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A final do Campeonato Brasileiro de LoL está chegando!

Estamos acostumados com grandes eventos esportivos: arenas lotadas, times com clássica competitividade e torcedores convictos são parte do cotidiano, ocupando espaço nas conversas, notícias e mentes das pessoas. No mundo do Campeonato Brasileiro de LoL a energia é a mesma.

Os chamados eSports estão crescendo a cada dia, movimentando gamers alçados ao estrelato, entusiastas e profissionais pelo mundo todo. Além disso, assim como nos esportes tradicionais, isso significa um movimento enorme no mercado, com uniformes, programas dedicados, shows e eventos com prêmios milionários. 

https://www.youtube.com/watch?v=DGmcRD0tqdM

No Brasil não é diferente e agora, no dia 7 de Setembro, às terras cariocas receberão a final do Campeonato Brasileiro do League of Legends (CBLoL 2019). A final do CBLoL 2019 será disputada por dois grandes times, o Flamengo eSports e o INTZ. Os ingressos para o evento na Jeunesse Arena estão esgotados e se você duvida do alcance dos eSports, entenda que estamos falando de uma lotação de 18.000 pessoas nessa localidade. 

A competitividade no mundo dos eSports é tão acirrada quanto a que conhecemos nos esportes tradicionais. E os jogadores encontram todo o suporte para treinar para as grandes finais. Por exemplo, a equipe do Flamengo contam com uma mansão onde treinam para a grande final, localizada na Barra da Tijuca no Rio de Janeiro. 

Uma estrutura dessas envolve patrocínios de alto calão (Felipe Neto é um dos sócios da equipe), infra-estrutura tecnológica de ponta e claro, internet de alta velocidade. O treinamento pode envolver sessões de jogo de até 7 horas diárias – lembrando que, nestes casos, o jogo é uma profissão e envolve a assistência de uma equipe completa que acompanha esses novos tipos de “atletas”.

Curioso para entender melhor como funciona esse mundo? Confira abaixo!

League of Legends como esporte?

League of Legends é um jogo extremamente popular, especialmente entre o público mais jovem. Mas isso não é ocasionado apenas pela diversão e pelo aspecto competitivo do jogo.

LoL é um jogo que exige comportamento em equipe, posições bem definidas, estratégias articuladas, gestão de recursos e sincronia entre os jogadores. No mesmo sentido, uma equipe de LoL é dividida em posições, assim como em esportes consolidados tradicionalmente.

As posições são: topo , jungle, meio, atirador e suporte. Dentro das equipes, os jogadores são escalados e conhecidos por suas habilidades em cada posição – e na possibilidade de assumir liderança e comandar as partidas. 

Jogar como topo, por exemplo, exige grande capacidade de utilizar reflexos, lançar feitiços e trabalhar estrategicamente em prol da equipe. O jogador que enfrenta a selva precisa conhecer o terreno de difícil visualização e lidar com os monstros do terreno. Já os dois “bot” (suporte e atirador) precisam de agilidade para rotacionar, funcionando como parte estratégica essencial.

Outra posição importante é a do técnico, cuja pegada estratégica faz com que o time consiga agir em sincronia e conquistar objetivos para vencer uma partida. Partida essa que, numa final ou semi-final, é a melhor de cinco!

No caso das equipes profissionais, os jogadores de cada posição são constantemente avaliados em suas performances, como é o caso dessa análise que compara os principais nomes das equipes finalistas, Flamengo e INTZ.

Os dois times buscam a vitória também como uma chance de integrar o Campeonato Mundial de LoL 2019, que poderá contar apenas com uma equipe brasileira na disputa. Em 2018, a campeã mundial, a equipe chinesa Invictus Gaming, levou para casa um prêmio de US$ 2,4 milhões, além da fama internacional.

LoL: O maior fenômeno mundial dos eSports

Quando o League of Legends surgiu, em 2009, lançado pela empresa Riot Games, apenas alguns jogadores aficionados por combates via computador embarcaram na onda. No entanto, 10 anos depois o jogo tornou-se um verdadeiro fenômeno, adquirindo o status de maior representante dos eSports do planeta.

Podemos dizer que os eSports datam de, pelo menos, uma década antes do surgimento da Riot Games. Porém, o nível de dedicação desta empresa para emplacar o game nesse mundo foi inédito. A empresa criou e controla todos os funcionamentos do torneio profissional a nível mundial, incluindo as transmissões em streaming dos jogos e um time próprio de algumas centenas de jogadores profissionais assalariados.

A Riot Games libera o LoL para download gratuito. Seu modelo de negócios reside especialmente na compra que os jogadores fazem de acessórios para os avatares online. Assim, além de gerar diversão e movimentar pessoas, os campeonatos são um grande atrativo para novos jogadores e uma maneira de fidelizar os já frequentes.

A empresa estima que existem mais 70 milhões de jogadores espalhados pelo mundo, uma população que gastou US$ 122 milhões em 2014 apenas em equipamentos para melhorar a performance das equipes.

É claro que o sucesso do LoL como maior nome dos eSports não se relaciona exclusivamente aos esforços da Riot Games em gerar fama e maior público para o seu produto.

League of Legends é um jogo cuidadosamente planejado para garantir batalhas épicas, que exigem movimentos complexos entre os dois times participantes. Assim, a euforia e adrenalina gerada, tanto nos jogadores quanto nos torcedores, é um fator essencial para que a plataforma funcione como um grande palco de atrações para o público aficionado.

Não fosse o bastante, a Riot Games libera updates frequentes para a plataforma, com mudanças na estrutura do jogo capazes de exigir das equipes grandes alterações nas estratégias. Inclusive melhorando algumas de suas personagens, tornando a estratégia tudo menos estática: todo ano é preciso entender os pontos fortes e fracos de cada personagem e escolher aqueles com os quais você mais consegue trabalhar melhor as suas habilidades.

A inovação é constante e a competitividade nunca fica obsoleta. Da mesma forma, as equipes campeãs são alvo de constante evolução, melhorando capacidades como raciocínio lógico, velocidade e capacidade de adaptação.

Jogo é coisa séria!

A ideia de que os games são mero entretenimento virou coisa do passado. É claro que eles ainda são extremamente divertidos, mas as aplicações do universo dos jogos no mundo contemporâneo são enormes. Aqui na codeBuddy, por exemplo, os jogos são uma forma eficaz e divertida de aprender sobre tecnologia e propor soluções para problemas reais.

A indústria dos eSports está com os ganhos faixa dos bilhões em 2019 e tem tudo para crescer muito nos próximos anos. Aprender a programar games ou mesmo tornar-se parte do mundo desse mundo como um jogador profissional transformou-se um caminho viável e, se feito pensando no outro e no bem, incrível.

E você, também se empolgou com o mundo do League of Legends?

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7 jogos de lógica para estimular o raciocínio rápido no seu filho

Se você acompanha o blog da codeBuddy deve ter notado que somos entusiastas do uso de jogos de lógica e entretenimento para ajudar no processo de educação tecnológica das crianças e de estratégias como a gamificação

É claro que é preciso debater alguns temas, como o efeito de jogos violentos e o exagero no tempo que crianças e adolescentes passam na frente da tela, discussões que você pode ler aqui. Inclusive mostramos como contornar esses problemas sem desgastar a sua relação com seu filho.

Hoje, entretanto, resolvemos repensar alguns jogos famosos, aqueles tão conhecidos dos pequenos, e que oferecem ótimos estímulos aos reflexos e ao raciocínio lógico.

A nossa ideia é aproximar os pais de seus filhos por meio da diversão, falando de temas que já fazem parte de seus universos! Imagine a surpresa dele quando descobrir que você está por dentro dos efeitos positivos de seus jogos favoritos?

1 – LoL – League of Legends

O LoL (League of Legends) é uma escolha um tanto polêmica, considerando a opinião de pais que veem os(as) filhos(as) querendo ficar horas e  mais horas de olho nesse jogo multiplayer super famoso. Nós, da codeBuddy, acreditamos que tudo tem seus pontos positivos e negativos e falamos abertamente sobre os pontos do LoL em outro artigo.

