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Programação para crianças

Dicas para o seu filho aprender a programar sem sair de casa

A tecnologia é parte essencial da vida contemporânea e a linguagem de programação é, literalmente, a base da maioria das soluções e inovações que mudam nosso mundo. Mas você sabia que é possível aprender a programar sem sair de casa?

Aprender a linguagem de programação significa embarcar em um mundo novo, com sua própria lógica. É um tópico de aprendizado bastante extenso, com muitas camadas de conteúdo. Porém, o ingrediente básico para o entendimento da linguagem de programação é, sem dúvida, a vontade de aprender e de desenvolver soluções para desafios da vida cotidiana.

A boa notícia é que existem uma série de ricos recursos disponíveis para aprender a programar em casa, e muitos deles são gratuitos ou baratos. Iremos apresentar uma lista desses sites e aplicações mais abaixo neste artigo, mas antes, que tal repassar alguns passos importantes na hora de encarar o aprendizado de linguagem de programação?

Como aprender a programar em casa?

Separamos abaixo dois passos fundamentais para organizar a vida de quem quer aprender a programar em casa.

1) Entender o motivo para o qual aprender a programar e criar um objetivo

Aqui na codeBuddy trabalhamos com a educação tecnológica para crianças e adolescentes. Nesse contexto de aprendizados múltiplos, descobrimos a importância de um foco e um objetivo para o aprendizado.

Podemos dizer que linguagem de programação é um meio, uma ferramenta, pela qual podemos interagir com a tecnologia de uma forma prática. É assim que grandes desafios da humanidade são resolvidos e revoluções em nossa forma de viver acontecem. Dê uma olhada nos resultados de nosso desafio Change The World – Game XP para ver o potencial criativo dos(as) pequenos(as).

Assim, na hora de aprender a programar é legal traçar um projeto. Metas como criar um APP para ajudar um problema comum, criar um jogo de celular ou criar um website, são boas opções para impulsionar o engajamento com a linguagem de programação.

Não importa a intenção, o importante é traçar uma meta e aprender as ferramentas para chegar nesse objetivo.

2) Escolher uma linguagem de programação adequada para seu objetivo

Mais do que criar uma motivação para o aprendizado da programação em casa, traçar um projeto ou objetivo é uma descobrir qual linguagem deverá ser compreendida, de acordo com seu objetivo pré-definido.

 Quando pensamos em linguagens de programação, não existe um modo de definirmos exatamente uma “melhor” do que a outra. Porém, existem algumas que são muito mais simples de aprender para um usuário inexperiente. CSS e HTML são exemplos de algumas das linguagens mais simples para acessar esse mundo. No entanto, elas serão suficientes apenas para criar sites básicos.

Para alguém que quer produzir sites mais complexos, linguagens como Javascript, PHP ou Python são as mais usadas.

A situação muda mais uma vez caso  você queira produzir aplicativos para iOS ou Android, nas quais linguagens como Java, Kotlin ou Swift são usadas.

Como você está vendo, esse é um universo amplo e com muitas opções que vão depender da abordagem escolhida. 
Mas não se espante! A codeBuddy quer facilitar o aprendizado de programação de seu filho e separamos abaixo uma lista com as principais ferramentas gratuitas e simplificadas para aprender programação em casa. Aproveite!

Ferramentas online para aprender programação em casa

Nada como programadores ajudando a ampliar e dinamizar o ensino de tecnologia! Essas ferramentas gratuitas foram pensadas para ajudar o entendimento intuitivo da linguagem de programação. Dê uma olhada.

Code.org

A code.org é uma ONG internacional, dedicada a expandir o acesso de múltiplas pessoas à linguagem de programação e ciência da computação em geral. Essa é uma das soluções para aprendizado caseira de programação mais famosa mundialmente.

A code.org, além disso, age com o intuito de aumentar a presença de estudantes do sexo feminino  e de minorias que, normalmente, não são presença comum no quadro de funcionários de multinacionais tecnológicas.

Os tutoriais de uma hora são criados em mais de 45 línguas e apresentam abordagens múltiplas para o aprendizado de programação!

programar sem sair de casa

 Codecombat

Aqui na codeBuddy utilizamos a gamificação em todas as fases do ensino tecnológico.

A ideia de usar a lógica dos games para o ensino tem crescido nas escolas do mundo e seu uso para o ensino de programação é simplesmente ideal.

O site codecombat tratou de unir aprendizado e diversão em um jogo especialmente formulado para o aprendizado de programação. O jogador vai preenchendo os códigos e vendo os resultados em tempo real nos movimentos e opções de seu personagem.

Simplesmente incrível e ideal para crianças que gostam de games darem um passo a mais em direção à criação de seus próprios projetos.

Tynker

A programação é uma maneira maravilhosa de dar asas à criatividade e criar soluções para o mundo.

O site Tynker é uma plataforma de ensino de programação dedicada especialmente para crianças. Milhões já aprenderam a programar em seus cursos digitais desenhados desde o básico – para crianças entre 4 – 7 anos de idade – até a programação avançada em JavaScript e Python para maiores de 13 anos.

O único contra do Tynker é que a plataforma é paga, com preços iniciando em 7 U$$. Ainda assim, desafios envolvendo a Nasa e o sistema eficaz de ensino podem fazer valer a pena.

CodeMonkey

Esse é uma espécie de game disponibilizado pela Microsoft. A ideia aqui é ensinar as crianças a desenvolverem o conhecimento e a aplicação da linguagem de programação.

O programa é “gratuito para testar” com 14 dias de uso gratuito!

codeBuddy!

Imagine um ensino híbrido de programação. Um sistema com materiais e desafios online, para aprender no conforto da casa, mas também com instrutores e uma comunidade de aprendizado localizada fisicamente?

Essa é a idéia da codeBuddy. Nosso sistema de ensino personalizado oferece o melhor da educação a distância em conjunção com todo o apoio da educação presencial.

Nosso sistema permite que o aprendizado teórico seja aplicado na prática, por meio de projetos e desafios que incentivam a criação e apresentação de soluções inovadoras.

Aprender programação na codeBuddy não é apenas divertido, como muito eficaz!

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Como os pais podem lidar com os perigos da internet

Se você é um pai ou mãe, com certeza tem receios quanto aos perigos da internet aos quais seus filhos estão sujeitos. Como sabemos, a internet pode ser uma forma incrível de adquirir conhecimento e até mesmo colaborar para o desenvolvimento educacional das crianças.

No entanto, o anonimato e a dificuldade das autoridades em regular as condutas no mundo virtual fazem com que a internet seja vista como um local perigoso e cheio de armadilhas. Afinal, a burocracia naturalmente encontra dificuldade em acompanhar ambientes tão dinâmicos quanto este.

E a gente entende que esse medo pode resultar naquele certo pânico que os pais sentem e os fazem querer saber o que seus filhos e filhas andam fazendo. Com quem será que conversam no celular? O que postam e compartilham, já que passam horas olhando para a tela do
computador?

Nesse contexto, alguns fenômenos aterrorizantes aparecem de quando em quando, fundamentando hipóteses que criamos na cabeça. Se você já ouviu falar de desafios como a “baleia azul” ou o mais recente “desafio da Momo”, sabe do que estou falando.

A codeBuddy acredita que a tecnologia pode ser uma grande aliada na educação, usada para a resolução de problemas reais. Por isso, preparamos algumas dicas para lidar com essas situações que geram insegurança e medo nas famílias do mundo tudo. Vamos lá?

Desafios perturbadores para crianças?

O desafio da Baleia Azul causou um desespero entre 2016 e 2017, quando números desconhecidos de whatsapp começaram a abordar crianças. O convite era para que participassem de um desafio que deveria durar 50 dias, no qual as tarefas ficavam cada vez mais mais complexas e perigosas.

Logo as sugestões de assistir um filme de terror sem ninguém por perto tornaram-se desafios brutais que ameaçavam a própria vida da criança. A contrapartida veio em forma de um novo aplicativo, chamado Baleia Rosa, sobre o qual falaremos ainda neste artigo.

Mais recentemente, voltamos a encarar algo semelhante. O desafio da Momo usava a imagem de uma boneca horripilante para amedrontar e provocar que crianças fizessem desafios similares ao da baleia azul.

Neste caso, a imagem era inserida no meio de programações infantis inofensivas, como Peppa The Pig, em plataformas como o YouTube Kids. As instruções indicavam que, caso a criança não fizesse o que foi pedido, a boneca sairia da tela para atacá-la.

Apesar de tudo que foi falado a respeito do assunto, o YouTube Kids lançou uma nota dizendo que não existiam vídeos com conteúdo do desafio da Momo em seu canal e que estavam cuidando para que isso continuasse assim. De fato, suas políticas não permitiriam conteúdo com este teor.

Especialistas acreditam que desafios do tipo são fortalecidos quando se tornam lenda urbana, pois atingem os medos naturais que os pais sentem pelo bem-estar de seus filhos. A pergunta que fica é: será que as crianças realmente ficariam 50 dias praticando atos bizarros, sem seus pais notarem e sem pedir ajuda?

Tudo depende da relação que as crianças têm com seus pais e educadores, ressaltando porque a comunicação precisa ser uma via de mão dupla, tanto quanto possível livre de julgamentos. Separamos outras dicas para garantir a segurança online das crianças e que nenhum pai ou mãe perca a cabeça com esses assuntos de novo.

