privilegia a autonomia de nossos alunos diante o aprendizado. Nosso sistema de ensino pode ser visto de vários pontos de vista e sempre apresentará um todo conectado.

Buscamos trabalhar com características naturais da infância, como a curiosidade e a criatividade, utilizando ferramentas de aprendizado lúdicas e trazendo o aprendizado para a prática.

Nesse artigo você entenderá um pouco mais sobre os métodos e aplicações do ensino codeBuddy e a sua relação com o empreendedorismo. Vamos lá?

autonomia no aprendizado

A programação de computadores e jogos é nosso carro chefe

Porque a programação de computadores é tão importante nesse processo todo?

Vivemos em um mundo que se enraíza a cada dia em inovações tecnológicas que alteram a forma como interagimos com o mundo. Hoje em dia qualquer empresa precisa de um site, redes sociais, sistemas de cadastramento de clientes, etc.

Além disso, o dia-a-dia das crianças e adolescentes está povoado por gadgets como celulares, computadores e tablets.

Não é a toa que a crescimento do setor da programação e tecnologia da informação tem crescido em ritmo acentuado. Existem fortes indícios de que as profissões do futuro serão rodeadas de inovações tecnológicas.

Quando ensinamos a linguagem de programação não estamos apenas oferecendo o aprendizado de uma espécie de nova linguagem mundial, mas uma ferramenta de autonomia diante a situação tecnológica em que vivemos.

As crianças e adolescentes ao invés de verem-se como meras consumidoras de produtos digitais, como jogos e redes sociais, transformam-se em criadores conscientes e bem preparadas para interagir e até mesmo modificar esse mundo.

É justamente esse olhar ativo e engajado com o mundo digital que ajuda os(as) instrutores(as) da codeBuddy a trabalharem as habilidades empreendedoras de nossos alunos.

Você entende um pouco mais como isso ocorre na seção abaixo.

A educação codeBuddy trabalha com projetos práticos e inovadoras

Algumas disciplinas tradicionalmente ensinadas nas escolas sofrem para surtir efeitos nas crianças por conta de seu distanciamento da vida cotidiana das crianças.

Especialmente disciplinas com conteúdo abstrato, como matemática ou física, trabalham com problemas que exigem raciocínio lógico e muito foco. Não à toa, os alunos muitas vezes demonstram dificuldade para absorver os ensinamentos dessas matérias.

Na codeBuddy, trabalhos com projetos práticos, como você pode ver nos resultados do desafio Change The World – Game XP, no qual incentivamos nossos alunos a desenvolverem aplicações tecnológicas com um fundo social ou ecológico.

Ao criarem peças de robótica, jogos de computador, aplicativos ou websites, nossos alunos estão trabalhando seus aprendizados diretamente no mundo real, utilizando a lógica e a matemática para solucionar problemas reconhecíveis no dia-a-dia.

Essa conexão com a realidade muda tudo no aprendizado!

No quesito empreendedorismo, a possibilidade de criar soluções para o mundo é  importantíssima para trabalhar habilidades como solução de problemas, inovação e comunicação.

Se você tem alguma dúvida sobre a importância da tecnologia para o mundo do empreendedorismo, considere o papel que gigantes tecnológicas – como Google e Facebook – possuem na vida cotidiana e no mundo dos negócios. Agora pense que essas empresas um dia foram projetos de baixo orçamento de jovens programadores de computador.

Autonomia no aprendizado: entenda a importância dessas palavras no mundo do empreendedorismo

Nossos alunos são incríveis. A gente sabe reconhecer seus potenciais em suas criações, na desenvoltura que demonstram todos os dias ao trabalhar em seus projetos e no modo como surpreendem nossos(as) instrutores(as) superando todas as expectativas.

Essas crianças e adolescentes aproveitam um ambiente e um sistema de ensino preparado cuidadosamente para promover esse tipo de avanço e aplicação de seus potenciais.

É por isso que podemos comprovar os seus potenciais, eles(as) encontram um contexto preparado para que consigam aplicar as suas capacidades.

apresentamos aqui no blog algumas facetas muito importantes de nosso sistema de ensino. Primeiro porque trata-se de um sistema híbrido – que une educação a distância e educação presencial por meio de um sistema tecnológico – segundo porque trabalhamos com um ensino personalizado, em que cada aluno conta com a atenção especial de nossos(as) instrutores(as) que lidam com apenas 6 alunos(as) em cada aula.

É justamente essa autonomia no aprendizado que é capaz de nutrir as habilidades empreendedoras de nossos alunos.

Empreender significa pensar fora da caixa, ter coragem e desenvoltura para arriscar e transformar sonhos em realidade. Muitas vezes, grandes empreendedores(as) precisam compartilhar com as pessoas ideas inovadoras e que precisam ser aceitas para tornarem-se realidade.

A autonomia, nesse sentido, é essencial. Um(a) empreendedor(a) precisa ser capaz de manter se firme diante os obstáculos do caminho ao sucesso, confiando em suas próprias capacidades e abrindo espaço dentro do mundo dos negócios.

Como sabemos de tudo isso?

A codeBuddy é em si uma solução para o mundo tecnológico em que vivemos. Foi assim que chegamos a conclusão de que uma forma de ensino que valorizasse a autonomia e habilidades empreendedoras para o sec. XXI.

Foi assim que criamos esse empreendimento do qual somos tão orgulhosos. Unir tecnologia, programação, robótica e empreendedorismo em um sistema de ensino personalizado! Uma imagem brilhante que faz da codeBuddy nosso orgulho.

E quem ganha é você! Queremos oferecer uma aula experimental grátis para que seu filho ou filha possa começar o quanto antes a utilizar a imaginação para inovar e criar um novo mundo.

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Por que as crianças adoram estudar na codeBuddy

Não queremos nos gabar, mas fato é fato: as crianças adoram estudar na codeBuddy!

Descobrimos isso todos os dias, ao vermos nossos alunos e alunas com foco, atenção, melhores notas escolares e o sorriso que aparece no rosto ao finalizar um novo projeto.

Muita gente pode imaginar que o ensino de programação e tecnologia deve ser chato ou complexo demais para as crianças. No entanto, quando a própria tecnologia é usada para desenvolver um método de ensino inovador e divertido, a história pode mudar de figura!

É por isso que estamos tão orgulhosos com os resultados do ensino da codeBuddy!

