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Escola de programação infantil investe em turmas exclusivamente virtuais

Postado em 24 de agosto de 2020 - por codeBuddy

Matéria completa publicada pelo Jornal O Globo (exclusiva para assinantes).

Não somente as escolas precisaram se adaptar aos tempos de quarentena. Cursos extras também criaram soluções para manter suas atividades. E o investimento no ambiente virtual, inicialmente feito como forma de compensar a falta de aulas presenciais, acabou gerando uma nova opção para os alunos.

A codeBuddy, escola de programação e robótica, lançou cursos on-line, na área de criação de games e aplicativos, para o público a partir de 7 anos. Um deles, gratuito, é o Start to Code, que apresenta de forma lúdica noções de lógica de programação, usando uma ferramenta para criar aplicativos que os participantes podem exportar para seus smartphones. As aulas são ao vivo.

— Estamos observando mais do que nunca o desenvolvimento de soluções digitais em todas as áreas, e, quanto mais preparados para usar a tecnologia de forma produtiva e criativa estivermos, menor os riscos de cairmos em armadilhas. Para os jovens, o ensino da tecnologia é essencial e pode estimular raciocínio lógico, criatividade e capacidade de resolver problemas, entre outras habilidades — afirma Márcio Chrisostimo, gerente-executivo da codeBuddy.

Theo de Almeida estuda em casa com ajuda da mãe

Theo de Almeida, de 8 anos, aluno da codeBuddy, está ansioso pela volta às aulas presenciais. Por enquanto, faz os cursos on-line.

— A diferença é muito grande para ele, e os amigos fazem muita falta. Mas no on-line o Theo continua tendo todo o suporte dos professores. Fico sempre de olho para ver se ele está na aula e se precisa de ajuda — diz sua mãe, Gabrielle Almeida.

Embora inicialmente alguns alunos apresentem dificuldades na adaptação aos estudos remotos, pais atestam que o aproveitamento deles tem sido positivo. Matheus Frydman, de 9 anos, faz o curso de programação e robótica da codeBuddy, na Tijuca. Seu pai, o engenheiro de telecomunicações Leandro Marinho, conta que o filho mostra entusiasmo com as aulas, além de autonomia e disciplina ao utilizar as plataformas digitais.

O aluno Matheus Frydman assiste à aula remotamente: método aprovado por pais

— No começo, foram necessários pequenos ajustes, mas hoje ele já navega sozinho. Com as aulas on-line, ficou mais fácil ainda conciliar toda as atividades de estudo, pois não há mais tempo de deslocamento para as aulas — conta Marinho. — Consigo perceber o progresso dele e ver que participa bastante das aulas.

Ao fim das sessões de estudo, os pais participam também de reuniões com os professores, para acompanhar mais de perto o desempenho e encontrar formas de ajudar em atividades extraclasse.

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