Garantindo a segurança online das crianças

Crianças são seres em formação, que normalmente não conseguem esconder quando há algo errado. São as primeiras a falarem dos seus dias sem pensar duas vezes e o silêncio pode ser indicador de que é um bom momento para uma conversa entre pais e filhos.

De qualquer forma, é difícil imaginar uma criança praticando automutilação sem que seus pais percebam. Já nas redes, o cyberbullying age de forma mais discreta, tornando necessária a presença dos pais para entender os comportamentos dos seus filhos e compreender quais de fato são sinais de alerta.

Medidas básicas contra os perigos da internet

Além disso, é preciso alertar aos pequenos que números desconhecidos no whatsapp devem ser ignorados, assim como os pedidos de amizade de desconhecidos em redes sociais. Conteúdo pessoal não deve ser compartilhado publicamente, nem mesmo no Instagram.

Observe os conteúdos consumidos, tanto em canais como YouTube Kids quanto em jogos para crianças e outras formas de diversão interativas. Se um vídeo assustador aparecer, a criança deve ser orientada a comunicar os pais. Estes, por sua vez, podem dar um passo à frente e entrar em contato com sites como YouTube e Google para evitar que a mensagem se propague.

Medidas simples como estas fazem parte do uso consciente e construtivo das tecnologias, sem que seja necessário proibir ou regular radicalmente o uso de gadgets, como celulares e tablets.

como os pais podem lidar com os perigos da internet

Propagando medidas educativas

Todos os fenômenos, mesmo os mais estranhos e assustadores, podem ser utilizados como uma maneira de educar e fazer o bem. A tecnologia tem um fator: depende inteiramente de quem a está utilizando.

Foi o caso de uma educadora de São Carlos-SP que aproveitou a onda da Baleia Azul para criar uma proposta positiva. O desafio da Baleia Rosa, cujo intuito era promover uma “corrente do bem”, foi criado em 2017 por Bárbara Odonho.

Sua motivação? A curiosidade e interesse dos seus alunos pelos desafios negativos. Seu objetivo? Direcioná-la para algo construtivo e positivo. Os desafios variavam desde fazer uma ligação para os avós até dizer algo positivo ou elogiar uma pessoa.

As tarefas orientavam a conduta das crianças em direção ao amor e à generosidade. Incrível, não é? E deu super certo!

Esse exemplo pode ser muito inspirador para pais que buscam formas de criar seus filhos com valores positivos, já que vivemos em um mundo cheio de notícias ruins. Crianças adoram desafios, isso é um fato, e isso pode ser aproveitado para o bem.

Percebem a oportunidade? É por isso que a tecnologia é uma aliada tão boa da educação. Afinal, os jogos são, em geral, uma maneira de desafiar o intelecto e a percepção das crianças.

Transformando a relação com a tecnologia

A tecnologia está em todos os cantos. Nas mãos, bolsos e mentes das pessoas. Por isso, acreditamos que a melhor solução para o interesse desenfreado das crianças nesse universo é trabalhar para que seu uso seja consciente e construtivo.

É por isso que a codeBuddy busca oferecer conhecimentos que transformam diversão em aprendizado, por meio do ensino de áreas como programação de computadores e robótica para crianças e adolescentes.

Trata-se de nos prepararmos para um futuro que já está acontecendo, com aspectos positivos e negativos. E você, qual é sua opinião sobre o assunto? Comente abaixo e enriqueça nossa visão!

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Como a tecnologia ajuda o desenvolvimento educacional do seu filho?

A tecnologia revolucionou os hábitos de vida e a forma como nossa sociedade se organiza e avança. Passou a fazer parte, praticamente, de todas as atividades cotidianas, e nos deu um melhor amigo, até mesmo no que diz respeito ao desenvolvimento educacional: o celular.

Não é só em todas as atividades que ela está presente, mas também em todas as faixas etárias. Dos bebês aos idosos, é cada vez mais difícil encontrar quem não tenha se rendido aos encantos dos aparatos tecnológicos.

No entanto, uma nova recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) despertou um alerta e provocou uma reflexão: como a tecnologia influencia na educação das crianças.

De acordo com a cartilha, crianças de até 1 ano não devem ter contato com as telas, e as menores de 5 podem utilizar com restrições. O que significa reduzir o uso dos aparelhos para no máximo 1 hora por dia.

Isso sinaliza uma investida contra a tecnologia?

Não. De forma alguma equilibrar as atividades infantis com a utilização de tecnologia deve ser enxergado como uma ofensiva. Sua contribuição para o desenvolvimento das crianças é reconhecido de forma geral por especialistas.

Todavia, a questão abordada pela OMS é relativa, sobretudo, ao excesso. O alerta, na verdade, deve ser direcionado não às crianças, mas aos pais. Muitas vezes, por comodidade ou por autonomia de tempo, as tecnologias são exageradamente incorporadas à rotina familiar.

Assim sendo, como fazer dela uma aliada no desenvolvimento infantil?

Como a tecnologia ajuda o desenvolvimento educacional do seu filho?

O limiar entre entreter e aprender

Não é difícil encontrar plataformas e aplicativos que ajudem (e muito) na didática do aprendizado. Seja através de videoaulas, de metodologias digitais ou até mesmo aprendendo sobre o funcionamento dessas máquinas. São inúmeras as possibilidades que a tecnologia apresentou como uma soma positiva de saberes. Não precisa ir muito longe para entender que essa nova maneira de compreender o mundo veio para ficar.

Basta reconhecer que todas as crianças nascidas após os anos 2000 chegaram em uma sociedade completamente conectada e informatizada. São crianças que crescem acompanhando novidades do Brasil e do Mundo em questões de segundos.

São pessoas que possuem mais amigos virtuais do que os presenciais, são autodidatas e, desde muito cedo, ensinam e aprendem na mesma proporção. É fundamental compreender que elas nunca conheceram nada diferente disso.

Isso não é ruim, é diferente do que as gerações dos pais dessas crianças costumavam ver, e a conciliação acaba sendo o grande segredo deste convívio.

É preciso se adaptar e acostumar com esta nova percepção de mundo, e, principalmente, viabilizar que essa nova dinâmica resulte em descobertas importantes para toda a humanidade.

É, por isso, que os brinquedos de antigamente já não são mais tão empolgantes para uma criança millennial — os nascidos após 2000. Não existe o maniqueísmo entre melhor ou pior, existe a diversidade e a proporcionalidade.

A via que torna essa relação harmoniosa é aquela que extrai todo o potencial de ambas as realidades. Logo, aquela que usufrui tanto deste novo universo, quanto das já tão conhecidas formas “analógicas” de desenvolvimento da sociedade.

Como a tecnologia ajuda o desenvolvimento educacional do seu filho?

A importância das experiências

O conhecimento é uma esfera que não tem limite e pode ser absolutamente plural e diverso. É dessa forma que o Clubinho de Ofertas enxerga e valoriza o conhecimento a partir das experiências.

Pode ser por meio de uma peça teatral, de um museu interativo ou um parque radical. A ciência, o pensamento ou as grandes ideias não são restritivas, muito menos iguais. Cada ser humano é capaz de sentir e nutrir aprendizados completamente diferentes a partir da mesma vivência. As crianças de hoje possuem o mundo nas mãos e se comportam como tal.

Nessas condições, pais, professores e toda a sociedade tem o compromisso de orientar esse desempenho. Como? Equilibrando as experiências sensoriais e afetivas ao mesmo passo que se soma os benefícios trazidos pelas tecnologias.

É deixar para trás a ideia de que preparamos nossos filhos para o futuro, e admitir que o futuro já chegou. Hoje, educamos crianças que possam enfrentar com maturidade e perspicácia os grandes e complexos desafios da nossa sociedade.


Por Erika Zordan
Mineira de raiz, carioca de coração, apaixonada por histórias e que acredita muito no poder de transformação da educação.


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Quando o excesso de tecnologia começa a ser prejudicial