Considerando o tema deste artigo, não deixamos de considerar que o LoL é um jogo que exige concentração, pensamento e ação rápida. Se você quer melhorar e evoluir com sua equipe, precisa desenvolver a agilidade e a coordenação motora.

A criança ou adolescente terá de lidar com equipes, planejar ataques coordenados e cuidar de sua munição e suprimentos. Tudo ao mesmo tempo e com a necessidade de uma precisão impressionante!

Plataformas: Windows, Mac OS

2 – Portal 2

Portal (aqui focamos na parte 2 da franquia) é um desses casos especiais e únicos. Se seu filho não conhece essa série, é a oportunidade de você se tornar um pai ou mãe lendário indicando esse game. 

É um jogo de lógica e ficção científica que mistura aventura e puzzles em uma verdadeira jornada cerebral. Você precisa manipular uma arma que abre portais para conseguir sair de uma instalação subterrânea que é, na verdade, uma inteligência artificial com muita personalidade. Dá pra ver que o jogo é muito cabeça, não é?

Desafiador e muito divertido para jogar em família, Portal 2 é ótimo para ver quem consegue descobrir a melhor saída de cada fase. Repleto de desafios lógicos, aborda até mesmo as propriedades de substâncias químicas. Além disso, o final é tão bom que a sensação é a mesma de ter lido um grande livro de literatura.

Plataformas: Playstation 3,  XBox 360, Windows, Mac OS, Linux

3 – Skyrim The Elder Scrolls

Quem não gosta de uma boa aventura em um mundo medieval, com gráficos incríveis e uma belíssima trilha sonora orquestrada? Se você acha que games são uma coisa superficial, descubra que os produtores do Skyrim criaram até mesmo línguas originais usadas nesse universo. 

Se a ideia é trabalhar reflexos e raciocínio lógico, esse game é uma ótima pedida. Afinal, como derrotar grandes dragões e enfrentar aventuras maiores ainda sem usar o poder da mente?

A história exige tomada de decisões que podem alterar completamente o rumo do personagem, criando uma sensação de responsabilidade. Tudo fica mais desafiador quando você tem que pensar rápido e agir com precisão!

Plataformas: Playstation 4, Nintendo Switch, Xbox One, Windows

4 – Minecraft

Minecraft é nosso queridinho. Afinal, o game é um verdadeiro sucesso entre as crianças e é reconhecido mundialmente como uma poderosa ferramenta educativa. O jogo é constantemente explicado como uma espécie de LEGO 2.0, por seu uso inovador de blocos que podem ser usados para montar qualquer coisa, cidades completas, paisagens, estátuas, mundos inteiros, etc.

Uma das maneiras de treinar o raciocínio lógico e rápido das crianças é o desafio de sobreviver a primeira noite (que dura 10 minutos) no jogo. A criança terá de pensar rápido, extraindo materiais de árvores, pedras e animais, para criar um abrigo e uma cama, fugindo dos riscos da noite. 

Se você ainda tem duvida das qualidades educacionais dos games, o Minecraft é a opção perfeita pra você!

Plataformas: Android, Playstation 4, Nintendo Switch, iOS, Xbox One, WIndows

5 – Super Mario

Talvez esse título seja nostálgico para você! Afinal, o encanador mais famoso do mundo fez parte da infância de várias gerações diferentes. Os mundos a serem explorados em busca de salvar a princesa Peach são enormes e possuem várias missões alternativas além do objetivo linear.

Super Mario é um game de plataforma que exige precisão na hora de apertar botões. As dinâmicas de game da Nintendo são, desde os primórdios, um de seus carros chefes contra a concorrência. 

Se você duvida que jogar Mario pode te deixar mais inteligente, confira essa pesquisa na qual cientistas confirmaram que jogadores de Super Mario 64 obtiveram aumento na matéria cinzenta no cérebro, melhorando a localização especial, construção da memória, capacidade planejamento e coordenação motora.

Plataformas: Todos os consoles Nintendo.

6 – NBA

A franquia NBA é outra que acompanha as crianças e adolescentes de longa data. Na verdade, qualquer jogo esportivo, como FIFA, poderia ser colocado aqui. Escolhemos NBA por ser um jogo que exige movimentação precisa, com gráficos bonitos e que exploram muito bem a sensação do basquete profissional. 

Além de um exercício formidável para o cérebro e para estimular o raciocínio rápido, esse jogo pode influenciar a criança a sair do sofá e praticar um novo esporte!

Plataformas: Android, iOS, Xbox One, Playstation 4,  GameCube, Windows, Wii e mais.

7  – Zelda

Zelda é uma franquia que evoluiu nos consoles da Nintendo desde suas origens. Trata-se de um RPG, um estilo de jogo pautada nos efeitos de suas decisões em sua trajetória. Da mesma forma que outros representantes dessa lista, com o Skyrim,  a série Zelda coloca as crianças em contato com uma aventura, na qual batalham com monstros e seguem uma história. 

Este é um dos jogos de lógica que exige pensamento flexível, utilização da memória para relembrar fatores decisivos da história e capacidade de planejamento. Existem puzzles e batalhas, que trabalham diferentes coordenações mentais. Tudo isso, exigindo da criança o acompanhamento de uma história complexa e instigante feita por texto, o que ajuda as habilidades de leitura. 

Pode falar, até você ficou com vontade de participar dessa aventura, não é?

Plataformas: Wii, Nintendo Switch, Game Boy, Nintendo 3D e mais
Se seu filho ou filha gosta muito muito de games, talvez seja hora de dar um passo à frente e utilizar esse interesse para prepará-lo(a) para um futuro promissor! Conheça os cursos da codeBuddy e veja seu filho(a) incentive seu filho a ajudar a construir o futuro de nossa sociedade.


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XBOX: 5 ótimos jogos para o cérebro

Nós da codeBuddy somos empolgados com o mundo dos jogos, especialmente dos ótimos jogos para o cérebro. Nosso entusiasmo não é apenas porque adoramos games e os achamos divertidos, mas também porque enxergamos o seu potencial no desenvolvimento de habilidades cognitivas em crianças e adolescentes. 

Não é a toa que incentivamos nossos alunos a criarem seus próprios jogos em nossos cursos. O mundo dos games não para de crescer, gerando desenvolvimento tecnológico e econômico, e queremos que eles façam parte dessa realidade tanto quanto a gente.

Já sabemos que as crianças costumam estar por dentro dos jogos mais recentes (e talvez dos mais famosos). Mas será que fazem as melhores escolhas?

Para ajudar os pais a encontrarem boas opções de jogos que ajudam o desenvolvimento do cérebro, separamos alguns jogos para o cérebro de X-BOX – um de nossos consoles favoritos. Eles são ótimos porque são educativos!

E ainda são opções bem diferentes e seguras, mas que prometem uma boa dose de trabalho mental sem deixar de lado a diversão. 

Vamos lá?

Adventure Time – As Investigações de Finn e Jake

Uma escolha interessante dos desenvolvedores foi unir uma adaptação da TV em um estilo de jogo não tão comum. A famosa série animada “Hora da Aventura” faz muito sucesso entre crianças, adolescentes e adultos por seu humor surreal e inteligente.

No jogo, os personagens, diálogos e situações são muito fiéis à mídia original, provocando uma sensação de familiaridade para quem já é afeiçoado a Finn e Jake, que são uma dupla de neto e avô aventureiros.

Apesar dos jogadores estarem vivendo, é claro, uma aventura, o jogo é formulado no formato “point and click”, o que significa que o trabalho maior será feito no cérebro e não na agilidade das mãos.

Os jogadores acompanham os personagens na solução de mistérios no reino de Ooo, tornado este um jogo de puzzle, reconhecido pelos efeitos positivos no cérebro.

Além disso, Adventure Time possui algumas dinâmicas de luta e diálogos bem formulados, criando interesse especial em crianças e adolescentes que gostam e acompanham o desenho animado.

Brain Challenge

Nada como um jogo desafiador, que une todos os requisitos clássicos de um jogo cerebral. Brain Challenge é uma dessas raras peças que ao mesmo tempo exigem pensamento e raciocínio sem prejudicar nem um pouco a diversão. 

O jogo trabalha com atividades mentais que podem participar do dia-a-dia, como um verdadeiro treinamento para a inteligência. É como se fosse uma vitamina de inteligência para ajudar na sua boa forma mental. 