Afinal, sentimos que estamos contribuindo para o futuro de formas construtivas e inovadoras, abrindo portas para crianças com potenciais incríveis.

Se você quer entender melhor como é estudar na codeBuddy, acompanhe abaixo um pouco de nosso dia-a-dia.

A gamificação garante engajamento e diversão

A gamificação é, basicamente, o uso da linguagem e da lógica dos games para criar um maior engajamento entre pessoas e tarefas. Essa técnica tem sido uma tendência em várias áreas e está chegando com tudo no mundo da educação.

Como as crianças adoram um bom game, transformamos nosso sistema de ensino em uma verdadeira aventura de conhecimento. As aulas se tornam fases e os desafios são acompanhados em nosso sistema online – o GameBuddy.

Não é preciso dizer muito: as crianças adoram! Sentem-se próximas do conteúdo ensinado e estimuladas para avançar e aprender mais. 
Na codeBuddy a gamificação participa de todo o nosso programa de ensino. Se você quer entender mais sobre o tema, leia nosso artigo completo sobre a gamificação.

As crianças sentem-se protagonistas de seu aprendizado

Um dos maiores problemas da educação tradicional é a distância entre as disciplinas e a vida das crianças. Na escola, muitas vezes, o(a) aluno(a) gostaria de estar fazendo qualquer coisa, menos aprendendo.

Na codeBuddy utilizamos de sistemas lúdicos – como a gamificação – para aumentar o engajamento das crianças com o ensino. Mas isso não é simplesmente uma forma de deixar o processo mais divertido.

Na verdade, o segredo por trás do sucesso do aprendizado é entregar nas mãos da criança o poder de aprender. Ela vai buscar o conteúdo por si mesma e aplicar em seus próprios projetos.

Nossos instrutores são treinados para sempre ajudarem as crianças a resolverem problemas sem tocarem no teclado. Incentivamos, deste modo, que nossos alunos(as) nunca percam a sensação de que são os atores principais de sua jornada codeBuddy.

Na codeBuddy as crianças querem aprender e é por isso que elas gostam e querem voltar para mais uma aula.

Os projetos realizados são práticos e divertidos

Aprender matemática por meio da programação de jogos, montar robôs inteligentes ou participar de um desafio para criar soluções para um mundo melhor. Esse são alguns exemplos do tipo de empreendimento que nosso alunos são levados a realizar.

O salto entre teoria e prático é fundamental para que o aprendizado seja efetivo, com ações no mundo real.

É muito mais fácil engajar-se em aprender matemática, por exemplo, se esse conhecimento fará com que você crie um jogo do 0, com seus personagens e histórias, para compartilhar com seus amigos.

Esse é um dos motivos chave pelos quais as crianças adoram estudar na codeBuddy: os resultados em suas próprias vidas são incríveis!

As habilidades de cada criança são valorizadas no ensino personalizado

Na codeBuddy, somos adeptos do chamado ensino personalizado e do ensino híbrido.

Esses dois funcionam em conjunto. O ensino híbrido é justamente a mistura entre o sistema educativo tradicional, baseado em aulas presenciais, com o ensino a distância, baseado em aulas virtuais.

Na codeBuddy, os alunos utilizam recursos virtuais mesmo dentro da sala de aula. Os instrutores estarão presentes e são responsáveis por apenas 6 alunos cada.

Com a facilidade de não precisarem ministrar longas aulas para a turma toda e de lidarem com um número reduzido de alunos, nossos(as) instrutores(as) podem concentrar-se nas qualidades específicas de cada aluno(a).

Os(as) alunos(as) adoram a sensação de aprender sem precisar seguir um padrão que deve ser igual para todos. Assim, sentem-se mais animados(as) com as aulas e criam laços construtivos com os(as) instrutores(as).

A codeBuddy fala a língua das crianças.

A tecnologia nem sempre é vista com bons olhos quando pensamos no uso infantil.

Sabemos que existem riscos e medidas necessárias para garantir que as crianças façam um uso adequado das novas tecnologias. Na codeBuddy abordamos muito esse tópico e nos preocupamos em divulgar ferramentas para que os pais possam educar e observar o comportamento digital de seus filhos.

No entanto, a expansão da tecnologia em nossas vidas está longe de acabar e sabemos que as crianças já crescem, hoje em dia, rodeadas de gadgets e redes sociais.

Ao invés de acompanharmos a ideia de que isso é um problema, acreditamos que é possível criar uma visão positiva, que alie educação e tecnologia em um sistema inovador.

Você viu nesse artigo um pouco das técnicas e da atmosfera do ensino codeBuddy. Mas isso é apenas uma amostra do efeito cotidiano que o diálogo mais próximo com as crianças pode obter.

Além de ensinarmos, aprendemos muito com elas! Seus insights são preciosos e a criatividade a flor da pele nos inspira a melhorar e continuar a oferecer um espaço em que o ensino de qualidade é praticado.

Falar a língua das crianças não é simplesmente uma técnica para aproximá-las do ensino. Significa levar elas a sério! Afinal, as soluções capazes de mudar o rumo de nosso mundo serão postas em prática por elas.

É no frescor da criatividade de nossos alunos e alunas que a codeBuddy pode inovar e crescer com você.  Gostou de nossa abordagem para o aprendizado de tecnologia? Descubra como é estudar na codeBuddy agendando uma aula experimental para seu filho ou filha!


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Projetos de alunos da codeBuddy que vão te deixar de boca aberta

Os alunos da codeBuddy são um arraso! Recentemente publicamos aqui blog os projetos de 3 crianças para mudar o mundo. Estávamos apresentando os 3 vencedores de cada categoria de nosso concurso Change The World – Game XP.

O concurso foi dividido por idade (de 7 a 9 anos, 10 a 13 anos e 14 a 17 anos) e obtivemos resultados incríveis e capazes de te deixar de boca aberta.

Uma das maiores motivações na criação desse desafio foi criar um ambiente de incentivo para as capacidades das crianças de inovar e inventar o futuro. Já ouviu o ditado de que as crianças são a esperança para o futuro? Na codeBuddy nós acreditamos nisso e apostamos que a tecnologia pode ter um papel decisivo nesse processo!

Pensando nisso, resolvemos que falar apenas dos 3 projetos vencedores não fazia juz a criatividade e desempenho de nossos alunos no desafio Change The World. Por isso, separamos neste artigo projetos de nosso alunos que vão te deixar de boca aberta!

Vamos lá?