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My 300-208 exam questions Daddy says that Mamma Microsoft 70-533 Dumps 300-208 pdf is going to 210-260 PDF have to go be with her.” My heart nearly stopped beating. Then 300-208 dumps the boy 210-260 PDF looked at me again 300-208 vce and said, “I told my Daddy to tell my Mama not to go yet. 300-208 pdf I told him to tell her to wait Microsoft 70-533 Dumps till I 300-208 vce got back from the store.” Then he asked 300-208 exam questions me if i wanted to see his picture. 300-208 vce I 300-208 vce told him I’d love to. He pulled out some picture he’d had taken at 300-208 pdf 300-208 exam questions the Learningpdf front of the 300-208 pdf store. He said, “I 300-208 vce Learningpdf want my Mama to take this with her so the Learningpdf dosen’t ever forget me. 300-208 exam questions I love my Mama 300-208 pdf so very much Learningpdf and 210-260 PDF Learningpdf I wish she dind not have to leave me.But Daddy says 300-208 dumps she will need to be with my Prepexamwell 300-208 vce sister.” I Microsoft 70-533 Dumps saw that 300-208 vce the little boy had lowered his head and had grown so qiuet. While he was not looking I reached 210-260 PDF into my purse and pilled out Learningpdf a handful 210-260 PDF of bills. I Microsoft 70-533 Dumps asked the little boy, “Shall we count that miney one 210-260 PDF more time?” He grew excited and said, “Yes,I just know 300-208 vce it has to Learningpdf 300-208 dumps be enough.” Microsoft 70-533 Dumps So I slipped my money Prepexamwell in with Microsoft 70-533 Dumps his and 300-208 vce we 300-208 exam questions began to 300-208 exam questions count it . Microsoft 70-533 Dumps Of course it was 300-208 exam questions plenty for the Prepexamwell doll. He softly said, “Thank you Jesus for giving me enough 300-208 exam questions money.” Then the boy said, “I just asked Jesus to give me enough Learningpdf money to buy 300-208 dumps this doll so 300-208 vce Mama can take 300-208 exam questions it with her to give my sister. And he heard my prayer. I wanted to ask 300-208 dumps him give for enough to buy my Mama a white rose, but 300-208 pdf I didn’t ask him, 300-208 dumps but Microsoft 70-533 Dumps he gave me enough to 300-208 dumps buy the doll and Prepexamwell a rose for my Mama. She loves white rose so much. “In a few minutes the aunt came back and I wheeled my cart Learningpdf away. I could not keep 210-260 PDF from thinking about the little boy as I finished my shoppong in a ttally different spirit than 300-208 vce 300-208 exam questions when I 300-208 pdf had started. And 210-260 PDF Prepexamwell I kept remembering a Learningpdf story I 210-260 PDF had seen in the newspaper several days earlier about a drunk driver hitting a car and killing7 a little girl and the Mother was in serious condition. The family was deciding on whether to remove the life support. Now surely this little Learningpdf 210-260 PDF boy did not belong with that story.Two days later I read in the paper where Prepexamwell the family had disconnected the life support and 300-208 pdf the young woman had died. I could not forget 300-208 exam questions the little boy 300-208 dumps 300-208 dumps and just kept wondering if the two were 300-208 vce somehow connected. 300-208 vce Later that day, I could not help myself and I went out and bought aome white roses and took them to the funeral home where the yough woman was 300-208 dumps .And there she was holding a lovely white rose, the beautiful doll, and the picture of the little boy in the 300-208 pdf store. I left there in tears, thier life changed 300-208 pdf forever. The love that little boy had for his little sisiter and his mother was overwhel. And in a split8 second a drunk driver had ripped9 the life of that little boy to pieces.

Quando o excesso de tecnologia começa a ser prejudicial

A sabedoria popular afirma que tudo em excesso pode se tornar um problema. Podemos dizer o mesmo a respeito da intensa presença da tecnologia em nossa vida cotidiana. O risco é acentuado especialmente para as crianças e adolescentes que estão crescendo totalmente conectadas na internet.

Estamos chegando a um ponto no qual até mesmo questionar a presença da internet já se torna um pouco absurdo. Afinal, mal conseguimos nos lembrar com clareza que há algumas décadas era impossível comunicar-se com todo mundo pela distância de alguns toques em uma tela.

Se a tecnologia tem o poder de envolver em todos os nossos movimentos, desde a hora em que acordamos até o momento em que vamos dormir, como podemos detectar quais limites estão sendo ultrapassados?

Pensando nisso, a codeBuddy reservou algumas reflexões sobre o tema. Abaixo você encontrará alguns sintomas de excesso do uso da tecnologia e sugestões de como positivar essa relação.

Quando o excesso de tecnologia começa a ser prejudicial

O tempo que a tecnologia consome no dia a dia

Segundo observações de estudos feitos nos EUA a respeito dos efeitos do excesso de internet no dia a dia das crianças, o problema não está necessariamente no tempo despendido online, mas no tempo “olhando para a tela”.

Isso ocorre quando se torna corriqueiro o ato de pular a todo momento de uma tela para a outra. É sair do celular para ver TV, da TV para um laptop, do laptop para um tablet e assim sucessivamente.

Parte desse problema decorre da própria configuração das redes sociais. A chamada “barra de rolagem infinita” — com o auxílio de algoritmos que selecionam e variam o conteúdo — tornou-se uma ferramenta para garantir que seja muito difícil parar de descer infinitamente na busca por um oceano de conteúdo.  Se você já se pegou fechando o app do Facebook ou Instagram para abri-lo logo em seguida, entende o que quero dizer.

Se isso afeta adultos no mundo todo, imagine as crianças — que também são levadas pelo apelo visual de jogos e outras formas de interação online. É estimado que pessoas entre 8 e 28 anos passam mais de 44 horas semanais olhando para as telas de seus gadgets.

Por isso, é importante prestar atenção para sinais de vício e criar formas para usar a tecnologia de maneira mais consciente, sem cair em mecanismos inventados para grudar nossos olhos em qualquer tipo de tela.

Quando o excesso de tecnologia começa a ser prejudicial

Como resolver o excesso de tecnologia

Existem muitas maneiras para se melhorar o desperdício de tempo online, mas todas exigem um pouco de força de vontade e foco. Com as crianças e adolescentes, é o caso de estabelecer limites para o uso e ter conversas esclarecedoras. Além disso, é importante oferecer opções para que a relação delas com a tecnologia se torne mais positiva, ou até mesmo uma aliada na educação de seu filho(a).

A maneira mais eficaz para melhorar esse tempo é diminuir drasticamente o período gasto em redes sociais. Para isso, algumas opções oferecem bons resultados: substituir os ícones de redes sociais da primeira página do celular por apps de produtividade, instalar apps capazes de limitar o acesso a redes sociais e determinados aplicativos, além de manter um registro do tempo gasto online.

Quando o excesso de tecnologia começa a ser prejudicial

Tecnologia como forma de evitar o “mundo real”

A vida escolar pode ser muito complexa para crianças e adolescentes. É uma socialização intensa, cheia de proximidades, alterações de humor, ao mesmo tempo que tudo está começando a se desenvolver no corpo e na mente.

No meio dessa transição difícil, muitos(as) adolescentes começam a utilizar o mundo digital para se desviarem da realidade, ao invés de expandirem as suas percepções de mundo.

O problema é que, nesse período, especialmente entre 15 e 17 anos, certa rebeldia e dificuldade de comunicação podem ser vistas como normais. É por isso que a atenção ao uso da internet deve ser redobrada.

Se você perceber alguns dos seguintes comportamentos, é sinal de que o excesso de tecnologia está se tornando prejudicial:

  • A pessoa se irrita exageradamente quando qualquer atividade realizada na frente de uma tela é interrompida;
  • A pessoa está ganhando peso e parece não se importar com a própria saúde;
  • A pessoa se sente deprimida, ansiosa ou irritada quando não pode acessar a web.

Quando o excesso de tecnologia começa a ser prejudicial

Como lidar com esses sentimentos

Como vimos, o problema não é utilizar a internet, mas sim o seu excesso. A criança ou adolescente precisa ter tempo e disposição para fazer atividades que não sejam praticadas apenas sentadas diante de uma tela.

Uma pesquisa publicada na revista Forbes recentemente, identificou que ficar por muito tempo olhando para uma tela pode ter efeitos prejudiciais ao cérebro. O que ocorre é um empobrecimento das conexões ligadas a linguagem e cognição.

Uma saída para esse problema é sempre incentivar que crianças e adolescentes leiam livros, uma atividade que leva a resultados oposto. Além disso, incentivar atividades físicas como a prática de esportes, dança, yoga ou lutas, ajuda o jovem a desenvolver maior apreço pela vida fora das telas.

Quando o excesso de tecnologia começa a ser prejudicial

A tecnologia não é nossa inimiga se usada de maneira equilibrada

Nós da codeBuddy acreditamos que a tecnologia pode ser uma grande aliada na educação, especialmente de crianças e adolescentes que desejam criar um engajamento ativo com esse universo.

Se seu filho ou filha não quer desgrudar de seus gadgets, talvez seja o caso de incentivar um uso mais profundo e supervisionado deles, quem sabe até mesmo começar uma preparação para uma carreira profissional. Sabemos que o futuro está nesse novo meio de comunicação.

Áreas como programação de computadores, robótica e desenvolvimento de jogos, ajudam na criação de uma relação diferente com a tecnologia e podem resultar em soluções inovadoras para nossa sociedade.

Entenda o que mais a programação nessas fases iniciais pode fazer pelo seu filho no nosso e-book sobre programar desde cedo.


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5 fatores pouco conhecidos que podem afetar o comportamento das crianças

5 fatores pouco conhecidos que podem afetar o comportamento das crianças

Crianças são seres complexos e incríveis. Como já falamos em nosso artigo sobre as 5 coisas que você precisa saber sobre as crianças, observar o crescimento de uma delas é entrar em contato com os efeitos do mundo e das relações entre pessoas no desenvolvimento da personalidade e da inteligência. A infância é o período mais importante na construção de uma pessoa, ocorrendo em uma rede dinâmica e infinita de afetos que moldam a visão de mundo.

Apesar disso, muitos aspectos do desenvolvimento infantil são um mistério para os pais e outros adultos que estão ao redor. Afinal, é possível descobrir a causa de tudo o que afeta a criança? Como os pais podem entender causas invisíveis que podem influenciar na vida familiar?

De certo, a ciência e a psicologia, com o esforço de décadas, foram capazes de encontrar fatores que afetam diretamente o desenvolvimento infantil, subsidiando o trabalho diário de milhares de pais em todo o mundo.

Para auxiliar na tarefa complexa de entender o comportamento das crianças e remediar influências negativas, a codeBuddy preparou um artigo com 5 fatores pouco conhecidos que podem afetar o comportamento das crianças.

Vamos lá?