São 20 jogos diferentes, divididos em categorias como jogo da memória, desafios visuais, lógica, matemática e foco. Em todos eles você acompanha seu progresso e ainda pode desafiar amigos. 

Muitos desses desafios não exigem a compreensão de frases ou palavras, mas ainda assim, recomendamos esse game para crianças e adolescentes que estejam aprendendo ou trabalhando o inglês, considerando que não existe uma versão em português.

E se seu filho ainda é bem pequeno, não se preocupa: já é comprovado que o bilinguismo não atrapalha o processo de alfabetização.

Minecraft

Não poderia faltar. O minecraft é um jogo que lidera as listas de melhores opções que unem diversão e desenvolvimento do raciocínio lógico. Além disso, as crianças amam o minecraft

Muitas vezes esse jogo é apresentado como uma espécie de “lego” digital, mas essa expressão ainda não faz juz a complexidade do que pode ser feito nesse jogo. De fato, tudo no jogo pode ser construído com “blocos” que funcionam um pouco como legos. Porém, no Minecraft mundos inteiros são criados do 0, possibilitando possibilidades infinitas de criação. 

É um ótimo jogo para desenvolver a criatividade, raciocínio lógico e ainda melhorar a interação social, considerando a imensa comunidade mundial voltado ao game. 

EXTRA: Se você já conhece o Minecraft e deseja uma alternativa, confira o Terraria, um game do mesmo estilo mas que traz um visual retrô e uma dinâmica de RPG.

Insects

Esse jogo foi, inicialmente, uma maneira da Microsoft demonstrar a qualidade visual de gráficos HD e 4k em seus sistemas. Mas o jogo evoluiu e se tornou uma ótima ferramenta sensorial e educacional muito indicada para crianças. 

A ciência pode ser um mundo difícil no primeiro contato, com nomes complexos e explicações ainda difíceis. No entanto, com a ajuda de uma ferramenta interativa e com grandes qualidades visuais, a experiência e a dinâmica pode contribuir muito para o aprendizado. 

A própria Microsoft distribui o game como educativo, na medida que é mais uma experiência de som e imagem do que um verdadeiro game com dinâmicas. Insects pode ser baixado gratuitamente. 

Just Dance

Ok, Just Dance não é conhecido como o jogo mais cerebral que existe. Na verdade, a própria ideia de dançar não é vista como uma atividade capaz de melhorar a inteligência, não é mesmo?

Errado!

Um jogo como Just Dance pode aumentar muito as qualidades de coordenação motora e até mesmo o raciocínio lógico da criança. Tudo isso ocorre na ideia de imitar os gestos vistos na tela. É preciso de respostas rápidas e intuitivas e controle sobre os movimentos. 

Pesquisas demonstram  que a dança é uma forma diferente de outros exercícios físicos justamente por exigir determinados níveis de concentração e adaptabilidade. 

Além disso, vamos falar sério: é uma forma totalmente divertida de passar um fim de semana com muita diversão e que supera aquela imagem de que os games fazem que as pessoas fiquem sedentárias. 

Você sentiu falta de alguns jogos para o cérebro na lista? Gostaria de adicionar sugestões? Deixe um comentário! E, ah… não vale dizer Sudoku, hein!


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Por que crianças amam jogos multiplayer?

Jogos são multiplayer desde o início dos tempos. Se você gosta de baralho, esportes, RPGs ou qualquer atividade lúdica coletiva, saiba desde já que está em um jogo multiplayer!

Com isso, podemos definir os jogos multiplayer são atividades que dependem da participação de várias pessoas. Elas se unem em grupos ou equipes e estabelecem um objetivo. Alguém duvida da diversão que virá em seguida?

Com a passagem do tempo e o advento da tecnologia, os games foram desenvolvidos visando outras possibilidades. Os consoles mais antigos levaram a atividade para dentro da sala de casa: clássicos como Street Fighter e Mortal Combat agitavam o dia a dia de crianças. O Playstation e Nintendo 64 possibilitavam que até quatro crianças jogassem ao mesmo tempo!

Quando a banda-larga chegou, é claro que esse ambiente se expandiu ainda mais. Criaram-se grupos, equipes e torneios para que pessoas do Brasil e de qualquer outra parte do mundo interagissem em tempo real. Um exemplo é que League of Legends permite isso tanto quanto o antigo Ragnarok.

Considerando que o humano é um ser social… É claro que isso foi determinante para o sucesso desses e outros games. Especialmente numa época que se conectar com pessoas de qualquer parte do planeta depende de uma plataforma e da internet!

Mas este não é o único fator. Por isso, separamos alguns dos principais pontos que fazem dos jogos multiplayer queridinhos das crianças. Acompanhe a gente:

Jogos multiplayer propiciam uma experiência imersiva

O desejo por aventura é algo natural em adultos, imagina então em crianças e adolescentes que ainda estão definindo seus limites e possibilidades. Não à toa que grandes fenômenos culturais, como a série Stranger Things ou mesmo a franquia Star Wars, lidam com cenários catastróficos, batalhas entre o bem e o mal, e aventuras de todo o tipo.

Os jogos multiplayer entregam essa possibilidade de maneira sensorial todos nós. Especialmente quando as dinâmicas de funcionamento do jogo nos obrigam a criar estratégias, dividir atividades em grupo e conquistar a tão desejada agilidade de movimentos.

É o caso do LoL, um dos multiplayers mais famosos entre crianças e adolescentes. Ou mesmo de jogos para adultos que não necessariamente se encaixam no formato multiplayer, mas definitivamente exige o pensamento estratégico, como The Last of Us ou Horizon Zero Down.

Em outros casos, como no queridinho Minecraft, a experiência imersiva se dá na produção de um mundo com possibilidades infinitas. Você pode construir uma casa, uma cidade, inventar um verdadeiro império e depois conduzir as atividades nesse lugar. Ou pode jogar em um mundo pronto, interagir com gente do mundo todo e criar todo tipo de relação. 

Assim, a experiência de participar de jogos multiplayer pode ser cheia de adrenalina e raciocínio lógico, fazendo a criança se sentir parte de algo maior. Além disso, traz um senso de independência que, especialmente na adolescência, ganha força.

Mas todos sabemos que esse tipo de relação pode gerar vício, e é aí que o papel dos pais em entender a vontade de jogar ao mesmo tempo em que traça limites tem que falar mais alto. É preciso manter um contato próximo com a criança para entender esses limites e o tempo ideal do uso da tecnologia.

A comunidade do mundo dos games no “mundo real” é enorme

Um medo dos pais quanto aos jogos eletrônicos é que seus filhos percam o contato com as atividades cotidianas, as vida real, para ficarem o tempo todo interagindo e convivendo em universos eletrônicos. 

De fato, o tempo em excesso na frente de telas pode gerar problemas no desenvolvimento da criança. Por isso, deve ser motivo de atenção dos responsáveis não só na quantidade (horas que a criança ou o adolescente passa em frente à TV ou PC0, mas também em qualidade (o que ela de fato está aprendendo com a atividade).

E, sabendo disso, esqueça o estereótipo nerd de que todo gamer é tímido e sedentário: isso nem sempre é verdade. O mundo dos games é muito mais diverso. E é por isso que eventos imensos, como a GameXP, optam por criar um grande parque de diversões a fim de dar conta da variedade de mundos que giram ao redor dos games.

Cite uma possibilidade, o evento dará uma atividade incrível para você se divertir. Inclusive, a codeBuddy foi a escola de tecnologia oficial da edição de 2019 justamente para mostrar que diversão e aprendizado podem andar de mãos dadas.

O mundo dos games envolve criação de livros, músicas, vídeos e até mesmo fantasias de personagens. Estamos falando de uma comunidade que consome bens tecnológicos e culturais com visão crítica e de maneira ativa.

A comunidade de games envolve, além disso, os E-Sports. Já tem um tempo que os jogos eletrônicos são levados mais a sério, tornando-se verdadeiros esportes, e não se caracterizando meramente como diversão.

Aliás, os E-Sports também evoluíram e, hoje em dia, um(a) gamer pode ganhar milhares de reais, participar de uma equipe profissional com psicólogos e treinadores e viajar o mundo, criando uma carreira internacional.