1 – Um jogo que incentiva o cuidado com o lixo no meio ambiente

Sabemos que o problema do lixo nos oceanos é um dos maiores assuntos ecológicos dos últimos anos. A conscientização quanto ao uso de plástico, por exemplo, que está contaminando e ajudando a matar espécies marinhas, é essencial para que um futuro mais  sustentável possa surgir em nosso mundo.

Essa foi a preocupação de Kauã Mota, um de nossos alunos da cidade de João Monlevade, em Minas Gerais. Kauã concorreu no desafio Change The World na categoria entre 7 a 9 anos e apresentou um jogo bonito e divertido, no estilo dos games mais famosos para celulares.

Segundo as palavras de Kauã: “as pessoas irão aprender a viver melhor com a natureza com esse jogo, sem causar danos a ela”.

2 – Ajudando a apagar os incêndios florestais

A questão recente dos grandes incêndios na floresta amazônica comoveu o mundo e tornou-se uma grande pauta nas discussões sobre preservação ambiental e desenvolvimento sustentável.

As crianças são especialmente atentas a esses acontecimentos e dar espaço para que se expressem é um ótimo início para que as soluções que esperamos possam ter resultados no futuro.

Danilo Medeiros, nosso aluno da unidade codeBuddy de Itajaí em Santa Catarina, participou do desafio na categoria entre 7 e 9 anos de idade, com um jogo focado especialmente no tema dos incêndios florestais.

O jogador precisa direcionar a água que um helicóptero de resgate joga sobre a floresta. A ideia é que isso tem que ser feito rapidamente, a depender dos níveis de dificuldade que o Danilo planejou pra gente.

Além de incentivar a preservação da floresta, devemos dizer que o jogo do Danilo ficou bem divertido!

https://www.youtube.com/watch?v=xWW8DqtnvY8&feature=youtu.be

3 – O jogo para combater o Bullying

A prática do bullying nas escolas é uma questão pedagógica complicada. O que fazer quando crianças se juntam para atazanar a vida de um colega? Na codeBuddy costumamos abordar esse tipo de problema, inclusive em sua versão online, algo que buscamos informar aos pais neste artigo.

A preocupação com o bem estar das crianças que sofrem bullying foi a problemática escolhida para o projeto de Daniel Lodi, nosso aluno em Lagoa Santa – MG. Daniel participou do desafio Change The World, na categoria entre 10 e 13 anos, com uma caracterização impactante do tipo de falas e ações que rodeiam a prática do bullying.

A apresentação que o aluno faz do projeto é inspiradora e também a solução para o problema indica a maneira como as crianças lidam com a questão. É isso aí Daniel!

4 – Um abajur que desliga sozinho

Quem nunca dormiu e esqueceu o abajur ligado que atire a primeira pedra. Especialmente nos tempos modernos em que a gente às vezes fica enrolando bastante antes de dormir, não é difícil de acontecer.

Pensando nisso, o Theo, um aluno da codeBuddy em Ouro Preto – MG, criou um sistema de abajur que desliga automaticamente e ainda é capaz de mudar em alternar em 3 cores, vermelho, verde e azul.

Segundo o menino de apenas 9 anos, a sua invenção pode ajudar a economizar energia elétrica.

Esse desafio nos deixa orgulhosos por demonstrar que a tecnologia e a inovação podem transformar o mundo por meio da educação. Se você gostou do que viu, leia mais sobre a relação entre tecnologia e educação ou conheça nossos cursos!


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Como a gamificação nos ajuda a manter os alunos mais engajados

Vivemos em um mundo no qual a gamificação tornou-se um fenômeno presente nas nossas interações cotidianas. Você já percebeu?

Gamificação é a forma como denominamos o uso de lógicas e dinâmicas provenientes do mundo dos games, mas aplicadas em outros contextos, como em aplicativos, estratégias de produtividade em empresas e no universo educacional. 

Os resultados da gamificação são tão impressionantes que dificilmente você irá se deparar com uma startup moderna que não utilize essa técnica em algum sentido, seja para engajar novos clientes ou para incentivar a produtividade de funcionários.

Na codeBuddy a gamificação é uma aliada essencial em nossa abordagem pedagógica. Nesse artigo iremos apresentar um pouco do que consideramos ser uma das grandes estratégias para o aprendizado no séc. XXI.

Vamos lá?

O que define a gamificação?

Os jogos fazem parte do contexto da vida humana desde os seus primórdios. Brincadeiras, disputas e esportes são capazes de gerar uma imersão sem igual nas interações sociais e individuais.

Se seu(ua) filho(a) gosta de jogos, você já deve ter notado que ele(a) é capaz de concentrar-se como ninguém quando o assunto é passar uma fase ou vencer uma partida, não é mesmo?

No mundo dos games basta um conjunto de regras, um objetivo em comum, alguém com quem competir e pronto, você verá coisas incríveis acontecendo na sua frente.

Times são criados de acordo com as habilidades de cada participante. Treinamentos são realizados e novos conhecimentos são transferidos em um processo de desenvolvimento individual. Sabemos que cada integrante de um time deverá explorar suas habilidades específicas e depois contribuir para o sucesso da equipe.

Se o jogador apenas buscasse adquirir os mesmos conhecimentos, mas sem o incentivo da competição ou dos prêmios e recompensas que o jogo proporciona, o engajamento com o aprendizado seria muito menor.

Quando falamos de gamificação, estamos emprestando do mundo dos jogos essa dinâmica instigante entre desenvolvimento e objetivo.

Essa tendência está presente de várias formas nas soluções mais recentes que a tecnologia tem oferecido para o cotidiano. Aplicativos de desenvolvimento pessoal frequentemente usam um esquema lúdico para incentivar o trabalho diário. Outras soluções desenvolvem prêmios específicos, como insígnias ou brindes, a partir de atividades que aumentam o engajamento das pessoas com a marca.

Poderíamos dar vários exemplos de como a gamificação está sendo implementada em esferas culturais e tecnológicas. Porém, queremos falar pouco do jeito que usamos a gamificação aqui, na codeBuddy!

Um concurso de tecnologia para mudar o mundo

Como uma escola de tecnologia, não poderíamos estar mais orgulhosos dos efeitos da gamificação em nossos alunos.

Podemos dizer que ela está presente desde o início do aprendizado no curso que o aluno escolheu – seja programação de games, lógica, robótica ou qualquer um de nossos programas – até a apresentação dos resultados desse aprendizado.