5 fatores pouco conhecidos que podem afetar o comportamento das crianças

 

1) Alimentação

No mundo de hoje, a alimentação é vista com um olhar mais atento do que no passado, graças aos avanços da nutrição e da biologia que elucidam como nutrientes, vitaminas e outros compostos agem, tanto na estrutura física quanto mental do corpo humano.

Apesar disso, nosso mundo também é preenchido de alimentos industrializados, superprocessados e açúcares. Considerando as preferências do paladar infantil, podemos dizer que as crianças são o nicho da sociedade mais afetado pela má qualidade da alimentação.

Muitas comidas industrializadas são formados por açúcares refinados e compostos químicos com nomes complexos e incompreensíveis, dispostos em letras minúsculas nas embalagens, dificultando a compreensão imediata dos consumidores.

O problema dos açúcares refinados é que devastam nutrientes importantes para a saúde neurológica, como Vitamina B e C, Cálcio, Magnésio e Ômega 3. A falta desses nutrientes pode gerar diversos efeitos visualizados em crianças, como falta de apetite, irritabilidade, falta de coordenação motora e problemas de crescimento.

A busca por uma alimentação mais orgânica e natural pode auxiliar no desenvolvimento da criança. Além disso, excesso de doces e comidas gordurosas pode viciar o paladar da criança, gerando a conhecida falta de apreço por verduras e legumes.

É claro que para resolver esse problema mesmo alguns pais devem trabalhar os seus próprios paladares!

5 fatores pouco conhecidos que podem afetar o comportamento das crianças

2) Intolerâncias alimentares e alergias

Além da falta de nutrientes, ocasionada por uma alimentação excessivamente industrializada, é importante deixar claro que a comida tem uma relação direta com a sensibilidade e o comportamento. Nem sempre essas relações ficam claras quando os pais buscam refletir a respeito das dificuldades dos filhos.

As crianças podem ter intolerâncias misteriosas, especialmente por glúten e corantes alimentícios que afetam seu comportamento. Alguns pesquisadores chegam a chamar o estômago de “segundo cérebro”, haja vista a enorme relação entre emoções e sensações na região abdominal.

A ingestão frequente de comidas que geram intolerância pode resultar em ansiedade e transtorno de atenção, entre outros distúrbios psicológicos. Caso seu filho esteja com problemas de comportamento e na escola, talvez seja interessante levar a criança ao nutricionista para verificar a possibilidade de uma dieta restritiva.

Além disso, problemas de respiração, como bronquite e asma, comuns em diversas crianças, podem gerar problemas de comportamento para além dos sintomas físicos.

5 fatores pouco conhecidos que podem afetar o comportamento das crianças

3) Ambiente

Adultos se preocupam muito com o lugar em que vivem. Vários fatores podem ser decisivos para escolher um bairro e até mesmo uma cidade para se viver: locais perto do trabalho ou com casas melhores e preços mais acolhedores influenciam na tomada de decisão a respeito do local para instaurar um lar. No entanto, nem sempre os lugares que são mais benéficos para os pais são ideais para o desenvolvimento saudável da criança. O ambiente de crescimento tem um papel crítico no desenvolvimento de habilidades sociais, pois são diretamente ligados às experiências psicológicas que vão dar tom às suas personalidades.

Nesse sentido, com ambiente queremos dizer várias coisas: o bairro, as condições geográficas e climáticas, eventos sociais e relações em geral com a vizinhança. É um fato que crianças que frequentam boas escolas, em bairros onde podem brincar na rua e fazer amizades, desenvolvem certas capacidades com mais facilidade.

Se você mora em um grande centro, invista em levar as crianças para brincar em parques e faça amizade com os pais de seus amigos e amigas, para planejar passeios, piqueniques e festas em conjunto.

Caso perceba que a criança está tendendo ao isolamento, procure entender a situação conversando e observando.

5 fatores pouco conhecidos que podem afetar o comportamento das crianças

4) Exercícios físicos

Muitas crianças adquirem hábitos demasiadamente caseiros e, mais do que controlar o tempo de videogame ou internet para evitar o vício, os pais devem se preocupar com a saúde física de seus filhos, no que condiz aos exercícios físicos. Isso não significa que as crianças deverão ser enviadas para uma academia para fazer flexões e tomar suplementos.

Estamos falando de exercícios físicos que ocorrem em brincadeiras cotidianas e práticas esportivas comuns. É importante incentivar que as crianças brinquem ao ar livre para reforçar seus corpos e resistência.

Esse fator se liga ao anterior, pois estamos falando de contexto e prática. Para além do lugar-comum dos benefícios dos exercícios físicos, é importante lembrar que a exposição aos micróbios do ar ajuda a reforçar a resistência imunológica da criança, que se tornam mais resistentes a alergias, que como vimos, podem gerar distúrbios psicológicos.

Além disso, exercícios físicos podem ajudar na falta de sono, falta de apetite e estresse. Todos esses fatores colaboram para a diminuição da imunidade.

5 fatores pouco conhecidos que podem afetar o comportamento das crianças

5) Influências afetivas no comportamento das crianças

Independentemente do tipo de família, sua influência é essencial no desenvolvimento da criança. Existe um profundo impacto na forma como a vida afetiva particular afeta a formação de capacidades psicológicas e sociais.

Famílias que negligenciam a presença e a necessidade das crianças contribuem para que elas se tornem adultos como dificuldade de se relacionar. Por outro lado, famílias que demonstram amor e afeto geram um desenvolvimento mais positivo de capacidades de interação e comunicação.

Isso inclui qualquer atividade familiar válida. É importante fazer atividades como ler para as crianças, brincar com elas e, realmente, ter conversas profundas em que se sintam levadas a sério, se sintam amadas. Essa parte pode ser resumida como: ensine a criança a amar e ser amada, demonstrando afeto por meio de ações concretas.

Como já demonstramos em um artigo sobre o desenvolvimento infantil, as crianças aprendem brincando! Estão gerando a percepção do mundo e do funcionamento das regras sociais às quais terão que se adequar para viver em sociedade. Do mesmo modo, as relações familiares são um aprendizado a respeito do que é ter responsabilidade, amar e respeitar.

Por hoje é isso! Gostou de nossas dicas? Comente abaixo! A codeBuddy quer manter um compromisso de ajudar no desenvolvimento de famílias saudáveis e seu feedback será inestimável.


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7 coisas que você deve falar com seu filho(a) sobre a Internet

7 coisas que você deve falar com seu filho(a) sobre a Internet

Pessoas que cresceram em décadas anteriores à expansão dos gadgets e da internet tendem a estranhar a forma como a infância de hoje é rodeada de equipamentos tecnológicos e vida online. Todo mundo já ouviu a conversa que se inicia com “no meu tempo era diferente”. Brincadeiras na rua, soltar pipa, soltar pião etc.

No entanto, a realidade da vida com a internet não impede que as crianças criem relações positivas e criativas com o mundo conectado. Na verdade, não é difícil relembrar que mesmo as brincadeiras ao ar livre não são isentas de riscos, especialmente se as crianças forem para a rua sem a devida atenção dos adultos.

O segredo não é proibir ou simplesmente criticar a forma como as crianças de hoje crescem. Além disso, negar aos pequenos o uso da tecnologia implicará em efeitos negativos, como a sensação de isolamento por ter um tratamento diferente das outras crianças integradas ao mundo tecnológico.

7 coisas que você deve falar com seu filho(a) sobre a Internet

A ideia é que os pais participem ativamente da vida online de seus filhos.

Aqui na codeBuddy nós gostamos de bater nessa tecla, pois acreditamos que a tecnologia pode integrar as famílias, ao invés de ser vista apenas como um risco. Já abordamos o tema, falando dos motivos para os pais prestarem atenção no uso que seus filhos fazem da internet.

Para incentivar esse diálogo, separamos 7 coisas que você pode falar com seu filho(a) sobre internet. Vamos lá?

7 coisas que você deve falar com seu filho(a) sobre a Internet

1 — A internet pode ser muito mais do que redes sociais

O problema principal não é exatamente acessar a internet, mas o uso que fazemos dela. E isso vale para crianças e adultos. Os pais que estiverem conscientes do uso que têm feito da internet — questionando costumes como ficar horas descendo a barra de rolagem do Facebook — terão mais material para conversar com os filhos sobre o tema.

A internet foi criada muito antes do desenvolvimento das redes sociais. Existem fóruns, enciclopédias, sites educativos, aulas, bancos de dados com obras de arte e filmes raros em domínio público.

Além disso, a internet é uma forma de comunicação muito rica, que pode permitir interações variadas. Você não precisa ficar sentando, com a postura errada, para utilizar a internet. Que tal praticar yoga com vídeos no YouTube?

A questão é mostrar para os filhos que existem opções para incentivar que saiam do lugar confortável do fenômeno das redes sociais.

7 coisas que você deve falar com seu filho(a) sobre a Internet

2 — Os riscos do anonimato

É claro que, ainda assim, as redes sociais são um grande ponto de acesso para o mundo contemporâneo. Hoje em dia, uma pessoa que não possui contas em redes sociais é uma raridade.

As crianças querem fazer parte desse mundo. É por isso que ao descobrir a idade correta para permitir que seus filhos entrem nas redes sociais, é preciso sentar e ter uma conversa importante sobre os riscos inerentes à vida online.

A anonimidade que a internet permite é muito importante para várias pessoas que desejam se expressar, até mesmo em países onde ditaduras bloqueiam suas liberdades. No entanto, é também a forma como predadores, bullies e criminosos usam para agirem ilesos.