EXTRA: Se seu filho ou filha não sai do celular, sugira algum desses apps de jogos para ajudar no desenvolvimento e diversão da criança.

Os jogos multiplayer podem ser benéficos para as crianças?

Nós da codeBuddy acreditamos que benefícios podem ser alcançados especialmente quando a relação com os jogos se torna mais ativa e criativa. Eles podem, sim, ser um recurso educativo capaz de auxiliar o desenvolvimento de diversas áreas da vida.

No entanto, os benefícios do uso da tecnologia estão diretamente atrelados ao seu uso. É um dever dos pais propiciar apoio e diálogo quanto aos seus gostos e ações cotidianas. 

Além disso, se a criança ama jogos multiplayer, a melhor coisa é perceber todos os potenciais desse interesse para ajudar no desenvolvimento de habilidades que serão úteis em sua vida toda.

E até mesmo envolvê-la em atividades que possam promover a diferença para o ambiente na qual elas vivem. Esse é um dos nossos objetivos e fazemos isso tornando a criança tecnologicamente curiosa e independente.

Confira nossos cursos e entenda como a gente contribui para o desenvolvimento criativo e tecnológico do seu filho!

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5 apps de jogos para filhos que não saem do celular

Seu filho ou filha não largam o celular?  É fato do nosso mundo contemporâneo: as crianças amam seus gadgets, e os apps de jogos não ficam de fora da lista de favoritos!

Esse movimento é até esperado, né? Um celular ou tablet pode conter tudo o que as crianças sempre sonharam — jogos, brincadeiras, vídeos e maneiras diversas de se comunicar. Para quem está apenas começando a descobrir um mundo, o celular é uma baita aventura!

As informações, cores e sons de fato influenciam os pequenos a ficarem mais tempo de olho nas telas. Tendência que não passa desapercebida por produtores de conteúdo, explicando a enorme quantidade de apps, jogos e vídeos produzidos para o público infanto-juvenil.

Você pode se perguntar: esse mundo é seguro? Segundo pesquisas recentes, 95% dos apps e jogos para crianças se utilizavam de algum tipo de propaganda para engajar usuários em compras dentro ou fora dos apps.

De fato, ao baixar um jogo ou app no Google Play ou Apple Store você encontrará uma indicação de idade mínima e avisos informando se o produto mostra ou não propagandas. Sendo assim, este é por si só um ótimo instrumento para pais verificarem e monitorarem as atividades digitais do filho.

Mais que se posicionarem como donos da razão, eles precisam participar da vida digital de seus filhos, para que eles aprendam os limites e a melhor forma de se divertirem de maneira saudável! Literalmente empurrar o mal para o lado ao promover o bem.

A codeBuddy acredita que a tecnologia pode ser uma grande aliada na educação e, para ajudar nesse processo, separamos alguns apps de jogos que são amados pelas crianças. Ah, eles ainda ajudam no seu desenvolvimento lógico. Confere aqui!

1 – Talking Tom

Se seu filho ou filha se liga no que está pegando entre as crianças por aí, é possível que conheça – e muito bem – o Tom, um gatinho virtual que está fazendo muito sucesso pelo mundo todo e, além disso, ajudando crianças a melhorarem suas habilidades de fala e comunicação.

Ele funciona assim: o app grava o que a criança fala e depois repete a mesma frase com vozes alteradas, fazendo os pequenos rirem muito. Essa característica interativa pode ser muito positiva para crianças pequenas, que ainda estão aprendendo a falar.

Além disso, o Tom funciona como um dos tradicionais bichinhos virtuais que fizeram sucesso nos anos 90: a criança deve cuidar de seu bem-estar, dar comida, levá-lo ao banheiro e brincar com ele por meio de um mini-jogo.

Essas interações fazem com que o uso do app possa engajar a criança em atividades que envolvam cuidado e responsabilidade.

Plataformas disponíveis: Android; iOS

2 – Minecraft

O Minecraft não é novidade aqui no blog, já falamos dos benefícios e do apelo que esse jogo tem para as crianças. Mas quando uma plataforma de blocos digitais consegue fazer 10 anos de idade e ainda estar totalmente atual, é preciso fazer uma ressalva!

O Minecraft é um verdadeiro playground educacional por um motivo simples: o jogador é livre para criar, para se comunicar e produzir um verdadeiro mundo.

Espécie de evolução 2.0 dos famosos blocos de construção LEGO, o Minecraft conta com a expansão infinita do mundo digital para entregar uma sensação de liberdade total para os(as) jogadores(as).

Uma criança pode construir uma cidade do 0, de acordo com suas preferências e vontades. Ruas, prédios, castelos, arquiteturas futuristas ou medievais, tanto faz. Um mundo pode ser criado a partir de simples blocos. Depois disso, o usuário pode inserir habitantes nesse espaço e o jogo se torna uma questão de estratégia, interatividade e, em certo sentido, de liderança.

O Minecraft está custando entre R$ 20,00 e 25,00, a depender da plataforma escolhida. Plataformas disponíveis: Android, iOS, Windows e outras.

3 – Duolingo

O Duolingo não é um jogo, mas é como se fosse! A experiência de aprender línguas em sua interface é divertida e intuitiva.

Este app é uma excelente ferramenta para introduzir pessoas de qualquer idade em uma língua estrangeira. As relações entre som, imagem e fala propiciam o engajamento do usuário de forma parecida com o modo que aprendemos a língua materna, por percepções e associações.

Os exercícios são rápidos e variados, possíveis de encaixar em qualquer agenda. Seu filho(a) vai se divertir repetindo as frases em línguas estrangeiras até acertar a pronúncia! Algumas das línguas disponíveis são inglês, espanhol, holandês, francês, alemão, italiano, irlandês, árabe, japonês…

Além de ser completamente grátis, o Duolingo não mostra nenhuma propaganda, e as possibilidades de compra interna no app não atrapalham em nada no avanço da proposta.

Plataformas disponíveis: Android, iOS e Windows phone.

4 – Pokémon GO

Atividades ao ar livre, exercícios físicos e interações com outras crianças fora da internet são essenciais para o desenvolvimento de qualidades importantes para o futuro. Por isso, um dos maiores receios dos pais com o uso de gadgets é que fiquem muito em casa, sentados com seus celulares e tablets.

O Pokemón Go resolve esse problema de maneira brilhante! O produto ficou famoso no mundo todo por usar uma ideia simples para criar uma verdadeira realidade virtual.

Utilizando seus celulares, as crianças conseguem capturar Pokémons que ficam espalhados pelas cidades. Existem eventos especiais e encontros dos jogadores, além da possibilidade de batalhar com amigos em ginásios.

Vamos lá! Se você pensar, até pode se empolgar e capturar os bichos digitais junto com seu filho(a). O quão incrível é encontrar um Pikachu atrás de uma estátua em uma praça ou mesmo um Charmander soltando fogo perto das árvores de um parque público?

O Pokémon merece o crédito por ter trazido uma opção saudável e divertida de entretenimento ao ar livre. Além disso, é gratuito!

Plataformas disponíveis: Android e iOS. BÔNUS: O YouTube Kids é um dos apps favoritos das crianças no mundo todo.

5 – Angry Birds

Que tal um pouco de diversão?

Não é a toa que Angry Birds é um dos jogos mais famosos de todos os tempos para celulares e tablets.

Ao jogador é dado um número limitado de pássaros que são usados como projéteis, que são “estilingados” com o intuito de acertar alguns porcos malvados que querem atrapalhar a vida dos pássaros. Apesar disso, a violência do jogo é meramente cômica e muito colorida. É indicado para crianças acima dos 5 anos de idade.

Como o número de pássaros-projéteis é limitado, o(a) jogador(a) tem que planejar muito bem seus movimentos, o que é ótimo para praticar flexibilidade e estratégia. Mas o principal deste jogo é justamente o que as crianças mais desejam: diversão!

Plataformas disponíveis: Android, iOS, Windows, Playstation, PSP

Conhece outros jogos que considera adequados para o público infantil? Comente abaixo e contribua com a codeBuddy! Queremos que a tecnologia seja cada vez mais positiva na vida de crianças e adolescentes.

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Games violentos podem induzir comportamento agressivo?