Vamos dar um exemplo recente e incrível de como usamos a gamificação. 
Gostamos de trabalhar com o aprendizado por meio de projetos, nos quais nossos alunos colocam a mão na massa para colocarem suas ideias em prática. 

Essa ideia por si só já é divertida. Mas será que um concurso com os melhores projetos não daria uma ajuda na empolgação dos alunos?

Foi exatamente isso que fizemos quando lançamos o concurso Change The World – Game XP, em que crianças e adolescentes (nossos alunos ou não) foram encorajados a criar soluções tecnológicas para ajudar em problemas de interesse social ou ecológico. Os primeiros colocados na disputa ganharam ingressos para o Game XP, o maior gamepark do mundo que rolou em Julho na cidade do Rio de Janeiro.

Esse é um exemplo de uma maneira de utilizar a gamificação para garantir ótimos resultados. Além de incentivar reflexões importantes a respeito de temas contemporâneos, vimos nosso alunos usarem tudo o que aprenderam para criar projetos inovadores.

Se você tem alguma dúvida, confira os 3 projetos de crianças para mudar o mundo que venceram nosso concurso.

A gamificação na codeBuddy: sucesso no engajamento dos alunos

O exemplo do concurso Change The World – Game XP é ótimo para demonstrar os efeitos da gamificação em larga escala. No entanto, aqui na codeBuddy trabalhamos com essa estratégia em todas as etapas do aprendizado.

Na codeBuddy somos adeptos do ensino híbrido, uma espécie de mistura entre o formato tradicional de aulas e o EAD – Ensino a distância.

Nossos alunos absorvem grande parte do conteúdo das aulas por meio de vídeos e atividades disponíveis em nossa plataforma digital, a Gamebuddy. Esses materiais são utilizados até mesmo dentro das aulas, o que permite que nossos instrutores possam utilizar o tempo disponível de maneira inteligente, cuidando das necessidades específicas de cada aluno.

Mas para que esse ensino personalizado funcione direitinho, nossos alunos precisam estar realmente engajados com o aprendizado, ao ponto de tornarem-se responsáveis e ativos quanto ao próprio avanço. É assim que a gamificação torna-se uma grande aliada.

Nossa plataforma transforma o aprendizado em uma atividade lúdica. As aulas são como fases de um jogo e nossos alunos podem criar um personagem com o qual vão passar por desafios, ganhar pontos e liberar novos conteúdos. A ementa do curso é vista como um mapa da aventura e novos assuntos são desbloqueados com novos mundos a serem explorados.

Os professores também estão presentes nessa plataforma, orientando e guiando, como um personagem especial dentro do jogo.

Nosso sistema de gamificação tem até mesmo uma moeda digital, a budcoin, que utilizamos para recompensar nossos alunos dentro da plataforma. Assim, eles podem adquirir itens para seus personagens e garantimos que continuem engajados no aprendizado.

Com esse engajamento garantido por um sistema lúdico de ensino, nossos(as) instrutores(as) podem concentrar-se em trabalhar com os 6 alunos designados para cada um(a) dentro das aulas.

Eles(as) como treinadores(as) que trabalham as qualidades específicas de cada pessoa, sem ter de padronizar ou exigir de todos os alunos o mesmo tipo de habilidade.

A diferença é que o esporte que essas crianças irão enfrentar será a própria vida! De posse de habilidades incríveis trabalhadas de forma dinâmica e divertida em nossas aulas.

Já imaginou como é divertido aprender assim? O que você acha da gamificação? Comente abaixo e ajude a construir o mundo codeBuddy!

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Ensino personalizado: como ministramos até 6 aulas diferentes ao mesmo tempo

Será que existe um ensino capaz de atender igualmente às expectativas de todos os alunos e alunas em uma sala de aula? Esse ideal está mais próximo do que nunca, com o avanço crescente do ensino personalizado.

Uma questão importante do universo educacional é buscar formas de adequar o ensino às velocidades e capacidades individuais dos pupilos. Afinal, algumas crianças aprendem matemática com uma facilidade incrível, enquanto outras se dão melhor com disciplinas humanas ou biológicas

E está tudo certo! Cada pessoa é única e consegue avançar melhor em seu próprio universo de interesses.

A ideia de que todo mundo deve aprender da mesma forma está ultrapassada e em seu lugar vemos crescer a tendência do ensino personalizado, que está tomando forma com uma ajudinha dos avanços tecnológicos que marcam o nosso tempo.

Aqui na codeBuddy, utilizamos o ensino personalizado como uma das bases de nossa metodologia e podemos dizer, os resultados são incríveis!

Quer entender um pouco mais sobre como funcionam essas novas formas de ensinar e aprender? Acompanhe abaixo.

A autonomia do aluno em relação ao aprendizado

O ensino personalizado está intimamente conectado à ideia de autonomia do aluno. Em nosso sistema, é ele quem é responsável por seus avanços e pela forma que aplica o conteúdo aprendido.

A imagem que temos do ensino tradicional é pautada na ideia de um(a) professor(a) que ministra a aula explicando o conteúdo e transmitindo a informação para a sala de aula. Ele é o centro das atenções enquanto uma fonte de conhecimento.

No entanto, essa estratégia apresenta alguns problemas. Um exemplo é como a quantidade de alunos em uma sala de aula ou a competição com fatores externos como celulares ou conversas, podem se tornar um obstáculo para que o aprendizado aconteça da maneira esperada.

Essa é uma das questões que podem ser solucionadas no sistema de ensino personalizado.

A ideia é inverter essa equação. No ensino personalizado, o educador deve cuidar para que o aluno sinta-se engajado e queira procurar o conhecimento por conta própria, utilizando as ferramentas de seu próprio mundo. A sua evolução não dependerá do nível de outros alunos ou do padrão da classe, mas das necessidades de seus projetos pessoais, da aplicação dos conhecimentos em sua vida cotidiana.

Nesse sentido, os Instrutores da codeBuddy, ao invés de ministrarem uma aula padronizada, são encarados como mentores, facilitadores ou verdadeiros designers do aprendizado em sala de aula. Os alunos podem avançar em seu próprio ritmo, acessando os conteúdos que fazem sentido para os obstáculos e aprendendo a “pensar fora da caixa” ao invés de se enquadrarem em uma.