Aqui vale o mesmo de quando for alertar seu filho(a) sobre o risco de falar com estranhos e aceitar coisas na rua. É importante estar alerta e informar de maneira clara que existem riscos, e monitorar as conversas e ações da criança nas redes.

A criança deve saber reconhecer o risco de um perfil sem foto, de pessoas desconhecidas pedindo amizade e de mensagens suspeitas.

7 coisas que você deve falar com seu filho(a) sobre a Internet

3 — A importância de reconhecer os limites entre público e privado

Essa conversa também tem a ver com o uso das redes sociais. Como estamos em
casa, utilizando um celular ou computador, a ideia de que estamos nos expondo ao postar algo pode parecer muito abstrata.

Para as crianças, aprender esse limite é muito importante. Converse com ela a respeito da necessidade de não falar sobre tudo e se expor na internet. Faça ela imaginar que postar uma foto ou mensagem publicamente é o mesmo que chegar em público, na frente de centenas de pessoas, e dizer algo íntimo ou pessoal.

Além disso, é recomendável que os perfis de crianças em redes como o Instagram sejam privados, para filtrar o acesso para pessoas conhecidas. Essas simples atitudes podem evitar o contato de predadores online.

7 coisas que você deve falar com seu filho(a) sobre a Internet

4 — Falar sobre efeitos na saúde

O uso excessivo de gadgets pode ter efeitos diretos na saúde. Estudos indicam que utilizar o celular antes de dormir pode afetar a qualidade do sono, provocado pelo efeito da iluminação de tom azul que liga nossos olhos à tela.

Além disso, uma pessoa que passa muito tempo sentada na frente do computador, jogando ou vendo vídeos, pode desenvolver problemas de postura e na coluna.

As crianças não se atentam muito para a saúde como os adultos, mas existem maneiras de falar sobre o tema sem ser “chato” ou até agir indiretamente, como convidar a criança para um rápido alongamento depois de algumas horas em frente ao computador.

7 coisas que você deve falar com seu filho(a) sobre a Internet

5 — Explicar por que existem limites de tempo no uso da internet

É natural que os pais queiram controlar o tempo que seus filhos(as) acessam a internet. Porém, não simplesmente proíba ou crie limites sem demonstrar as razões por trás disso.

Internet em excesso pode viciar e gerar sedentarismo. Procure demonstrar que a limitação não é um mero capricho, mas uma forma de expandir a visão da criança sobre as atividades que ela pode fazer durante o dia.

7 coisas que você deve falar com seu filho(a) sobre a Internet

6 — Conversar a respeito das práticas favoritas de seu filho(a)

Os pais podem virar os “chatos” que só conversam para limitar ou vigiar os filhos. Para evitar isso, crie uma relação de proximidade com as atividades favoritas da criança. Pode ser difícil se interessar por youtubers adolescentes ou por jogos infantis, mas faça um esforço. A criança sabe reconhecer o interesse dos pais por suas coisas.

Além disso, esse feedback é essencial para você detectar o que é saudável e o que é problemático no uso que está fazendo da tecnologia.

7 coisas que você deve falar com seu filho(a) sobre a Internet

7 — Incentivar o uso da tecnologia para desenvolver habilidades importantes

Se seu filho ou filha se amarra em tecnologia, talvez seja o caso de incentivar uma expansão desse universo. Por que apenas acessar jogos e sites se é possível aprender a criá-los?

A tecnologia tem se tornado uma constante em nosso mundo. Atividades como o ensino de programação e robótica podem ser uma boa pedida para que as crianças aprendam a interagir com esse novo mundo.

E você? Conversa com seu filho(a) a respeito do uso da internet? A codeBuddy quer conhecer sua experiência! Comente abaixo e contribua para o crescimento de nossa rede!


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Porque aprender a programar na infância

Você já pensou no peso da palavra “linguagem”, quando falamos em programação de computadores? É sobre os motivos para aprender a programar na infância que falaremos aqui.

Porque aprender a programar na infância

Costumamos considerar como linguagem as palavras, sons e códigos que usamos para nos comunicar uns com os outros. Além disso, todas as atividades extracurriculares tradicionais, como ensino de artes e de música, também são linguagens. São grafias, símbolos, técnicas que ajudam as crianças a desenvolver a raciocínio, coordenação motora e habilidades de comunicação.

A linguagem de programação se enquadra exatamente neste parâmetro. É uma linguagem pois trata de uma comunicação com programas de computador, jogos e, especialmente, com as pessoas que utilizam essas tecnologias.

É natural que os pais queiram preparar as crianças para o mundo do qual farão e irão ajudar a construir. Para ter um vislumbre desse mundo basta dar uma olhada ao redor para encontrar pessoas com todos os tipos de gadgets. Na verdade basta olhar para o próprio bolso para encontrar um dispositivo repleto de trabalho de centenas de programadores no mundo tudo. 

Celulares, tablets, notebooks. Não é a toa que as principais empresas do mundo no momento tratam exatamente disso: apps, programas, soluções digitais, inovação…

Mas os motivos para incentivar as crianças a programar ultrapassam o preparo para o mercado de trabalho (que está em expansão e sente falta de profissionais qualificados).

Por isso, separamos abaixo alguns motivos diversos pelos quais crianças devem aprender a programar, confira!

É mais fácil aprender na infância

É mais fácil aprender programação porque os cérebros das crianças são mais maleáveis, mais abertos a adaptação e ao aprendizado de coisas novas. J. Paul Gibson, um professor de programação para crianças, chegou a dizer que crianças de 5 a 11 anos tem tanto potencial para aprender sobre algoritmos e programação que é vergonhoso esperar que se tornem adolescentes para ensiná-las

O mecanismo é, basicamente, o mesmo que faz com que crianças aprendam novas línguas com uma facilidade espantosa.  Se pensamos que o mundo está cada vez mais próximo de se tornam totalmente conectado virtualmente, talvez seja interessante incentivar que as crianças aprendam a linguagem do futuro.

Entender de programação ajuda a entender o mundo ao redor

A maioria das pessoas não compreende ainda, realmente, como são feitos os apps e programas que facilitam e participam de suas vidas e decisões.

É claro que a expansão da internet é algo ainda recente, na medida que a maioria dos adultos cresceu sem gadgets ou conexões de alta velocidade. No entanto, as crianças de hoje em dia crescem com gadgets em suas mãos, jogando em celulares e tablets.

Imagine como a experiência tecnológica pode ser enriquecida se essas mesmas crianças tiverem a oportunidade de criar seus próprios jogos e programas? Isso é uma realidade presente em diversas escolas de computação para crianças, como é o caso da codeBuddy.

Além disso, o ensino de programação pode ajudar a positivar a interação cotidiana com a tecnologia. A partir do momento em que as pessoas começam a entender como uma ferramenta funciona, o seu potencial cresce abundantemente.

Enfrentando problemas e aprendendo a perseverança

Um dos maiores problemas do mundo contemporâneo é a ansiedade, atrelada a fatores como stress no trabalho e principalmente: dificuldade de lidar com problemas. Normalmente, essa dificuldade está ligada à um efeito bola de neve: são tantas coisas para resolver de uma vez que parece impossível chegar ao final com sucesso!

Quando uma criança programa um código de computador, ela necessariamente tem de fragmentar o problema em partes menores, lidando com um erro de cada vez, que contribuirá para um todo que funcione com equilíbrio.

O poder desse aprendizado não pode ser subestimado no desenvolvimento de competências importantes na vida adulta.

Da mesma forma, uma criança que programa desde cedo aprende o poder da perseverança. Aliás essa é uma qualidade presente nos videogames dos anos 80, com jogos totalmente baseados na repetição, paciência e perseverança dos jogadores.

Programar melhora as capacidades de comunicação

Como dissemos no tópico anterior, programar envolve o processo de compreensão  e solução de erros no código, os chamados bugs.

O interessante é que no desenvolvimento de códigos para computador os(as) alunos(as) são incentivados a aprender com os erros. É justamente assim que o programa se comunica com a pessoa, que a máquina é capaz de demonstrar onde existe algo que pode ser melhorado.

Vivemos em uma realidade muito exigente, que aos poucos faz muita gente acreditar que errar é fracassar. Nós, pelo contrário, acreditamos que errar e aprender e, felizmente, é assim que a linguagem de programação funciona!

Programar é divertido!

Programar é uma atividade ligada à lógica que é ao mesmo tempo muito criativa e empolgante.

As crianças aprendem brincando, pois o processo de criar um programa ou jogo do começo ao fim é uma aventura total. Imagine o prazer de ver um jogo ou app funcionando de acordo com o que você imaginou, como resultado de seu trabalho?

As crianças obtêm muitos estímulos positivos que impulsionam sua vontade de aprender mais e avançar na programação, pois querem fazer mais, criar mais. 

Além disso, muitas pessoas acreditam que programar é difícil. No entanto, aprender as lógicas básicas com o apoio de linguagens próprias à idade dos(as) alunos(as) torna esta uma atividade muito prazerosa e nem um pouco inacessível.

Aprendendo a criar e viver em grupo

As maiores tendências do mundo da tecnologia da informação rumam para o mesmo sentido: como organizar as tarefas e trabalhar com uma equipe eficaz? Como produzir resultados de qualidade trabalhando com uma equipe?

Esses desafios são solucionados diariamente por crianças que aprendem a programar, que compreendem desde cedo que a computação é, necessariamente, uma atividade coletiva.