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Desde o surgimento dos videogames, os pais se fazem essa pergunta e nunca tiveram uma resposta definitiva dos pesquisadores. É certo que a preocupação não é infundada, já que 85% dos jogos disponíveis nas prateleiras contêm algum tipo de violência já em seus títulos. Seja Mortal Kombat, God Of War, Battlefield ou Warcraft, uma coisa é certa: tiros, guerra e lutas sangrentas são uma constante no mundo dos videogames. Na verdade, até mesmo o aparentemente inocente Pokémon GO, muito famoso entre as crianças, contêm batalhas com algum grau de violência.

O que dizem as pesquisas?

Alguns dos jogos que mais causam preocupação são os de “tiro em primeira pessoa”, pois neles os jovens podem atirar com armas diretamente do ponto de vista de quem mata, e muito já foi discutido a respeito da influência que esse tipo de jogo pode ter no comportamento na vida real.

Apesar disso, no que condiz aos estudos no campo da psicologia, pouco pode ser descoberto. Em uma pesquisa anunciada em 2016 no The Guardian, foram consideradas entrevistas e análises psicológicas com crianças e adolescentes dos anos 90. Os pesquisadores procuraram associar disfunções comportamentais e depressão à proximidade de jogos violentos, especialmente os famosos jogos de “tiro em primeira pessoa”.

Os resultados não mostraram uma relação evidente entre a proximidade com jogos violentos e comportamento agressivo. Os pesquisadores acusam dificuldades para definirem o tipo de violência nos jogos – a não ser pelo gênero de tiro -, e também que os limites entre essas influências e outras são muito tênues para serem devidamente observadas.

Porém, casos isolados, como o jovem de 18 anos que iniciou um tiroteio em Munique, aumentam a preocupação de pais e autoridades. Apesar de não poderem definir exatamente a causa do atentado, foi divulgado que o jovem em questão era um ávido praticante dos jogos de “tiro em primeira pessoa”.

A despeito desses casos, mesmo com novas ferramentas, as pesquisas continuam a não dar respostas definitivas para o problema. Algumas entidades como a Associação de Psicologia Americana são fortemente contra crianças jogarem videogames violentos. As estimativas são de que 97% dos jovens de 15 a 17 anos jogam videogames, um número exorbitante.

Existem muitos estudos que indicam alguma conexão entre comportamento agressivo e jogos violentos, mas alguns cientistas sociais, como Whitney DeCamp, afirmam que o oposto pode ser verdade: que jovens com predisposição à agressividade podem se interessar por jogos violentos.

De qualquer modo, não existe consenso nesse quesito. Será que o que vemos na tela em jogos, em filmes, séries etc, pode realmente influenciar o comportamento? Essa é uma questão filosófica que nos coloca no limite dos efeitos da representação e, mesmo que não seja completamente respondida, deve ser mantida no horizonte das famílias.

Mas como os pais devem agir em relação aos jogos violentos? 

A primeira coisa é se tranquilizar. Se uma informação é constante no mar de pesquisas com resultados ambíguos, é a de que em pouquíssimos casos jovens que apreciam games violentos se tornam delinquentes ou pessoas agressivas. Em alguns casos, os jogos violentos podem se transformar até em uma ferramenta saudável de descarga de energia e agressividade.

Porém, é sempre importante ficar atento e manter um canal aberto de conversa. Se te incomoda ver seu filho ou filha gritando e falando de matar na frente da tela do computador ou da TV, é importante manter a atenção ligada à possíveis mudanças de comportamento mais extremas. É claro que existe uma fase, especialmente na adolescência, em que certa agressividade aparece no comportamento dos jovens, portanto é importante notar os excessos e também se o jovem está demasiadamente viciado em algum jogo particularmente violento.

Conversar é inevitável. Existe todo tipo de jogo e a violência pode ser colocada de formas muito diferentes. Existem jogos nos quais a violência (os tiros ou a guerra) servem como um mecanismo de colaboração, no qual grupos se unem com um intuito. Esse tipo de jogo pode ter efeitos positivos na socialização do jovem e também em seu espírito estratégico. Muitos jogos de tiro em primeira pessoa se configuram desse modo, são amigos que se dividem em grupos e atiram uns nos outros para mais tarde irem ao shopping juntos tomar um sorvete.

Outros jogos podem colocar a violência em um nível de sadismo ou de prática solitária, que pode ter relação com algum quadro depressivo ou mesmo retroalimentar um estado de isolamento. Esses casos pedem atenção dobrada ao tipo de sensação que seu filho ou filha está procurando nesses jogos. O interesse por títulos extremos pode ser uma mensagem, um pedido de ajuda escondido.

É mais simples compreendermos casos isolados do que buscar referência em uma verdade geral sobre os jogos. A verdade é que os jogos violentos são um fenômeno midiático e estão longe de acabar. Mas pare para pensar um pouco nas notícias que viu no jornal essa manhã: no mundo em que vivemos, será que a violência está perto de acabar? Ou será que iremos parar de ouvir falar sobre ela num futuro próximo?

Talvez os jogos sejam uma porta de entrada para você conversar sobre temas muito importantes com seu/sua filho(a)! Que tal começar uma discussão sobre o papel dos jogos no comportamento agressivo?

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3 brincadeiras para as férias das crianças

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Todo início e final de ano é a mesma coisa: o que fazer para que seus filhos aproveitem o tempo em casa de forma produtiva? Dormir até mais tarde, ver muita TV e sair completamente da rotina são aspectos comuns da época, mas sabia que existem algumas brincadeiras para as férias que são ótimas também para o aprendizado?

Elas jogam o tédio para longe e dá tempo para você, pai ou mãe, aproveitar o tempo de forma produtiva. Listamos algumas dessas atividades para distrair e aprender ao mesmo tempo. Todas elas seguem o mesmo roteiro: um problema que precisa ser resolvido.

O melhor é que, além de práticas, elas são ótimas para os bolsos. Mal custa, alguma coisa! Confira abaixo mais informações e prepare seu filho para a diversão!

Momentos de paz com um pote

A brincadeira foi criada pela educadora italiana Maria Montessori. Um método de aprendizagem conhecido mundialmente, estimula crianças a aprender ao explorar o ambiente ao seu redor.

A metodologia é aplicada inclusive em escolas e volta-se para o aprendizado natural, sem que seja algo pesado, com alunos sentados em cadeiras olhando atentamente para o professor que explica alguma coisa.

Chamado de “o pote da calma”, ele visa acalmar crianças após crises de choro ou naquele momento de birra. Para fazê-lo, separe um pote de vidro com tampa, 4 colheres de chá de purpurina, 2 colheres de sopa de cola glitter, 1 gota de corante para alimentos e água quente. Separou?

Agora coloque a água e a cola no vidro, e mexa até que o glitter fique completamente diluído na água. Adicione a purpurina e continue mexendo. Por fim, adicione o corante e feche o pote. Pronto!

A atividade por si só já vai despejar uma parte da energia da criança e observar o glitter se movimentando lentamente vai ajudá-la a manter a calma, uma ótima dupla de brincadeiras para as férias!

brincadeiras para as férias com crianças: massinha

A bota de plástico bolha

Tem coisa mais divertida que ficar apertando plástico bolha? Ótimo para desestressar adultos e crianças, pode se tornar uma brincadeira divertidíssima para os pequenos. A ideia é bem simples: basta fazer uma bota plástico bolha!

Feito isso, separe umas tintas, uma cartolina grande para pintar, e deixe que as crianças criem suas artes com as botas facilmente descartáveis. Lembre, é claro, de deixar o chão bem coberto para que a tinta não passe para o piso e, de resto, divirta-se com as artes criadas por elas.

Dica: fita crepe pode ajudar a prender a cartolina ou outro tipo de papel no chão, impedindo que se arrastem para outros espaços. Escolha pelo menos três cores e estimule a imaginação da criança ao máximo, demonstrando apoio durante todo o processo. Ah: essa mesma brincadeira pode ser feita na parede, com as mãos.

Carimbos com potes de iogurte

Coordenação motora é algo que deve ser estimulado e desenvolvido desde a infância, como o raciocínio lógico e a criatividade. Esses três aspectos são importantes para o futuro do seu pequeno e poderão ser usados em muitas funções que eles desempenharão no futuro.