O tempo de nossas aulas permite uma flexibilidade generosa com cada caso. No período de uma aula, um aluno pode avançar quatro fases (cada fase é equivalente a uma aula), outro pode avançar uma. Está tudo bem! Pois o que importa é a absorção do conteúdo que cada criança faz. Assim, a sensação de “ficar para trás” não ocorre, pois apesar de trabalharmos como a linguagem dos games, não existe uma competição para ver quem aprende mais rápido.

Certo, tudo isso é muito bonito na teoria, mas como será que funciona na prática? É isso que vamos abordar um pouco a seguir.

O ensino híbrido e o papel da tecnologia no ensino personalizado

Criar uma forma de educar personalizada e voltada às necessidades de cada um sempre foi um sonho do mundo da pedagogia. Autores renomados como o educador brasileiro Paulo Freire e o psicólogo russo Vygotsky falaram, cada um a seu modo, da necessidade de que as crianças pudessem aprender trazendo os conteúdos para as suas vidas, aplicando-as no cotidiano.

Essa é a melhor forma de aprender. É muito mais fácil evoluir em qualquer tema quando ele se conecta com nossos interesses.

Ainda assim, o ensino personalizado parecia um sonho, já que as salas de aula no Brasil, por exemplo, normalmente são formadas por entre 20 a 35 alunos. Ainda que o(a) professor entenda e conheça as necessidades de cada aluno(a), dar atenção individual, ministrar aulas e ainda cuidar da disciplina de tantas crianças é uma tarefa praticamente impossível.

No entanto, o crescimento da tecnologia tem mudado esse cenário drasticamente.

O chamado ensino híbrido trata justamente de uma mistura de diferentes técnicas e abordagens que ajudam o(a) educador(a) a ter mais tempo e espaço para se dedicar às necessidades de cada um.

Na codeBuddy, trabalhamos como uma espécie de plataforma de educação a distância, com aulas e exercícios feitos no mundo virtual. Porém, essa plataforma é usada de maneira presencial, com um instrutor em sala de aula, o que caracteriza nossa visão específica de ensino híbrido.

A tecnologia e o ensino a distância aparecem para ajudar nas atividades dentro da sala de aula e vice-versa!

Uma das formas em que o ensino híbrido pode acontecer é no uso de robustas plataformas educacionais que podem automatizar parte do ensino e abrir caminhos para que o(a) aluno(a) possa criar um engajamento direto com os conteúdos aprendidos.

Nas aulas da codeBuddy, os alunos devem criar um login em nossa plataforma educacional, a Game Buddy, desenhada especialmente para oferecer aprendizado de maneira lúdica e divertida. O(a) aluno(a) encontrará aulas, jogos e criará um(a) personagem que será seu avatar nessa jornada.

Todo o processo utiliza a gamificação como ferramenta de aprendizado. Ou seja, por meio de prêmios e incentivos, nossos(as) alunos(as) podem criar um engajamento especial com o ensino. Os módulos do curso foram transformados em mapas visuais de uma jornada, as aulas são fases e completá-las ajuda a subir de nível e ganhar novos ítens.

Além disso, o(a) instrutor(a) também está no jogo! Ele(a) é o(a) mentor! Nunca foi tão fácil garantir uma postura de respeito e colaboração com os(as) alunos(as).

Aqui no blog nós sempre abordamos como a tecnologia pode auxiliar a educação. Sabemos que o mundo dos jogos é muito presente na vida de crianças e adolescentes e nessa plataforma procuramos trazer a educação para esse contexto, fazendo-a tornar-se parte do cotidiano real de crianças e adolescentes que crescem na era da informação.

Agora que você está por dentro de alguns dos métodos que utilizamos para ensinar tecnologia na codeBuddy, ficou mais fácil entender como conseguimos dar 6 aulas diferentes ao mesmo tempo.

Antes de mais nada, isso pode acontecer porque limitamos o número de 6 alunos(as) para cada instrutor(a) em nossas aulas. Essa questão numérica já ajuda muito na hora do(a) instrutor(a) distribuir a atenção e entender quais são as necessidades e qualidades específicas de cada um(a).

Além disso, como os(as) alunos(as) são incentivados(as) a serem autônomos(as) em suas jornadas, o(a) instrutor pode circular na classe, enquanto aulas e desafios acontecem na plataforma tecnológica. 
Quer conhecer na prática os efeitos da educação personalizada? Agende uma aula experimental grátis e conheça o universo codeBuddy!

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Escola de tecnologia lança desafio “Change the World – Game XP” para jovens de todo o país

codeBuddy, a escola de tecnologia oficial da Game XP, convida crianças e adolescentes a criar games ou apps que resolvam problemas reais. Com apenas alguns cliques e poucos segundos, crianças e adolescentes acessam diversos mundos, seja assistindo a um vídeo ou cumprindo missões em games.

No entanto, esse uso mais facilitado e frequente da tecnologia, sem dúvida, pode promover muito mais do que momentos de entretenimento. Quando usada de forma consciente e produtiva, a tecnologia abre portas para universos de possibilidades.

Pensando nisso, a rede de escolas codeBuddy, especializada em programação e robótica, lançou o desafio Change the World – Game XP, no qual jovens, a partir de 7 anos e que completem 17 até o último dia de inscrição, vão apresentar soluções para problemas reais por meio de games ou aplicativos sobre áreas que impactam toda a sociedade, como: saúde, educação, meio ambiente, acessibilidade, segurança, negócios, empresas e energia limpa.

Serão três categorias – para participantes de 7 a 9 anos, de 10 a 13 anos e de 14 a 17 anos – e cada uma terá um vencedor. “Esse exercício de usar a tecnologia para criar, e não apenas para consumir, é um estímulo para o desenvolvimento de diversas habilidades, como a criatividade, além de ajudar a preparar a nova geração para um futuro cada vez mais tecnológico”, diz o Diretor da codeBuddy, Eduardo Honzak.

Os concorrentes, que podem ser de qualquer estado e não precisam ser alunos da codeBuddy, devem ter seus projetos inscritos pelo site bit.ly/desafiogamexp até 8 de julho, incluindo um vídeo de até um minuto que defenda a ideia do projeto.

O desafio vai contar com jurados técnicos para a definição dos projetos vencedores, que vão ganhar dois passaportes para a Game XP – o primeiro e maior game park do mundo, montado no Parque Olímpico da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, e repleto de atrações dos dias 25 a 28 de julho.