Para que criar um programa se não ninguém for usar? Como um jogo pode envolver a pessoa do outro lado da tela? Como resolver um problema no código sem obter ajuda?

Além disso, existem diversas tarefas e pontos de vista envolvidos na área desenvolvimento de um software, apps ou games. Designers, programadores, cientistas, artistas visuais, matemáticos. Isso para apenas pensar em alguns dos engajamentos possíveis na vida de um(a) programador(a) no mercado de trabalho.

Estamos falando de uma área que vai de apps para uso cotidiano de milhões de pessoas até programas utilizados em missões espaciais. Da criação de jogos para entreter, educar e até a criação de incríveis de incríveis efeitos de computação gráfica usados em telas de cinema.

Têm alguma dúvida sobre o ensino de programação para crianças? Comente abaixo ou entre em contato com a codeBuddy! Estamos a disposição.


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6 perguntas sobre ensino de tecnologia para crianças que ouvimos sempre

É muito comum que pais e amigos nos procurem para entender o que de fato é o ensino de programação e robótica para crianças e jovens adolescentes e como funciona o ensino personalizado.

Pensando nisso, reunimos as 6 perguntas sobre ensino de tecnologia para crianças mais comuns e respondemos aqui. Tem uma dúvida que não foi respondida? Deixe um comentário!

1. Por que ensinar tecnologia para crianças e jovens adolescentes?

dúvidas dos pais: perguntas sobre ensino de tecnologia para crianças

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He said, “It is 300-075 exam Cisco 300-075 the doll my 300-075 dumps sister wanted so badly for Chirsmas. She just knew that Santa would bring Exampdfview it. “I told him that maybe Santa was going 300-075 dumps to bring it . He said, “No, Santa can’t go where my sister is…. Examdumpsview I have to give Cisco 300-075 dump the doll to my 300-075 dumps 210-065 Exam Questions Mama to take to her. “I asked him where his siter 210-065 Exam Questions was. He looked at me with the saddest eyes Examdumpsview and said, “She was gone to be with Jesus. My Daddy says that Mamma is going to have to 300-075 exam go be with her.” My heart nearly stopped beating. Then the boy looked at me again and said, “I told my Daddy Exampdfview to tell my Mama not to go yet. I told him to tell her to wait 210-065 Exam Questions till I got back from Cisco 300-075 the store.” Then he asked me if i 300-075 exam wanted to 300-075 dumps see Cisco 300-075 his picture. I told him I’d love to. He pulled out some picture he’d had taken at the front of the store. He said, “I want my Mama to take this with her so the dosen’t 300-075 exam ever Cisco 300-075 dump forget me. I love my Mama so very much and I wish she dind not have Examdumpsview to Examdumpsview 210-060 Dumps 300-075 dumps leave me.But Cisco 300-075 dump 300-075 exam Daddy says she will need to be with my sister.” Cisco 300-075 I Cisco 300-075 dump saw that the little boy had lowered his head and 210-065 Exam Questions had grown so qiuet. While he was Cisco 300-075 dump not looking I reached into my purse and pilled out a handful of bills. I asked the little boy, “Shall we count that miney one more time?” He grew excited and Exampdfview said, “Yes,I just know it has to be enough.” So I 300-075 dumps slipped Cisco 300-075 my money in with his and we began to count it . Of 300-075 dumps Cisco 300-075 Cisco 300-075 Examdumpsview course Cisco 300-075 it was plenty for the doll. Examdumpsview He softly said, “Thank you Jesus Exampdfview for giving me 300-075 dumps enough money.” Cisco 300-075 dump Exampdfview Then Cisco 300-075 the boy said, “I just Cisco 300-075 asked 300-075 dumps Jesus to give me 210-060 Dumps enough money to buy this Examdumpsview doll so Mama can take it Exampdfview with her to give 300-075 dumps Exampdfview my sister. And he heard my prayer. I Cisco 300-075 dump wanted to ask him give for enough to Cisco 300-075 dump buy 210-060 Dumps my Mama a white rose, but I didn’t ask 210-065 Exam Questions him, but he gave me Exampdfview Cisco 300-075 dump enough to buy the doll and a rose for my Mama. She loves white rose so much. “In a few Cisco 300-075 dump minutes the aunt came back and I wheeled 210-060 Dumps my cart away. I could not keep from thinking about the little boy Cisco 300-075 as I finished my shoppong in a ttally different spirit than when I had started. And I 210-060 Dumps kept remembering a story I had seen in 210-065 Exam Questions the newspaper Cisco 300-075 dump several Examdumpsview days earlier about Cisco 300-075 dump a drunk driver hitting a car and killing7 a little 300-075 exam girl 300-075 exam and the Mother was in serious Cisco 300-075 dump condition. The family was deciding on whether 300-075 exam to remove the life Exampdfview support. Now surely this little boy did not belong with that story.Two 210-065 Exam Questions days 210-065 Exam Questions 300-075 exam later I read in the paper where the family had disconnected 300-075 exam the life support and the young woman 210-065 Exam Questions had died. 210-060 Dumps I could not forget the little boy and just kept wondering if the two were somehow 210-065 Exam Questions connected. Later that 210-060 Dumps day, I could not help myself and I Examdumpsview 300-075 dumps 300-075 dumps went out and bought aome white roses and took them to the funeral home where the yough woman was .And there she 210-065 Exam Questions was holding 210-065 Exam Questions a lovely white rose, the beautiful doll, and the picture of the Exampdfview little boy in 210-065 Exam Questions the store. Examdumpsview I left there in tears, thier life changed forever. The love that little boy had for his little sisiter and his mother was overwhel. And in a split8 second a drunk driver had ripped9 the life of that little boy to pieces.

A primeira das 6 perguntas sobre ensino de tecnologia para crianças precisava ser esta. Afinal, programação ainda é um dos tópicos que mais gera estranhamento e “torcidas de nariz” por parte de muitos jovens e adultos. Afinal, por que ela vem ganhando tanto destaque assim e por que ela é importante?

O assunto não precisa ser complicado e sua importância não é um mito. Abaixo você confere o vídeo de Mitchel Resnick, criador da plataforma Scracth e um dos maiores nomes quando o assunto é ensino de programação para crianças.

Antes, adiantamos que não é papo furado: a tecnologia transformou mais o mundo nos últimos anos do que qualquer outra coisa. Desde avanços na medicina até respostas mais concretas sobre o universo e seus mistérios, não tem jeito, ela veio para ficar.

2. Com que idade eles devem começar a aprender?

Crianças brincando com blocos, estimulando raciocínio lógico

O tema já foi abordado outras vezes aqui no blog e a verdade é que não tem idade certa para começar a programar. A codeBuddy trabalha com alunos de 6 a 16 anos e muitas vezes recebe a pergunta: “mas meu filho não é muito novo para aprender isto?”.

Só que com os tablets e celulares chegando cada vez mais facilmente às mãos de crianças cada vez mais jovens, essa preocupação se apresenta cada vez mais como desnecessária. Explicamos o motivo:

É aprendendo a usá-la da maneira correta que seu filho ou filha pode usar a tecnologia de forma produtiva e eficiente, sem se deixar levar por vícios sem fim.

Adolescentes de todo o mundo que tiveram a oportunidade de aprender os detalhes da programação estão mudando a forma como encaramos o dia a dia com aplicativos que solucionam problemas cotidianos.

Além disso, é exatamente nessa época que o ser humano está mais propenso ao aprendizado, já que seu conhecimento de mundo vem daquilo que ele consome, absorve e pratica. Por que não direcionar o potencial do pequeno para resultados simples e disruptivos?

3. Programação não é só para meninos?

Senhora mentorando menina em estudo

Sem chance! Programação está muito longe de ser coisa de menino. Inclusive, precisamos ressaltar que mulheres foram importantíssimas no aprimoramento da tecnologia e na criação de computadores, por exemplo.

Pode apostar que, se sua filha é fã de computador, ela tem espaço nesse mundo de possibilidades e tem toda a chance de se tornarem makers capazes de fazer história.

Confere só o que as alunas codeBuddy pensam sobre o assunto:

4. Mas e se ele/ela não quiser trabalhar com isso depois?

Lembram aquela frase que diz que conhecimento nunca é demais, especialmente porque é aquilo que levamos para a vida e nunca pode nos ser tirado?

Se seu filho ou filha escolher trilhar um caminho distante da programação, não tem problema algum. Apesar de ser a promessa para o futuro, a programação é, acima de tudo, uma linguagem.

Assim como português, por exemplo, ela serve para comunicar e conectar pessoas. Um código pode colocar em imagem a mensagem que se quer passar e um jogo pode unir pessoas dos mais diferentes tipos em torno de um objetivo.

Tim Cook, CEO da Apple, afirmou que aprender a programar é mais importante que aprender inglês e, sem desmerecer a língua, é a tecnologia que permite que você converse instantaneamente e in English com aquele amigo que mora nos Estados Unidos.

Para completar, a programação e a robótica são formas divertidas de desenvolver as habilidades matemáticas e de raciocínio lógico, ambas tão importantes para a fase de vestibular e para a vida adulta.

5. Gamificação é só jogar em sala de aula?

Gamificação: perguntas sobre ensino de tecnologia para crianças

Não mesmo. O método é também conhecido como ludificação e traz diversão às coisas sérias, por isso que o nome começa com “game” (jogo, em inglês). No ensino, ele é usado para estimular os alunos mesmos em momentos difíceis, fazendo com que eles se empenhem nos estudos.

