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Videogames e educação: o que eles têm em comum?

Postado em 18 de novembro de 2020 - por codeBuddy

Vamos contar uma história com dois personagens, Gabriel e Júlia, que adoram jogos eletrônicos, principalmente o LoL (League of Legends). Eles sempre se reuniam para jogar e jamais imaginaram que aquela diversão contribuiria tanto em seu preparo para a vida, presente e futura.

Como passaria na mente de dois primos com 12 anos que eles estavam desenvolvendo habilidades por meio da gamificação? De que forma aquela diversão poderia ser um processo educativo? Seus pais, por sua vez, talvez pudessem questionar o que videogames e educação têm em comum. Pode ser que a pista esteja em um pensamento do filósofo Bernard Suits: “Dedicar-se a um jogo é a tentativa voluntária de superar obstáculos desnecessários”.

Continue com a gente nessa história e descubra mais sobre o potencial educacional dos games!

A primeira tarefa era encontrar o seu time

Assim como na vida, nos games é preciso identificar quem são seus aliados e as adversidades que poderão dificultar ou impedir que suas missões sejam cumpridas. Gabriel e Julia gostavam de ser parceiros e eram mais do que colaboradores um do outro. Jogavam juntos, na mesma equipe, sempre que podiam. Logo arrumaram um jeito de fazer parte do mesmo time de cinco jogadores que atacaria o Nexus do adversário, como é chamado o edifício que fica ao centro da base inimiga.

A gamificação simula desafios da vida real

Um dos fatores que mais estimulam o aprendizado com jogos em sala de aula é que ele permite a remuneração por mérito e simula desafios que os indivíduos enfrentam na vida real. Cada vez que os primos ganhavam experiência, eles subiam de nível, ganhavam ouro por vitórias conquistadas e compravam itens necessários para vencer novos desafios.

À medida que avançavam nos níveis do game, seus avatares – os conhecidos Campeões do LoL – ganhavam habilidades e se fortaleciam de várias maneiras diferentes.

Conforme explicamos em nosso artigo “Gamificação em sala de aula”, a utilização de videogames pelos educadores trouxe uma complexidade que permitiu até mesmo incrementar a pedagogia e o processo de aprendizado, seja de disciplinas como matemática, geografia ou outras do currículo escolar.

No entanto, o aprendizado que a gamificação traz não se resume às disciplinas, ele permite que se criem valores e sejam desenvolvidas habilidades e comportamentos sociais importantes para a vida. Esse é um dos pontos mais em comum entre videogames e educação.

Os fundamentos dos videogames aplicados na educação

É possível enumerar alguns fundamentos que os videogames têm em comum com a educação, em especial quando ela está comprometida com a formação do indivíduo. Os mais básicos são meta (ou missões), regras e feedback.

Totalmente alinhados à educação, esses fundamentos capacitam os videogames a serem uma ferramenta por meio da qual o jogador aprende se divertindo. Essa propriedade é fortemente utilizada pela codeBuddy, e os resultados são impressionantes.

Em nosso artigo “Como a gamificação nos ajuda a manter os alunos mais engajados”, detalhamos como conseguimos fazer isso com a total colaboração dos principais envolvidos, nossos alunos. Vamos compreender, então, que normas existem em comum nos videogames e na vida.

Meta: quando os objetivos definem a missão

Assim como na vida, em que o sucesso é caracterizado pelo atingimento dos objetivos traçados por um indivíduo ou um grupo, nos videogames isso acontece de forma semelhante. São estipuladas missões que precisam ser atingidas para que os jogadores orientem suas estratégias e táticas.

Para estimular a continuidade, os games são divididos em fases, que permitem a conquista de importantes marcos durante a partida. Cada fase estimula o foco, e a orientação da missão incentiva a participação.

A lição fica evidente: para atingir um grande objetivo, a jornada é estimulante quando são delimitadas metas, que são comemoradas a cada conquista. Nada melhor do que aproveitar essa tática para a vida pessoal ou profissional, pois é assim que se educa no século XXI.

Regras: quando a disciplina é absorvida e não imposta

Para seguir regras, é preciso disciplina. Divertindo-se em um videogame, dificilmente o jogador, na fase infantojuvenil, perceberá as regras de um jogo como um sistema imposto. A disciplina deixa de ser percebida como imposição ou repressão, pois trata-se de um conjunto de premissas pertencentes a um contexto e que devem ser respeitadas para que o jogo continue.

Para superar as adversidades do game, o jogador precisa buscar novas possibilidades. Assim, ele libera a criatividade, desenvolve o pensamento estratégico e, como consequência, adquire autoconfiança para conviver com as regras da sociedade em que está inserido.

Feedback: quando a orientação é bem-vinda e estimulante

Quanto mais a sociedade – em especial as empresas – valoriza o feedback como ferramenta de alinhamento aos objetivos traçados, mais é preciso desenvolver a capacidade de dar e receber feedbacks. Nesse fundamento, os videogames dão um show de eficiência. Durante as partidas, os jogadores são constantemente avisados sobre a sua performance.

No caso dos nossos personagens, Julia e Gabriel, os avisos do LoL somente funcionam como um estímulo. O quinteto que formava a equipe era permanentemente avisado do quanto o grupo estava distante de atingir a meta, sabia quando estava sendo punido por não cumprir as regras do jogo, festejava cada conquista de fase; enfim, a todo momento sentia-se motivado a continuar jogando.

Videogames como aliados da educação

A importância da gamificação na aprendizagem é cada vez mais evidenciada pelos educadores, pelas famílias dos educandos e, é claro, pelos próprios aprendizes. Aqui na codeBuddy, nós utilizamos os games em nossa metodologia e assistimos ao sucesso dos nossos alunos da mesma forma que o Gabriel e a Julia vêm atingindo: desenvolvendo espírito de equipe, socialização, criatividade, senso estratégico e muito mais.

Parece incrível imaginar que aqueles alunos que não eram fãs de matemática tenham passado a amá-la, não é mesmo? O fato é que a aplicação da gamificação e dos fundamentos de diversão como os videogames permitem essa proeza. Você também pode ver como fazer isso lendo o nosso artigo “4 passos para desenvolver o gosto pela matemática em seu filho”.

Se o seu filho adora um videogame, faça como os pais de Julia e Gabriel: aproveite para conhecer mais sobre a metodologia de ensino da codeBuddy. Nosso trabalho é tornar descomplicado e divertido aquilo que, no ensino convencional, é difícil ou pouco estimulante. 

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