Se os escolhidos forem de fora do Rio, vão ter direito também a duas passagens aéreas de ida e volta para viajar e curtir o evento com um responsável maior de idade como acompanhante. Mais detalhes e o regulamento completo está disponível no site de inscrição.

Presente em vários estados com mais de 30 unidades em funcionamento, a codeBuddy é apoiadora oficial da Game XP e vai participar, inclusive, da programação do evento, levando várias atividades a todos os apaixonados pela cultura gamer que forem embarcar nessa experiência imersiva no mundo dos jogos.

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Dia da Toalha: como aproveitar o crescimento na indústria de games

O dia 25 de maio ficou mundialmente conhecido como o “dia do orgulho nerd”. A data, também batizada como Dia da Toalha, inspira-se inicialmente na série de livros de ficção científica escritos por Douglas Adams.

Em O Guia do Mochileiro das Galáxias, a toalha é o único item que um terráqueo consegue levar consigo quando a Terra é destruída por uma espécie alienígena. O objetivo não era conquistar novos mundos, entretanto, mas sim construir uma auto-estrada intergalática. Irônico, não?

Aliás, vale lembrar que é justamente este livro que traz a resposta para a pergunta mais inquietante do milênio: o sentido da vida, do universo e tudo mais. Caso esteja se perguntando, a resposta é 42 – mas debater isso fica para outro momento.

O dia mundial do orgulho nerd

Para quem não conhece, o nome para a data mundial do orgulho nerd pode parecer excêntrico, mas é o sinal de um mercado de proporções milionárias e que aponta para um crescimento ainda maior nos próximos anos.

Estamos falando de nada mais, nada menos que o mundo geek. Um universo que une tecnologia, entretenimento e um modo de vida instigante no qual o limite é o universo. Essa realidade multifacetada pode ser vista em filmes, músicas, livros, histórias em quadrinhos, mangás, brinquedos, roupas e uma série de outros fenômenos culturais.

No entanto, decidimos abordar um nicho que consideramos particularmente especial dessa imensa cultura. O interesse não é à toa: segundo dados do BNDES, a indústria dos games movimenta mais de 90 bilhões de dólares por ano.

Vistos como entretenimento, esporte e até mesmo como método educacional, os jogos estão cada vez mais assumindo papel relevante na sociedade. Afinal, movimentam milhares de pessoas, tornando-as unidas em suas preferências.

Quer saber como aproveitar o crescimento dessa indústria? Confira abaixo!

Dia da Toalha, conhecido como Dia do Orgulho Nerd

O mundo dos games

Muitas pessoas, quando ouvem a palavra “games”, podem pensar que se trata de jogos de crianças ou até de distrações para passar o tempo. Não imaginam que é uma indústria tão capaz de fazer a diferença, nem que incontáveis pessoas fazem suas vidas ao redor dessas peças tecnológicas.

Um exemplo da grandeza do mercado de games foi o sucesso vertiginoso de GTA V. Maior sucesso da franquia, o jogo tornou-se a peça audiovisual com o maior lucro da história, superando até mesmo os maiores blockbusters de Hollywood.

E esse é apenas um exemplo do sucesso e expansão da mídia dos games desde os primeiros jogos lançados para o console Atari na década de 70. Você mesmo pode ter observado o desenvolvimento da indústria, passando por marcas clássicas como Nintendo e SEGA, por exemplo.

Hoje, elas são apenas partes das grandes franquias existentes de jogos online. Franquias que se espalham por computadores, tablets, celulares e consoles de última geração.

Nesse mundo, a expansão tecnológica acompanha um aumento na diversão e também nos desafios mentais que os jogos podem proporcionar. Games com longas histórias como Skyrim, Battlefield ou Bioshock podem transportar os jogadores para outros mundos, períodos históricos e contextos inovadores.

Outros, como o fenômeno do Minecraft, são capazes de engajar crianças e até jovens adolescentes em um grande exercício de construção, lógica e livre expressão.

Adicione uma dose de ficção científica e ainda encontramos as novas opções de imersão em realidade virtual e 3D que estão levando o mundo dos games a outros patamares.

No Brasil, o mercado de games está em um boom sem precedentes. Em 2018, as estimativas eram de 75 milhões de gamers, responsáveis por movimentar mais de 1,5 bilhão de reais.

Sim, em plena crise econômica, o mercado segue em crescimento. Não é de se estranhar: 82% dos brasileiros jogam em seus smartphones. Já jogou Candy Crush hoje?

A variedade de temas e mecanismos que permeiam essa indústria ajuda a entender as possibilidades de investimento e expansão do mercado de trabalho. Em um mundo em que existe a preocupação de que a tecnologia pode acabar com os empregos, a boa notícia é que a criação de um game exige um contingente profissional muito variado. Veja abaixo algumas das opções do mercado de trabalho ao redor da indústria de games.

Desenvolvimento de jogos mobile: o futuro

Designer de games

Um designer de games tem o poder de criar o universo no qual milhões de pessoas irão embarcar. É, de certa forma, até um pouco parecido com a construção de Douglas Adams. Ou de Philip K. Dick (autor de Blade Runner) ou de John Scalzi (autor contemporâneo, conhecido pelo sucesso A Guerra do Velho).

Seja em uma galáxia muito distante ou na hipnótica repetição de um Pac Man, a visão do designer de games indica as características do mundo no qual o jogador irá explorar.

Isso não significa apenas imaginar o visual do jogo, mas todos os esquemas mentais necessários para passar de uma fase a outra ou a melhor forma de enfrentar um desafio. Como instigar o raciocínio, prender a atenção e entreter o jogador?

Desenvolvedores de jogos são reconhecidos no Dia da Toalha

Desenvolvimento de software e programação de computadores

A imagem visualizada tem que ser construída, do mesmo modo que O Guia do Mochileiro das Galáxias só pôde se tornar um fenômeno cultural depois que seu autor utilizou dias e dias adicionando palavras umas às outras para criar uma obra completa.

No caso dos jogos, esse trabalho é para quem entende a linguagem de programação. Assim, os(as) programadores(as) criarão um código capaz de ser “lido” pelo computador, console ou celular que vai rodar o jogo.

Nesse processo, as instruções do designer de games serão postas em teste. O desenvolvimento em si fica por conta desses magos capazes de transformar sonhos em realidade.

animadores e artistas visuais criam jogos

Animadores e artistas visuais

Um universo um pouco mais conhecido, por ser tão próximo do designer digital, a animação é essencial para os jogos. Afinal, são suas características visuais que chamam mais ou menos atenção à um primeiro olhar. E podem ser tão realistas ou abstratos quanto os artistas visuais desejarem!