Essa brincadeira é ótima exatamente porque estimula o primeiro fator. Separe recipientes de iogurte vazios e limpos, corte uma esponja de forma que cada pedaço caiba na boca de capa recipiente, prenda a esponja com elásticos ou barbantes. Agora é só separar a tinta guache e água.

Separe um papel e deixe seu filho criar a arte que quiser com os carimbos no papel.

Mas… e os jogos tecnológicos?

Apesar de termos citado apenas brincadeiras que não incluem computadores, tablets ou celulares, não descartamos nenhum deles. É preciso estabelecer uma comunicação tranquila e honesta com seu filho e estabelecer limites. Não é para ficar o dia inteiro no computador, mas ele com certeza pode fazer parte da diversão.

Descubra quais outras coisas seu filho gosta de fazer e desenvolva outras brincadeiras para as férias das crianças. Essa pode ser uma ótima oportunidade para vocês se aproximarem e desenvolverem ainda mais a relação entre vocês.

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6 mulheres que revolucionaram os games

Esse universo sempre foi marcado por grandes nomes, homens e mulheres que revolucionaram os games. Sejam os das franquias de jogos ou das personagens e músicas, muitos inspiraram gerações e ainda terão impacto na vida de jovens mundo a fora.

Eu bem me lembro de suar para passar dos chefões de Sonic e de jogar horas a fio até zerar os jogos de GameBoy. Você ou sua filha curte programação e jogos também?

Já parou para pensar em quem está por trás disso tudo? Quem são as pessoas responsáveis pelo desenvolvimento destes jogos? Aliás, quem cria e escolhe as músicas? Quem programa todos esses dados que abrem infinitas possibilidades dentro de um único jogo?

E, por que não, quantas dessas pessoas são mulheres? Quantas delas você conhece de nome ou já viu em uma feira voltada para o mundo dos games?

Ficou assustado por não lembrar ninguém no momento? Relaxa! Hoje nosso objetivo é apresentar você a algumas dessas mulheres que revolucionaram os games!

Carol Shaw

É impossível começar essa lista e não citar Caro Shaw! Nascida na Califórnia, Shaw é considerada a primeira mulher programadora de games do mundo!

Ela começou sua carreira na Atari e participou da criação do 3-D Tic-Tac-Toe para o Atari 2600. Construiu seu mais famoso jogo, River Raid, em 1982 na Actvision e viu sua criação se tornar um clássico.

Aposentou-se em 1990 e foi reconhecida em 2017, quando ganhou o Industry Icon Award no evento The Game Awards.

Roberta Willians

Co-fundadora e game designer da Sierra Online (atualmente conhecida como Sierra Entertainment), tornou-se famosa após a criação da série King’s Quest, em 1984.

É à ela que se atribui a criação do gênero de jogos chamado “aventura gráfica” e ganhou o mesmo prêmio que Carol Shaw, só que em 2014. Seu trabalho mais influente se deu entre os anos de 1980 e 1990, encerrando-se em 2014 com Odd Manor.

Pelo menos é o que achamos, pois a longa pausa entre King’s Quest: Mask of Eternity e este último jogo nos deixa uma esperança de ainda acompanhar mais algum lançamento exclusivo seu.

Rieko Kodama

Considerada primeira dama dos jogos de RPG no Japão, Kodama é criadora da série de jogos eletrônicos Phantasy Star, produzida para ninguém menos que a própria SEGA.

Com suas muitas versões e capítulos (e até mesmo uma série online), seu jogo traz uma ambientação futurista e repleta de fantasia. A missão é combater monstros usando inteligência, armas e pistolas, magias e até veículos.

Ah, lembra que estávamos relembrando os bons tempos de Sonic? Rieko foi designer gráfica dos jogos Sonic lançados em 1991 e 1992. Ultimamente seu trabalho tem focado mais na produção, sendo os últimos lançamentos a série 7th Dragon para Nintendo e PlayStation.

Jade Raymond

Com menos de 35 anos, Raymond já tinha se aventurado na produção de dois dos jogos mais conhecidos dos anos 2000: Assassin’s Creed e The Sims, o primeiro pela Ubisoft e o segundo pela Eletronic Arts.

Não à toa ela foi uma das poucas executivas relacionadas a jogos a ocupar posição na lista da revista Variety dos líderes executivos mais influentes de 2018.

Neste mesmo ano ela deixou o trabalho na EA, aparentemente sem maiores justificativas. Em 2019, Raymond foi anunciada como vice-presidente do Google com a missão de liderar o primeiro estúdio de game da empresa.

Yoko Shimomura

A mais famosa compositora de videogames tem nome e é Yoko Shimomura! Ela começou a carreira compondo trilhas sonoras para jogos em 1988 e ficou marcada pelos sucessos de Street Fighter II, Final Fight e a franquia Mario e Luigi.

Entretanto, seu maior feito é particularmente especial. A trilha sonora do jogo Kingdom Hearts é toda dela, inclusive a trilha do jogo que foi lançado este ano. Vale conhecer seu trabalho:

Rhianna Pratchett

Pratchett é conhecida por muitos feitos, mas talvez o maior dele seja justamente a famosa Tomb Raider. Rhianna foi responsável por toda a narrativa do jogo lançado em 2013 e, depois, em 2015.

Escritora e jornalista, trabalhou para a SEGA, para a Ubisoft, para a EA e muitas outras empresas reconhecidas deste mundo de jogos. Além disso, escreveu a história em quadrinhos Tomb Raider: The Beginning lançada pela Dark House em 2013 e Mirror’s Edge, em 2008 para a DC Comics.

Tanto talento resultou em cinco nomeações a prêmios mundiais e quatro conquistas. Talvez você esteja se perguntando se esse sobrenome soa comum…

Bem, deveria soar. Ela é filha de Terry Pratchett, autor renomado de fantasia, lançado no Brasil pela editora Bertrand Brasil, do Grupo Editorial Record. Tal pai, tal filha, não é?

Agora, conta pra gente: você conhece mais algum jogo desenvolvido por mulheres? Acha que faltou alguma mulher importante para esse meio nesta lista de mulheres que revolucionaram os games? Deixe um comentário!

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Gamificação em sala de aula

A palavra gamificação vem de game, que significa jogo em inglês. Portanto, pode-se definir a gamificação como a utilização das regras e estratégias de um determinado jogo em outras situações de ensino, como na sala de aula, por exemplo.

Para os mais velhos – pais e mães – é como se os professores usassem as regras e estratégias do antigo Banco Imobiliário ou de War para ensinar matemática, estatística, geografia, cálculo e outras disciplinas aos seus alunos em sala de aula.

Os desafios da educação moderna envolvem as tarefas de engajar o aluno, estimular seu interesse e reter sua atenção, além de manter uma atitude positiva em um ambiente acolhedor e propício ao aprendizado.

Isso quer dizer que a escola deixou de ser um processo comum de apresentar informações e testar os alunos com o objetivo de aumentar as taxas de retenção e compreensão do conteúdo. A necessidade do aluno mudou.

A sofisticação dos games incrementou a pedagogia

 

Embora os jogos de tabuleiro ainda sejam utilizados por alguns professores old school, a sofisticação e a complexidade dos jogos eletrônicos da atualidade, como o famoso Minecraft, passaram a ser objetos de estudo para incrementar a pedagogia e transformar os modelos de ensino tradicional em algo que falasse com o aluno em um idioma que ele compreende e gosta.

Totalmente ininteligível para alguns pais, crianças e adolescentes passam horas procurando recursos, plantando alimentos e construindo suas próprias moradias para sobreviverem.

As estratégias e regras do Minecraft se mostraram tão pedagogicamente interessantes que a versão para ser utilizada nas escolas, o MinecraftEDU, já está em plena atividade em escolas de mais de 40 países ao redor do mundo.

A gamificação tem essa finalidade: despertar o interessa e 100% de atenção do aluno, aumentando sua participação ativa no aprendizado que, aliás, acontece através do desenvolvimento da autonomia.

Afinal de contas, eles têm que resolver situações problemáticas com muita criatividade, jogo de cintura e diálogo para poderem continuar no jogo.