Mas como isso funciona?

A verdade é que existem diversas técnicas que permitem tornar a aula em um “jogo” e, portanto, divertida. Desde a criação de um sistema de pontuação para cada aula concluída até prêmios simbólicos por missão bem-sucedida, a gamificação veio para ficar.

Como isso acontece na codeBuddy?

Nossa metodologia toda gira em torno da gamificação. A autonomia que conseguimos por meio do ensino personalizado faz com que todas as aulas sejam estimulantes, guiadas por um mentor responsável por guiar, divertir e ensinar nossos estudantes.

Cada aluno faz parte de uma das três equipes que competem entre si em desafios de lógica e resolução de problemas, acumulando pontos e ganhando prêmios.

6. Qual a importância do ensino personalizado?

perguntas sobre ensino de tecnologia para crianças

Esqueça os modelos estáticos de séculos atrás. Eles não levam em consideração as diferenças de aprendizagem de cada aluno, nem reforçam seus pontos fortes e estimulam os fracos.

Uma escola que reconhece os diferentes tipos de inteligência permite que seus alunos aprendam no próprio ritmo e conforme sua curiosidade natural.

São os alunos que escolhem quais caminhos preferem seguir e quais assuntos merecem mais atenção, por isso dificilmente uma criança ou adolescente estará vendo exatamente a mesma coisa que outra(o).

O melhor: os esforçados decolam nas aulas sem dificuldade alguma! E, dica, ainda conseguem se dar bem em matérias das salas de aula convencionais.

E aí? Conseguimos responder algumas das suas perguntas sobre ensino de tecnologia para crianças com esse artigo? Responda nos comentários!


programar desde cedo
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4 superpoderes que já existem no mundo real

Fãs de HQ, as famosas histórias em quadrinhos, não se desesperem. Parece que o futuro de vestir uma roupa e adquirir superpoderes não está tão distante assim, afinal.

Voar como o Superman (e sem ser de avião), escalar paredes como o Homem-Aranha, controlar o tempo como o Dr. Estranho e até defender as pessoas com uma armadura tão forte quanto ferro. Tentador, não?

Verdade seja dita, nem todos esses superpoderes estão ao nosso alcance. Entretanto, devido aos avanços da tecnologia, quatro deles já fazem parte do cotidiano dos estudiosos — e existem!

1. A armadura do Homem de Ferro

superpoderes do homem de ferro
arte por Tomas/Tom-Cii em deviantART

Especialmente após Endgame, o Homem de Ferro é um dos heróis criados por Stan Lee (long live the master) e Larry Lieber mais aclamados de todos os tempos.

Gênio milionário, Tony Stark saca tudo de engenharia da automação e criou uma armadura capaz de salvar sua própria vida e lhe dar poderes como uma força extraordinária e a capacidade de voar.

Sua versão no mundo real é bem menos destrutiva — ainda bem! —, mas igualmente incrível. Foi criada no Japão e tem uma função honrosa: dar maior liberdade de movimento para pessoas com limitações motoras.

Chamado de Hal-5, o exoesqueleto foi projetado tanto para portadores de paralisia quanto para idosos.

Tamanha construção exige um valor tão significativo quanto: as baterias que alimentam a armadura custam de 14 à 19 mil dólares. Quem sabe o futuro não barateia e torna essa armadura mais acessível, não é?

2. A telecinese de Jean Grey

arte por Stanley Lau em deviantART

Mover as coisas com a mente sempre foi tentador. A mutante Jean Grey volta para os cinemas em uma versão mais sombria em 2019 e é inesquecível no universo dos X-Men.

Controlar coisas (e até pessoas) soa absurdo e perigoso hoje, mas e se isso puder ajudar outras pessoas? O objetivo aqui não é alcançar o controle remoto que ficou do outro lado do sofá, mas ajudar pessoas tetraplégicas a moverem o que não podem.

Apresento-lhes o Brainsgate!

A partir de uma prótese neuromotora, ele conecta o cérebro da pessoa a um computador cujo pedestal contém a prótese mecânica. É por meio dos pensamentos, no caso chamados formalmente de impulsos nervosos, que a pessoa controla a prótese.

A vantagem? Ações comuns do cotidiano, como comer e beber água, tornam-se possíveis a quem antes não conseguia mais ter essa independência.

3. A escalada do Homem-Aranha

arte por Charles Logan em deviantART

Todos conhecem a história de Peter Parker (ou a de Miles Morales, depois do filme Homem-Aranha no Aranhaverso), o jovem comum e até sem graça até ser picado por uma aranha geneticamente modificada.

Desde então, o adolescente dispensou os óculos, adquiriu uma força absurda e, imagine só, consegue escalar paredes sem nenhum problema. Suas habilidades foram usadas para o bem: salvar os moradores da sua cidade.

A ideia de brilhar os olhos fez com que a empresa americana BAE Systems desenvolvesse um superadesivo chamado Synthetic Gecko, capaz de suportar o peso de uma pessoa.

Tudo bem que o motivo exato para a sua criação ainda não está 100% claro, mas, convenhamos, seria inusitado subir paredes, não é?

4. Os hologramas do Homem de Ferro

arte por Evixi em deviantART

Começamos com ele e terminaremos com ele: Tony Stark. Jarvis, você está online? [Jarvis: Sim] Então conta sobre essa super tecnologia!

Brincadeiras à parte, a Microsoft anunciou lá em 2015 a criação do HoloLens, um computador quase ninja, totalmente capaz de permitir a interação com diversos hologramas.

Ele, é claro, pode ser usado para entretenimento. Aposto que já ouviu falar dessa tendência de reviver antigos astros do rock em shows totalmente programados por um computador e expostos em arenas por meio de um holograma.

Todavia, ele também pode ser usado na educação. E se encaixa totalmente no novo método de ensino que tem se expandido ao redor do mundo.

Cada vez mais a tecnologia nos surpreende e nos aproxima daquilo que sempre desejamos! Ela tem transformado vidas e tornado sonhos em realidades.

Por isso é tão importante ensinar para as crianças desde cedo a lidar e criar novas tecnologias, afinal, quem não quer ser o próximo Homem ou Mulher de Ferro?

E você, qual superpoder gostaria que fosse transformado em realidade? Conta aí pra gente!

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Ensino customizado: a tecnologia mudando a forma de ensinar

Se você é pai ou mãe de mais de um filho, provavelmente já reparou nas diferenças entre eles. Mesmo fazendo parte do mesmo ambiente familiar e tendo sido criados do mesmo jeito, essa diferença é tão esperada quanto normal.

Agora, imagine uma sala de aula com, provavelmente, pelo menos 30 alunos. Cada um deles tem uma história, uma dinâmica familiar, uma criação com concepções de certo e errado que não necessariamente condizem as nossas.

Eles têm seus próprios conceitos, formado ao longo dos ainda poucos anos de vida, e que estão em fase de consolidação. Não só isso. Imagine essa diferença a nível de personalidade. Parece um caos, não é?

Agora olha a loucura que é pensar em uma única forma de passar o conteúdo programático escolar para cada uma dessas crianças. É aqui que o ensino customizado abre um sorriso e a gente entende: ele precisa ter seu lugar.

Cada um no seu quadrado

Assim como você já deve ter observado em seus próprios filhos, cada criança tem suas facilidades e dificuldades. Enquanto um apresenta uma facilidade enorme em matemática, outra se realiza nas aulas de artes e produz trabalhos incríveis com as cores.

Isso tem tudo a ver com os tipos de inteligência, algo que vem sendo explorado com um olhar um pouco mais atento. Afinal, a proposta do ensino customizado vira o jogo e reflete no aproveitamento total de todos os alunos. O melhor? Independe da disciplina. Vou te explicar como.

O que é educação customizada?

educação customizada no ambiente escolar

Em uma frase curta, ela é o ajuste da programação curricular de cada escola (e sua estrutura) de forma que atenda às necessidades individuais de cada aluno. Num primeiro olhar pode parecer impossível, mas é para isso que a tecnologia está aqui, certo?

Ainda em 2017, Bill Gates, o criador da Microsoft, revelou que sua fundação filantrópica já investiu mais de 240 milhões de dólares em startups que focam seus esforços para esse tipo de ensino.

Se o próprio Gates já percebeu como essas aulas personalizadas cabem perfeitamente no tempo que cada pessoa leva para aprender, e optou por incentivar o conceito… Bem, o que você está esperando?

Segundo Bill Gates, o ensino tradicional faz com que estudantes adiantados se sintam entediados tanto quanto os com dificuldade se sentem atrasados. Aliás, neste último caso, o efeito é ainda pior: gera uma noção de que aquela pessoa não é boa o suficiente para alguma coisa, em vez de mostrar no que ela pode ser ótima.

Um aluno desmotivado tem tudo para se tornar indisciplinado, e daí para a frente é uma bola de neve que não parece muito simples de diminuir.

E o que a tecnologia de fato faz nestes casos?

A boa notícia é que a tecnologia do ensino customizado empodera tanto o educador, com recursos digitais, quanto ao aluno, que aprenderá em seu ritmo.

São esses recursos que possibilitam a criação de planos pedagógicos personalizados. Literalmente específicos para cada aluno, baseados em desempenho e progresso em cada disciplina.

Esse molde poupa o professor do tempo explicando conteúdos generalistas e passa a vê-lo como mentor, ou tutor, particular de cada aluno.