Não apenas isso, é essencial que esse tipo de artista entenda e crie a melhor ambientação e caracterização das personagens. Assim, os jogadores se sentirão mais próximos daquela realidade virtual e sentirão as emoções mais à flor da pele.

Não é isso que, de certa forma, buscamos? Novas experiências sem sair de casa? O Dia da Toalha também incentiva essas descobertas entre quatro paredes, seja lendo ou jogando.

mundo dos games

O mercado ao redor dos games

As profissões dispostas anteriormente são apenas algumas das mais influentes da longa carreira produtiva da produção de games. Para além delas, temos funções que vão desde produção, administração e marketing, até jogadores profissionais que contam com treinadores, patrocínios e disputas internacionais.

Você já deve ter ouvido falar do mundo dos e-sports, que desde 2017 vem ganhando espaço em grandes redes de televisão. É por causa dele que, literalmente, jogadores profissionais ganham a vida se tornando os melhores em jogos competitivos.

Além das competições nacionais, continentais e mundiais, esse setor ainda conta com um belíssimo fator da tecnologia: as lives. A movimentação funciona entre jogadores e espectadores, um responsável por produzir conteúdo que os outros querem consumir.

O mais incrível? Não é tão diferente assim de parar e assistir a um jogo de futebol do seu time do coração na TV. Aliás, times de futebol têm inclusive optado por adentrar nesse universo, como o Flamengo com um time fortíssimo no primeiro CBLOL de 2019.

É por isso que os eventos de games são uma boa pedida para quem busca investir em um mercado com público certo. O público geek, além de afoito pelos jogos, é grande consumidor de objetos de suas franquias favoritas, como bonecos, miniaturas e réplicas.

Adiciona-se isso ao apreço pela compra de itens tecnológicos de última geração e encontramos a fórmula perfeita para a união entre entretenimento, cultura e mercado. Quem ficar de fora, está claramente apenas perdendo espaço.

E você? Já pensou em aproveitar o Dia da Toalha para se inspirar e quem sabe criar um jogo do zero? A codeBuddy pode ajudar crianças e adolescentes nessa jornada.


programar desde cedo
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Qual é a quantidade ideal para o uso da tecnologia?

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My Daddy says that Mamma is going to have to go 200-310 dumps be Itcertpasses with her.” My 1Z0-061 pdf heart nearly stopped beating. Then the boy looked at me again and said, “I told my Daddy to tell my Mama not to go MCSD 70-486 Exam CCNP Collaboration 300-080 Exame yet. I told him to tell her to wait 200-310 dumps till I got Itcertpasses back from the store.” Then he asked me if CCNP Collaboration 300-080 Exame Examprepwell i Itcertpasses wanted to see his picture. I told him I’d love 1Z0-061 pdf to. He 210-260 dumps pulled out some picture he’d had Itcertpasses taken at the front of Itcertpasses the store. He said, “I 1Z0-061 pdf 210-260 dumps 210-260 dumps want my Mama 70-532 dumps to take 200-310 dumps this Examprepwell with Examprepwell her 1Z0-061 pdf 70-532 dumps so the dosen’t Itcertpasses 200-310 dumps ever forget me. I love my Mama so very much 70-532 dumps and I 1Z0-061 pdf wish she dind not have to 70-532 dumps 70-532 dumps leave me.But Daddy says she will 70-532 dumps need to be with my sister.” I saw that the little boy had Examprepwell lowered his head CCNP Collaboration 300-080 Exame and 200-310 dumps had grown so qiuet. While he was not looking I 210-260 dumps reached into my purse and pilled out a CCNP Collaboration 300-080 Exame handful of bills. I asked the little boy, “Shall 1Z0-061 pdf we count that miney one more time?” He grew CCNP Collaboration 300-080 Exame excited 200-310 dumps and said, “Yes,I CCNP Collaboration 300-080 Exame Examprepwell just know it has to be enough.” Examprepwell So I slipped my 1Z0-061 pdf money in with his and we began to count it . MCSD 70-486 Exam Of course it was plenty for the 210-260 dumps doll. He softly said, “Thank you 210-260 dumps Jesus for giving me enough money.” Then the boy said, “I just 70-532 dumps asked Jesus to give me MCSD 70-486 Exam enough money to buy this doll so Mama can take it with MCSD 70-486 Exam Itcertpasses her to give my sister. And he heard my prayer. I wanted to ask him give for enough to buy my Mama a white rose, but I didn’t ask him, 1Z0-061 pdf but he gave me enough to MCSD 70-486 Exam 70-532 dumps buy CCNP Collaboration 300-080 Exame the doll and a rose for my 1Z0-061 pdf Mama. She loves white rose so much. “In MCSD 70-486 Exam a few minutes the aunt 70-532 dumps came back and I wheeled 200-310 dumps my cart away. I could not keep from thinking about the little boy as I finished my 200-310 dumps shoppong in 200-310 dumps a ttally different spirit than when I CCNP Collaboration 300-080 Exame had started. And I kept remembering a story I had seen in the newspaper several days earlier about a drunk driver hitting a car 1Z0-061 pdf and killing7 a 1Z0-061 pdf 1Z0-061 pdf little girl and the Mother was in serious condition. The family was deciding on whether to remove the MCSD 70-486 Exam life support. Examprepwell Now surely this little boy did not belong with that story.Two days Examprepwell later I read in the paper where the family had disconnected the life support and 200-310 dumps the young woman had died. I 210-260 dumps could not forget the little boy and just kept wondering if the two were somehow connected. Later that day, I could MCSD 70-486 Exam not help myself and I went out 70-532 dumps and bought aome white roses and took them CCNP Collaboration 300-080 Exame Itcertpasses to the funeral home MCSD 70-486 Exam where the CCNP Collaboration 300-080 Exame yough woman was .And there she was holding a lovely white rose, the beautiful doll, and the picture of Itcertpasses the Itcertpasses Examprepwell little boy in MCSD 70-486 Exam the store. I left there in tears, thier life changed forever. Examprepwell The love that little boy had for his little sisiter and his mother was overwhel. And in a split8 second a drunk driver had ripped9 the life of that little boy to pieces.

Qual é a quantidade ideal para o uso da tecnologia?