A gamificação também beneficia os professores

 

Nos países que já compreenderam a importância da gamificação é possível observar o alcance dos benefícios da prática aos professores.

Ficou muito claro que a gamificação chegou para expandir a capacidade dos educadores de desenvolver sua própria habilidade criativa.

Ao criar jogos e dinâmicas próprias para que possam utilizar com seus alunos em vez de trazer os jogos já existentes, o novo modelo de educador também trabalha a autonomia, a pró-atividade, a inovação e a criatividade – habilidades que transportam os alunos para fora de sua zona de conforto com muita naturalidade.

O papel do novo educador é manter o ambiente da sala de aula favorável para a comunicação ao encorajar o feedback dos alunos não só na relação aluno/professor, mas também na relação aluno/aluno.

Essas estratégias que estimulam a interação social e que são acompanhadas do nível adequado de controle, encorajamento e disciplina, são meios eficientes de se criar e manter um ambiente absolutamente propício ao aprendizado.

Casos de gamificação: conheça dois games e o que ensinam durante a diversão

 

Game #1: Ribbon Hero

Sinopse: jogo que ensina os alunos a utilizarem o Microsoft Office 2007 e 2010.

Como funciona: o jogo pode ser baixado gratuitamente. Após instalado, pode ser iniciado de qualquer um dos programas do Microsoft Office (Word, Excel, etc).

Durante o jogo, o aluno encara desafios que ele terá que resolver para ganhar pontos.

Os desafios são agrupados em 4 seções: manipulação de texto, design e layout de página, apresentação artística e uma seção com pontos mais rápidos e generalizados.

Nas três primeiras seções, cada desafio tem a finalidade de apresentar ao jogador uma função do Microsoft Office e fazer com que ele edite um documento simples usando a função apresentada.

A seção dos pontos rápidos não apresenta desafios específicos, mas apresenta listas de funções que podem ser usadas fora do jogo para acumular pontos.

É muito fácil acompanhar o progresso do jogador ao usar as funções e ferramentas do Office, além de ajustar a dificuldade dos desafios de acordo com o nível de conhecimento.

Além disso, o jogador pode entrar no jogo com seu perfil do Facebook e, assim, postar seus desafios superados e sua pontuação com seus contatos que também estão jogando.

Game #2: The World Peace Game

>Sinopse: jogo baseado em uma simulação de situação política rica e bem elaborada que convida os alunos a explorarem um mundo que consiste de 4 ou 5 nações importantes.

Como funciona: cada um dos países é governado por um grupo de alunos, os quais são encorajados a explorar a comunidade global e aprender sobre a natureza dos relacionamentos complexos das nações.

Os alunos observam o mundo sob as óticas econômica, social e filosófica e podem se deparar com desafios que vão desde crises do meio ambiente a ameaças iminentes de guerra.

O professor apresenta as informações que definem os cenários iniciais e passa o que virá a seguir: crises novas ou que estão se fomentando que podem variar desde as questões ambientais até as situações militares.

O grupo precisa utilizar sua imaginação e habilidades cognitivas, buscar colaboração e cooperação, e encontrar soluções que beneficiará as equipes e a comunidade global.

O objetivo principal desse jogo é conseguir uma harmonia razoável para cada nação e aumentar a prosperidade global com o mínimo de intervenção militar possível.

É hora de legitimar a gamificação

Esses dois exemplos de games utilizados como ferramenta de ensino mostram que a educação aliada à diversão é o caminho a seguir para capacitar os novos líderes mundial. A hora de quebrar com o tradicional e abrir as portas para a inovação é essa.

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Jogando e aprendendo: a escola diferentona já é uma realidade!

 
A ONG americana Institute of Play foi a precursora do modelo de ensino que muitos até desconfiavam que pudesse funcionar, mas não tiveram coragem de por em prática: uma escola onde os livros são substituídos por jogos de tabuleiros e games.
 
A prefeitura de Nova York, preocupada com os altos índices de jovens americanos que abandonam os estudos todos os anos, procurou uma maneira de virar o jogo (trocadilho intencional) e diminuir esses números.
 
Assim nasceu a Quest to Learn, uma escola pública que hoje já conta com 360 alunos que raramente faltam às aulas, e cujo índice de abandono dos estudos é quase inexistente. Além disso, a escola tem uma equipe de professores completamente envolvidos e apaixonados por exercerem suas funções de maneira tão inovadora (e libertadora!).
 
Os idealizadores da escola acreditam que o aprendizado acontece quando os alunos realizam as tarefas. Algo como se fossem habitantes de uma realidade paralela e super divertida!
 
Ao vivenciar uma experiência de aprendizado, o aluno pode avaliar se está sendo bem sucedido ou fracassando. Aliás, o fracasso é visto como um aspecto integral e necessário no aprendizado, pois nessa metodologia, os alunos ficam motivados a tentar novamente e escolher outro caminho que, dessa vez, os levem ao sucesso!
 
E os pais? Provavelmente os sorrisos de orelha a orelha por testemunharem o súbito interesse escolar dos filhos adolescentes sirvam como resposta a essa pergunta. De fato, os pais são os maiores apoiadores do modelo.
 

Como funciona a Quest to Learn

 
A Quest to Learn nada tem dos modelos tradicionais de “escola”. Na verdade, a ideia foi criada do zero, e não de uma adaptação dos modelos que conhecemos.
 
Embora a Quest to Learn seja um sopro de brisa fresca sobre algo desgastado e obsoleto, o elemento novidade ainda não é bem visto em outros locais, o que dificulta a expansão do modelo de ensino.
 
Uma característica que facilita a “aceitação” do modelo escolar da Quest to Learn é o fato de que todo o programa educacional é cumprido. A única diferença é que isso é feito com a ajuda de games e jogos de tabuleiro que ensinam o conteúdo e, de quebra, incentivam alunos e professores, cada um fazendo a sua parte, a atingirem um objetivo em comum. Uma verdadeira lição de trabalho em equipe!
 
É importante compreender que os alunos não ficam só jogando durante todo o período escolar. A escola possui técnicas de ensino avançadas que vão desde a transformação das tradicionais salas de aula em espaços flexíveis ao uso da tecnologia de maneira criativa, bem do jeitinho que a garotada gosta.
 

O ano letivo na Quest to Learn

Está com dificuldades em imaginar como essa metodologia é aplicada em sala de aula? Bom, você não é o único. Afinal de contas, estamos enraizados em uma ideia de escola que mesmo os colégios mais revolucionários e modernos que podemos citar aqui no Brasil, passam longe do conceito da Quest to Learn.
 
O aprendizado com base nos jogos acontece de várias maneiras. Um exemplo que pode ser encontrado no site oficial da escola é o das aulas de biologia para os alunos do 9º ano.
 
O conteúdo programático inteiro da disciplina é abordado com os alunos exercendo o papel de funcionários de uma empresa de biotecnologia ficcional, cujas funções incluem clonar dinossauros e criar ecossistemas estáveis para que eles possam viver. Nessa brincadeira, os alunos aprendem genética, biologia e ecologia.
 
Já os alunos do 6º ano usam Dr. Smallz e desempenham papéis de cientistas, médicos, detetives, entre outros, enquanto exploram a biologia celular e o corpo humano.
 

Enquanto isso no Brasil…

 
Uma proposta de mudanças no currículo escolar de todas as escolas brasileiras, conhecido como Base Nacional Comum Curricular, está em consulta pública no site do Ministério da Educação e Cultura até o dia 15 de março.
 
A proposta, até o momento em que escrevo esse texto, conta com quase 11,1 milhões de contribuições, e está deixando historiadores e outros especialistas no assunto de cabelos em pé! Isso porque é exatamente a disciplina de História que vai sofrer as maiores transformações de acordo com esse documento.
 
Boa parte dos pais e mães não ouviu mais falar em Grécia e Roma desde que saiu do colégio. Mesmo assim, até aquele aluno que passava a aula toda enviando bilhetes para os colegas, lembra o quão importante os povos gregos, romanos, egípcios, hebreus, mesopotâmicos, etc, são para o resto do mundo, não é mesmo? Pois bem. Eles vão desaparecer dos nossos livros de história. A Idade Média, o Renascimento e todos os seus desdobramentos também.
 