É focando no bom exemplo e nas necessidades individuais que o estudante consegue ver uma oportunidade inestimável de crescimento. Lembre-se: seu papel como pai ou mãe é tanto ensinar quanto aplaudir as pequenas vitórias!

Uma tendência que está se fortalecendo

tablets como alternativas para ensino personalizado

Apesar de parecer papo apenas para startups, a verdade é que empresas gigantes, como o próprio Google, já estão fazendo sua parte para o desenvolvimento e aplicabilidade dessas tecnologias. Por exemplo, ele já tem uma plataforma para integrar professores e alunos online!

O Google Sala de Aula evita o uso de papel e propõe uma interatividade maior. E faz isso tão bem que, de fato, a relevância da educação personalizada vem crescendo de forma exponencial. Nesse caso, tudo é feito por meio de um aplicativo.

Nele, professores acompanham o desempenho dos seus estudantes em tempo real. Isso os permite “cortar o mal pela raiz” e prever dificuldades antes mesmo delas realmente surgirem.

Nunca a tecnologia esteve tão presente em nossas vidas e isso não deve ser negativo. No ambiente familiar, no trabalho e agora nas escolas, a tecnologia vem se mostrando um recurso essencial para elevar a qualidade de ensino das nossas escolas.

Futuras gerações que ocuparão o mercado de trabalho em alguns anos estarão cada vez mais preparadas para habitarem um mundo totalmente digital, vide a velocidade com a qual o conceito de internet das coisas está se desenvolvendo.

Não deve ser surpreendente o fato de que será por meio da tecnologia que, muito em breve, poderemos perceber um novo brilho nos olhos dos alunos que reencontrarão uma motivação nova para continuarem a aprender. E sem o peso da obrigação por trás!

O benefício da tecnologia no ensino customizado já será aparente na capacitação dos professores.

Entretanto, depois que o ensino customizado se tornar uma realidade nas escolas, nos tornaremos capazes de mensurar um aumento qualitativo dos profissionais que passaram por esse tipo de formação e que agora estão prontos para tomar as rédeas do mercado de trabalho.

Serão profissionais criativos, que não têm dificuldades em sair de suas zonas de conforto e que encontrarão pela frente um mundo novo de possibilidades de tornar o mundo um lugar melhor.


e-book mercado de trabalho do futuro
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Indicação vídeo: Porque ensinar crianças a programar?

Programação ainda é um dos tópicos que mais gera estranhamento e ‘torcidas de nariz’ por parte de muitos jovens e adultos. Mas será que esse assunto é assim tão complicado ou grande parte disso é mito?

Se levarmos em conta a existência de programas como o Scratch, criado para ensinar crianças e pessoas sem experiência prévia a programar, vemos que já existem inúmeros facilitadores para o acesso do entendimento e criação digital.

Mitchel Resnick, responsável pelo programa, deu sua contribuição ao TED (série de conferências mundiais que levam ideias e mensagens inspiradoras às pessoas) e falou sobre a necessidade das crianças de aprender a escrever códigos e partir para o universo da criação de softwares e jogos digitais, deixando para trás a ideia de simplesmente usá-los.

Além disso, a capacitação dos jovens os prepara para encarar um futuro em que a programação pode ser essencial, não só para o mercado de trabalho, mas também para o lazer e as atividades do cotidiano.

Confira abaixo o vídeo e deixe de lado essa ideia de programação é algo só para pessoas ultra excepcionais! 😉

https://www.youtube.com/watch?v=Ok6LbV6bqaE

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A programação pode ajudar o seu filho a desenvolver novas habilidades

O avanço da tecnologia possibilitou que muitas instituições de ensino pudessem rever seus métodos e aplicar novos recursos para que as crianças, sobretudo, pudessem desenvolver novas habilidades. Habilidades estas que abraçariam todos os seus potenciais.

Tais tecnologias agem como facilitadoras do ensino tradicional e, de quebra, garantem que os alunos desenvolvam o raciocínio lógico. A boa notícia é que este diferencial é o que vai torná-las tão bem-sucedidas no futuro!

Isso porque desde muito cedo as crianças da geração da hiperconexão já têm contato direto com plataformas e novas ferramentas. Elas fazem parte de sua realidade e do ambiente cultural na qual se inserem a ponto de ser impossível imaginar um mundo sem a tecnologia móvel.

Quando entram em idade escolar, as crianças já possuem uma familiaridade com essas tecnologias que abrem as portas para que os educadores possam despertar novos interesses e novas habilidades que carregarão consigo por toda a vida.

Não se surpreenda ao ver adolescentes criando aplicativos: eles não estão à frente de seu tempo, eles foram apresentados ao mundo sob um outro ponto de vista mais cedo, apenas.

A mudança do cenário impactou o ensino e o desenvolvimento de novas habilidades

Uma nova tendência global foi percebida há alguns anos. Tornou-se um cenário comum que, por exemplo, aplicativos extremamente funcionais e eficazes fossem desenvolvidos por pessoas cada vez mais jovens.

Um estudo realizado pelo YEC (Young Entrepreneurs Council) indicou que, em um futuro bem próximo, todas as transações comerciais realizadas pela Geração Z (jovens com menos de 18 anos), serão realizadas exclusivamente por meio de plataformas online.

Não é nada surreal mais, correto? Isso nada mais é que resultado do ensino customizado, que tira o melhor do que nós, enquanto humanos, temos a oferecer. E aprender.

Como essas informações impactam nossa vida cotidiana?

A sociedade mudou seu modo de consumo. Isso exigiu do mercado que ele se adaptasse às novas tendências. Da mesma maneira, o ensino tradicional começou a se mostrar cada vez mais desgastado e obsoleto, fazendo com que crianças e jovens perdessem o interesse e a motivação de aprender.

A programação pode ajudar o seu filho a desenvolver novas habilidades

Isso fez com que o uso da tecnologia no ensino se tornasse crítico para resgatar o potencial latente, como um dia a metodologia antiga fez. Essa tendência aborda uma nova perspectiva e, precisamos dizer, ela é muito mais promissora.

Ensino da programação: uma tendência mundial

As instituições de ensino pioneiras a inserir algum tipo de programação em seus currículos escolares perceberam que a medida auxilia no desenvolvimento do raciocínio lógico e da criatividade. Os alunos também melhoraram suas capacidades de aprendizado em disciplinas como a língua portuguesa e matemática.

Incluir a programação na grade curricular permite que as crianças se tornem produtoras de tecnologia, em vez de mantê-las apenas como consumidoras. Além disso, pedagogos defendem que o aprendizado da programação contribui para que os alunos tenham mais autonomia quando se deparam com algum obstáculo.

Isso envolve mais colaboração com o ambiente que as circunda e o desenvolvimento pensamento criativo, porém crítico. Além de interagir, as crianças e jovens passam a criar com a ajuda da tecnologia.

Portanto, converter o tempo que os nossos filhos passam grudados em celulares e tablets em um tempo produtivo e que possam despertar e desenvolver novos interesses e conhecimentos deixa de ser uma preocupação e passa a ser uma ocupação.

A mudança mental que a programação possibilita nas crianças certamente é a melhor das vantagens de se incluir a tecnologia na vida escolar dos filhos. Porém, não é possível fazer vistas grossas que a possibilidade de se posicionar melhor no mercado de trabalho também é uma consequência agradável.

Simplesmente não dá para ficar alheio ao movimento ao nosso redor e continuar ignorando o papel fundamental que a tecnologia vem exercendo (e exercerá) em nossas vidas.

Mesmo que seu filho não se torne um engenheiro da computação, os conhecimentos de programação adquiridos durante a vida escolar certamente facilitarão a compreensão dos diversos softwares que ele terá de lidar na vida adulta.

A programação pode ajudar o seu filho a desenvolver novas habilidades

A programação muda o olhar do jovem em relação à sua realidade: tudo é visto com maior criatividade e questionamento. Tudo passa a ser observado com menos passividade e mais proatividade.

A vida familiar também se modifica

Quando uma pessoa muda sua forma de observar o mundo, tudo se transforma ao seu redor. Isso também vale para as crianças.

Quando questionados sobre como a programação no currículo escolar das crianças alterou a dinâmica familiar, os pais relataram que, mesmo aquelas crianças de natureza mais agitada, passaram a ficar mais atentas de um modo geral, mas apresentaram uma melhora significativa nas outras disciplinas escolares e a melhora do desempenho geral em sala de aula.

As crianças passaram a ter mais facilidade na hora de tomar decisões e, também, a questionar mais o porquê dos acontecimentos corriqueiros da vida.

O caminho ainda é longo

Embora a tecnologia não seja algo estático, ou seja, está sempre em movimento e se transforma muito rapidamente, os currículos escolares brasileiros caminham em menor velocidade a essa adaptação.

Em 2015, o censo indicava mais de 6 milhões de pessoas usam o método EaD (Ensino à Distância) de aprendizado. Muito criticado quando surgiu, o método EaD, hoje, já é reconhecido pelo MEC (Ministério da Educação e Cultura) e cada vez mais diplomas e certificados adquiridos pelo método vem sido emitidos.

Acredita-se que a programação e a robótica seguirão pelo mesmo caminho. Em um futuro bem próximo, ambas farão parte da realidade escolar das crianças brasileiras e contribuirão para a formação de adultos mais criativos e com maior senso crítico.

Em outras palavras: sim, a programação ajudará seu filho a desenvolver novas habilidades. E o poder de mudar o mundo pode sim estar em suas mãos.


programar desde cedo

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