Computadores, celulares, tablets, televisores. Os gadgets estão tão inseridos em nossas vidas que se tornou difícil imaginar o mundo contemporâneo sem a sua influência. As telas se tornaram o centro de grande parte de nosso entretenimento, informação, comunicação, e a cada dia fala-se mais da importância da tecnologia na educação.

É realmente difícil imaginar situações do passado — como a impossibilidade de se ligar para alguém em um momento de emergência – sem nos sentirmos aterrorizados. Além disso, a internet se tornou móvel e um verdadeiro oceano de possibilidades pode ser alcançado na distância de alguns toques. Isso significa informação e conectividade, mas também pode ocasionar ansiedade, dependência e insônia.

Entre os toques e horas de navegação entre seus próprios gadgets e a vida familiar, é natural que os pais se preocupem e busquem maneiras de regular, positivar ou apenas de manter a vida tecnológica de seus filhos em um patamar aceitável.

Isso, porque os adultos de hoje – pessoas que cresceram em um mundo sem internet – ainda estão reconhecendo os efeitos que a tecnologia pode ter no desenvolvimento de seus filhos e nas novas gerações que aprendem a mexer em celulares, tablets e computadores desde cedo.

Que tal falarmos sobre esses efeitos e como lidar com a presença constante da tecnologia na vida das crianças?

Uma das missões da codeBuddy é oferecer mecanismos para positivar a relação entre pais, filhos(as) e a tecnologia. Por isso, separamos algumas reflexões a respeito da quantidade (e da qualidade) ideal para o uso da tecnologia.

Vamos lá?

A tecnologia como distração

Qual é a quantidade ideal para o uso da tecnologia?

Vamos direto ao ponto, pois essa é uma atitude muito comum dos pais desde a invenção da televisão, pelo menos.

Por mais dedicados que os pais possam ser, criar filhos é uma tarefa desafiadora e exigente. É preciso ter paciência em dobro e muita força de vontade para lidar com os caprichos dos pequenos depois de dias de trabalho intenso.

É por isso que muitos pais e mães usam a tecnologia para distrair as crianças. Para evitar problemas e para que fiquem quietos. Nesse sentido, é comum que sejam ditas frases como “vai mexer um pouco no celular”, “vá ver um pouco de TV”, “vá jogar no tablet” etc.

Ainda que ninguém seja de ferro e um joguinho ou canal do YouTube Kids possa ajudar a ter aquele momento de paz de vez em quando, associar o uso da tecnologia à distração é uma atitude que pode ser perniciosa para o desenvolvimento das crianças.

Muitas vezes são justamente os pais que mantém essa atitude aqueles responsáveis por regular a atividade tecnológica dos filhos mais pela quantidade do que pela qualidade. E esse é um dos maiores problemas segundo a psicóloga Jocelyn Brewer, que aponta a vida online como uma espécie de dieta: é mais importante você pensar no que você come do que calcular a quantidade de calorias diárias.

Você pode manter a rigidez e obrigar seu filho(a) a utilizar a internet apenas 2 horas por dia, mas isso não será uma ação eficaz, caso esse tempo seja gasto com conteúdo de baixa qualidade.

A melhor saída para esse impasse entre qualidade e quantidade é justamente integrar o uso da tecnologia com a vida familiar, ou seja, não basta triangular o tempo dos pequenos na frente da tela. É preciso sentar com eles, jogar junto, certificar-se que a tecnologia não seja uma forma de alienar-se do mundo, mas sim uma interação positiva para o desenvolvimento da criança.

Qual é a quantidade ideal para o uso da tecnologia?

Como limitar o uso abusivo da tecnologia

Existem muitos fatores positivos do uso da tecnologia no desenvolvimento das crianças, muitos deles já abordados no blog da codeBuddy, como o uso de jogos para auxiliar o desenvolvimento lógico, ou da programação como um mecanismo moderno educacional.

Além disso, mesmo em casa, podemos considerar que aplicações como o YouTube e jogos como o Minecraft são ótimas ferramentas educacionais, especialmente se o uso for acompanhado da presença e interação dos pais, como sugerimos no tópico anterior.

No entanto, o excesso do uso da tecnologia pode ser um grande problema ao fundamentar nas crianças alguns costumes e práticas perniciosas, típicas da era da informação. O uso descontrolado da tecnologia pode gerar ansiedade, depressão e inabilidade para interações sociais.

Por isso, apesar da qualidade do uso da tecnologia ser mais importante do que a quantidade, alguns pais podem sentir a necessidade de limitar o tempo de uso dos aparelhos durante a semana. Isso não é uma ideia ruim. No mundo de hoje, vemos casos de crianças que passam noites assistindo youtubers ou interagindo em jogos inapropriados para suas idades.

Um dos maiores problemas do excesso do uso de aparelhos com telas é o prejuízo ao sono. Tudo pode piorar se as crianças tiverem televisão no quarto, o que auxilia a natural energia das crianças.

O uso excessivo de celulares ou tablets comprovadamente piora tanto a capacidade de pegar no sono quanto a de manter-se nesse estado. Nesse sentido, é importante desligar os aparelhos de TV quando não estiverem sendo usados diretamente e, especialmente em momentos de interação familiar, como almoço ou jantar.

Mas o que fazer?

Atividades alternativas

Nesses mesmos momentos de interação, os pais podem sugerir atividades similares, mas que não envolvam eletrônicos, como jogos de tabuleiro ou brincadeiras no jardim.

Atividades físicas

Incentivar a criança a fazer atividades físicas pode ser uma grande saída para aquelas que demonstram fascínio exagerado pelos gadgets.

Ajude a criança a escolher as atividades

Participe ativamente da escolha de jogos, programas e sites acessados pela crianças. Não fará mal pesquisar no Google, ver resenhas e informações capazes de indicar se o conteúdo é apropriado ou não.

Regule seu próprio tempo de uso do tecnológico

O uso exagerado da tecnologia não é um problema apenas para as crianças. É só dar uma pequena volta por um vagão de metrô ou em qualquer rua para perceber que todos estão com a atenção voltada para a tela de um celular.

É importante dar o exemplo. Regule o tempo de tecnologia em sua vida e aprenda a utilizá-la de maneira consciente. Os eletrônicos podem se grandes aliados para uma vida mais saudável. A escolha é toda sua.

Por hoje é isso. Tem alguma sugestão? Ficou alguma dúvida? Comente! A codeBuddy espera crescer a partir de seu feedback!


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