Esses conteúdos serão substituídos pelos contextos políticos dos índios brasileiros e pela África Subsaariana. Entram também a independência do Haiti e a Revolução Boliviana, entre outros tópicos.
 
Não é pretensão de ninguém tirar a influência que o Brasil teve dos povos indígenas e africanos, mas estudar o berço da democracia certamente contribui para formar a moral dos cidadãos. Substituir um conteúdo em detrimento de outro é bastante questionável (vide o número de “palpites” no documento aberto ao público).
 

Nem tanto ao céu, nem tanto ao mar

 
Por mais incrível que seja a proposta da escola Quest to Learn, é compreensível que o conceito não seja para todos. A individualidade nos define enquanto seres humanos e cada um tem uma maneira diferente de responder aos vários estímulos recebidos durante a vida escolar.
 
Por outro lado, as mudanças na Base Nacional Comum Curricular podem privar as gerações futuras de terem um conhecimento mais amplo sobre o berço de todas as civilizações, inclusive a nossa. Por isso, é importante participar e agir de maneira a buscar o melhor acesso às informações que nossos filhos possam ter.

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Minecraft nas salas de aula: isso é possível?

Uma professora americana de uma pequena ilha do Alaska modificou a forma de conduzir suas aulas para as crianças do ensino fundamental e seu sucesso foi copiado por toda a escola. A idéia era simples e ao mesmo tempo arrojada, usar o jogo Minecraft nas aulas.

“É importante manter as crianças engajadas em seus processos de aprendizagem, mas como conseguir algo que parece tão abstrato? Parte da solução é transformar o conhecimento em algo irresistível, e na minha sala de aula, o aprender é conduzido pela curiosidade e interesse dos alunos. Meus alunos são os estudantes do século 21. Não importa se eles estão no ensino fundamental, e também não importa que eles vivam numa pequena ilha do Alaska. Eu posso motivar meus alunos à aprender através dos seus interesses” – Cynthia Duncan

A solução de Cynthia Duncan, que também divulga suas idéias no website minecraftintheclassroom.com, foi usar o jogo que mais interessava as crianças de sua sala de aula para envolvê-los no processo de aprendizagem de quase todas as matérias, o Minecraft na versão orientada para a educação nas escolas.

Ela estabeleceu a “Morning Craft”, aonde atividades no jogo eram oferecidas aos alunos. Como ele é considerado um jogo “sandbox”, permitia a exploração do ambiente do jogo sem limites para a criatividade e também a reflexão e associação com a matéria prevista no plano de ensino tradicional.

As “manhãs Crafts” tiveram vários resultados incríveis, como a diminuição considerável de ausências ou atrasos no início da aula. Como ela não usava a ferramenta todos os dias, os alunos preferiam estar presentes na maioria absoluta das aulas para não perder a oportunidade de aprender através do jogo sensação.

Para o sucesso das “mornings crafts”, ela também apresentou sua ideia para os pais e funcionários da escola, pois era preciso desmistificar a idéia de que o jogo servia apenas para entreter e que ele não promovia a interação dos alunos. O que acontecia era exatamente o oposto. As crianças assimilavam melhor a matéria que era dada através do jogo e também interagiam com outros alunos além dos seus ciclos comuns de amizade. Ou seja, todos adoraram e apoiaram sua idéia.

No dia 19/01/2016, a Microsoft anunciou a versão Minecraft Education Edition para o segundo semestre deste ano, que é uma evolução da MinecraftEdu que a professora Cynthia Duncan utilizou em sua escola no Alaska.

Será disponibilizada uma versão de teste gratuita para professores, com planos de ensino sugeridos e ainda funcionará como uma plataforma colaborativa, aonde melhorias poderão ser sugeridas para a versão final. Alguns professores brasileiros começaram a abraçar essa ideia, mas não necessariamente nas escolas e de forma contínua.

Mas a relação com os jogos não serve apenas para virar celebridade do Youtube, ele também ajuda pais e filhos a discutirem questões dramáticas, como a morte de alguém da família ou questões morais e de comunidade, como a construção e a manutenção de uma cidade por mais minecrafters, como são chamados seus jogadores.

Um grupo de universitárias europeias que estudam química desenvolveu a partir do Minecraft um ambiente que desenha as ligações de carbono e o recorde registrado no Guiness Book da maior construção  já feita no game foi da replica da Dinamarca em um cenário do jogo. Como disse, as possibilidades são infinitas.

Mas existe ainda uma outra linha de aprendizagem que é de extrema importância para as crianças e os jogos podem proporcionar isso à elas pois será cada vez mais comum em seu cotidiano e também poderá ser a carreira que eles decidirão seguir em suas vidas adultas. A criação e a compreensão dos códigos de programação, aqueles que fazem o jogo surgir.

E essa preocupação não é apenas de um Estado, mas do Presidente dos Estados Unidos, Barak Obama. Ele mandou a proposta “Computer Science for All Initiative”  para aprovação no Congresso dos Estados Unidos da América aonde uma verba de 4 bilhões de dólares seria direcionada aos estados e outros 100 milhões de dólares diretamente para os distritos que investiriam no ensino de ciências da computação para os estudantes em geral, seja como base de ensino ou para fins profissionalizantes.

Certamente quem vai gostar desta série é a pequena Larissa Garcia, programadora brasileira de apenas 11 anos de idade e que foi uma das atrações do último Campus Party de janeiro na cidade de São Paulo aonde conduziu um bate-papo com outros programadores explicando como surgiu seu interesse e como ela aprendeu a programar.

Não é pela exposição excessiva à tecnologia que seu filho compreenderá como usá-la. Essa experiência precisa ser guiada, seja pelos pais ou por uma escola ou profissional especializado. Veja algumas dicas para ensinar para seu filho a forma correta de interagir com as tecnologias que dominam o mundo atual.

Como ensinar sobre as tecnologias do momento para seu filho

1 – Determine o tempo de jogo

Em casa, determine um tempo limite para que a criança possa usar tablets, computadores e jogos de console. Escolha este tempo considerando os horários das alimentações, da lição de casa e dos horários de descanso, eles não pode sem afetados.

2 – Não deixe trocar as brincadeiras por games

Jogos como o Minecraft podem ser jogados juntos e é uma excelente maneira de interagir com seu filho e se divertir. Procure cenários e situações que sejam divertidas e aproveite para construir coisas grandiosas juntos. O sucesso da conquista ou o fracasso também fazem parte do aprendizado e podem ser explorados nesses momentos.

3 – Ergonomia, nível de som e luz correta

Não ofereça os jogos como recompensa e nem barganhe para conseguir comportamentos ideais do seu filho. Ele precisa compreender que estes aparelhos e a tecnologia de forma geral já faz parte da vida dele, e não é um troféu ou uma coisa excepcional que ele está ganhando.

4 – Escolha os aplicativos certos

As crianças perdem o interesse ou dominam facilmente alguns tipos de jogos. Por isso, mesmo atualizados regularmente, deixam de chamar atenção. Troque os jogos e aplicativos que seu filho utiliza para oferecer novos desafios e oportunidades de raciocínio diferenciado.

5 – Atenção a classificação etária indicada pelo desenvolvedor

Procure oferecer a maior diversidade de estímulos para as crianças, como aqueles que exigem agilidade, raciocínio, noções matemáticas e etc. Como cada criança tem um tipo de inteligência mais desenvolvido, ela terá algumas atividades preferidas, mas também conhecerá o maior número possível das outras.

6 – Fiscalize sempre o que seu filho está jogando e fique atento ao comportamento da criança

Outra dica importante também é usar as versões gratuitas antes de comprar as versões pagas e testar antes dos filhos. As vezes, algumas ferramentas presentes nos jogos podem ser consideradas inapropriadas para as crianças em determinado momento de suas vidas e não necessariamente para sua faixa etária.

Essa é a realidade dos estudantes do século 21 e em um mundo globalizado, seja no Alaska ou no Oiapoque, as crianças precisam aprender a se relacionar com as novas tecnologias para direcioná-las para seu auto-desenvolvimento e também para o bem da sociedade em que eles vivem.

A codeBuddy usa o Minecraft na sala de aula e obtém resultados incríveis, os alunos programam um robô dentro do game.

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